Análise dos Itens de Avaliação do INEP

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Está página foi criada com a finalidade de subsidiar o processo de Avaliação e Reconhecimento do Curso de Engenharia Elétrica do IFSC, Câmpus Itajaí, a ser realizado a partir do semestre de 2018-2, com agendamento a critério do coordenador do curso.

Dados Preliminares

INEP-Dados-Preliminares Dados Preliminares

Documentos de Referência para Avaliação do Curso

Instrumentos de Avaliação do INEP

Plano de Desenvolvimento e Relatórios de Autoavaliação Institucional

Nesta seção são apresentados os documentos relacionados ao plano de desenvolvimento institucional do IFSC até o ano de 2019:

Os relatórios de autoavaliação institucional podem ser acessados a seguir:

Os extratos dos relatórios (apenas os dados do curso de engenharia elétrica) de autoavaliação institucional podem ser acessados a seguir:

PPC do Curso de Engenharia Elétrica (Câmpus Itajaí)

Nesta seção encontra-se o histórico de versões do PPC do Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí:

Demais Documentos de Referência

Outras Políticas e Documentos:


Estudos Socioeconômicos da Região de Itajaí e AMFRI

Dimensões Avaliadas pelo INEP

Segue o link para análise e proposição de ações de melhoria do curso, conforme as dimensões avaliadas pelo INEP (tomar como base a metodologia de análise implementada no curso de Eng. de Telecomunicações do IFSC de SJ)

Peso de Avaliação no Reconhecimento do Curso

  • Dimensão 1: 40%
  • Dimensão 2: 30%
  • Dimensão 3: 30%

Mapa de Conceitos por Indicador SINAES

DIMENSÃO 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA (40%)
INDICADOR AVALIADOR

RESPONSÁVEL

RESUMO DO NDE

E AÇÕES DE MELHORIA

NOTA

ESTIMADA

Indicador 1.1 Políticas institucionais no âmbito do curso COORD. PEDAGÓGICA(DÉBORA)
OK, PRONTO --------------------------

Segundo o Plano de Desenvolvimento Institucional do IFSC (PDI 2015-2019), estão agrupadas ao processo de permanência e êxito diferentes ações que pretendem “aprimorar o processo de ensino e fornecer suporte aos discentes durante seu percurso formativo”. Entre essas ações, pode-se destacar a implantação de políticas institucionais de atendimento aos discentes voltadas para promoção da aprendizagem em âmbito de curso, conforme consta no capítulo 8(oito) do PDI IFSC: Política de Ingresso (priorizando a seleção por meio do desempenho no ENEM e SISU); Programa de Atendimento ao Estudante em Vulnerabilidade Social (PAEVS); Programa de Segurança Alimentar do Estudante (Programa Nacional de Alimentação Escolar); Atendimento Educacional Especializado e uma proposta de acompanhamento de egressos. Com o objetivo de qualificar ainda mais o processo de atendimento e acompanhamento ao discente, o curso conta com a equipe multiprofissional da Coordenadoria Pedagógica. Além do já mencionado, ressalta-se o trabalho realizado pelo NDE e pelo Colegiado do Curso, em reuniões periódicas, para o acompanhamento e atualização do currículo, considerando a avaliação dos processos de ensino e de aprendizagem, mas também a formação dos sujeitos envolvidos, tendo como referencial o perfil do egresso, o planejamento institucional, as Diretrizes Curriculares Nacionais e as demandas do mundo do trabalho para a área.

O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia do Câmpus Itajaí encontra-se, dessa forma, alinhado ao Projeto Pedagógico Institucional (PPI), o qual define o ideal educativo do IFSC em termos de políticas de ensino, pesquisa, extensão e gestão. Partindo do trabalho como agente de transformação social e como base da indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão, estimula-se uma ação educativa mais significativa, em direção a uma maior inserção profissional do egresso e valorização da profissão. São objetivos presentes no projeto do curso de Engenharia Elétrica do câmpus Itajaí : “abordar a Engenharia Elétrica a partir de um currículo com uma nova perspectiva de ensino aprendizagem, pautada pelas diretrizes dos Institutos Federais, pela integração entre as diferentes áreas do conhecimento e pela existência de projetos e atividades integradoras de conhecimento; desenvolver a pesquisa e a extensão nos eixos profissionais do curso”. O curso prevê ainda, com essa abordagem inovadora, a alocação de disciplinas optativas para Engenharia. Na matriz curricular do curso de Engenharia Elétrica, está previsto um mínimo de 36 horas alocadas para unidades optativas (essa carga horária é mínima, podendo o acadêmico escolher livremente entre as unidades ofertadas semestralmente). Tais unidades serão ofertadas de acordo com o planejamento do curso e com a necessidade de abordar temas emergentes, articulados ao mundo do trabalho. Na perspectiva de articulação, inserida dentro de uma iniciativa maior da Pró-Reitoria de Extensão do IFSC (PROEX) que já conta com 24 empresas juniores em diferentes campi, foi criada a empresa júnior do câmpus Itajaí, com a qual pretende-se proporcionar ao estudante um maior contato com o mundo do trabalho, vivenciando o meio empresarial e comprometendo-se com o desenvolvimento pessoal e da comunidade. A Ampére Jr, Empresa Júnior do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí, começou suas atividades no início do ano 2019, e atua para soluções em engenharia elétrica e desenvolvimento de novos produtos. Tais iniciativas contam com o apoio e incentivo da PROEX que é responsável por planejar, desenvolver, controlar e avaliar as políticas de extensão, de integração e de intercâmbio da instituição com o setor produtivo e a sociedade em geral. Conforme Relatório de Gestão Institucional - IFSC 2018, a instituição tinha como meta atingir, de 2017 a 2018, o percentual de 0,05 % de empresas implantadas, e obteve sucesso em sua prospecção.

Ampliando o olhar do acadêmico para o mundo do trabalho e visando à formação integral, cita-se também a proposta de Atividades Complementares com foco em Extensão (40h semestrais), nas quais o discente lida diretamente e de forma prática com a comunidade externa, apresentando soluções para demandas levantadas a partir das necessidades locais e regionais. Salienta-se conjuntamente que, em cumprimento à Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), o curso contempla a curricularização da extensão, viabilizando, intracurrículo, ações de extensão e de pesquisa aplicada (pelo menos 10% da carga horária total do curso). Já no âmbito da pesquisa, o IFSC segue a regulamentação publicada na Resolução do Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão/IFSC Nº 086, de 13 de julho de 2011, segundo a qual as atividades de pesquisa na instituição visam: I - Incentivar a participação de servidores e alunos do IFSC em projetos, programas e ações de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e inovação, no âmbito do IFSC e em conjunto com instituições públicas e privadas. II – Integrar a pesquisa e o ensino com as demandas da sociedade, os seus interesses e as suas necessidades, estabelecendo mecanismos que inter-relacionem o saber científico e o saber popular de forma articulada com a extensão. III – Articular com o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) parcerias com a sociedade para a concretização de projetos que envolvam pesquisa, desenvolvimento tecnológico, inovação e empreendedorismo. No curso de Engenharia Elétrica do câmpus Itajaí, especialmente, os acadêmicos são mobilizados para a pesquisa desde o início de sua trajetória acadêmica, a partir da unidade curricular de Metodologia de Pesquisa, quando começam a se familiarizar com o método científico, bem como na unidade curricular (UC) de Projeto Integrador 1, na qual desenvolvem projetos de pesquisa aplicando conhecimentos da área específica e agregando conhecimentos das unidades curriculares do primeiro semestre. Assim continua acontecendo ao longo do curso, destacando-se as UCs de Projeto Integrador 2 e 3, as quais possibilitam a integração das competências desenvolvidas tanto na formação básica quanto na específica até a 9ª fase, favorecendo o entrelaçamento entre as atividades de ensino e pesquisa, com foco na geração e ampliação do conhecimento para transformação social. Importante mencionar a oportunidade de conseguir fomento para atividades de pesquisa nos editais que ocorrem anualmente: o edital Universal apoiado com recursos da Reitoria e o edital Didático-Pedagógico apoiado com recursos do campus.

Conforme consta no seu PPC, “o curso de Engenharia Elétrica fará a articulação das atividades de ensino, pesquisa e extensão por meio das seguintes características: I) Envolvimento de alunos, professores e servidores em projetos que investiguem a geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais e nacionais. Essa atividade proporciona aos alunos um ambiente favorável à produção científica e tecnológica, bem como incentiva a proteção de propriedade intelectual dos resultados das pesquisas; II) O curso possui 3 Projetos Integradores que visam estimular o espírito crítico, investigação empírica e o empreendedorismo; III) O IFSC estimula a participação de alunos e docentes em eventos de divulgação científica e tecnológica.” Nesta perspectiva, os acadêmicos e docentes do curso participam anualmente do Seminário de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEI), da Semana Acadêmica, e da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Esses eventos são organizados pelo IFSC com o intuito de divulgar as experiências práticas e os resultados das atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação desenvolvidas pela comunidade acadêmica, mobilizando a criatividade e a atitude científica. As ações implantadas em âmbito de curso estão alinhadas ainda ao Plano Estratégico de Permanência e Êxito dos Estudantes do IFSC, que tem como objetivo promover a permanência e êxito dos discentes em sua oferta educativa.

Indicador 1.2 Objetivos do curso NDE (FERNANDA)
OK, PRONTO --------------------------

Segundo o capítulo 24 do Projeto Pedagógico do curso, são objetivos do curso de Engenharia Elétrica: - prover oportunidades de crescimento pessoal e profissional à população atendida pelo câmpus Itajaí; - formar profissionais que se caracterizem pelo perfil de conclusão proposto; - contribuir para uma formação completa, que transcenda o viés apenas técnico/econômico, com forte consciência de seu papel ético, humanístico e social, avaliando permanentemente os impactos do emprego das tecnologias desenvolvidas na vida das pessoas e na sustentabilidade dos recursos naturais; - abordar a Engenharia Elétrica a partir de um currículo com uma nova perspectiva de ensino aprendizagem, pautada pelas diretrizes dos Institutos Federais, pela integração entre as diferentes áreas do conhecimento e pela existência de projetos e atividades integradoras de conhecimento; - desenvolver a pesquisa e a extensão nos eixos profissionais do curso; - atrair, ainda mais, a atenção da comunidade regional para o Instituto Federal de Santa Catarina e seu câmpus situado em Itajaí; - corresponder à demanda considerável reivindicada, de forma crescente, pelos atuais e futuros profissionais egressos, bem como à expectativa da comunidade com relação ao curso. Segundo a Síntese Informativa da Microrregião de Itajaí (IFSC, 2013), Itajaí é compreendida como a cidade-sede de uma microrregião que integra um total de 12 municípios, com população total de 571.027 habitantes, sendo destes um percentual de 94,93% residentes nas áreas urbanas, 52% com idades entre 10 e 39 anos e uma taxa de crescimento de 41,05%, em dez anos. Além de ser, então, o município mais populoso da AMFRI, Itajaí possui o 2º maior PIB do Estado, o principal porto de Santa Catarina e o maior exportador de frios do país.

O câmpus Itajaí foi criado durante o Plano de Expansão II do IFSC e sua sede definitiva foi concluída no primeiro semestre de 2015 com o objetivo de constituir um referencial de excelência no Ensino Técnico e Tecnológico na região da chamada Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI).

Não obstante, apesar da importância do município de Itajaí para toda região da AMFRI, essa cidade não dispunha de nenhuma instituição de ensino superior da rede federal, até a implantação do câmpus Itajaí do IFSC. Com a oferta do curso de Engenharia Elétrica, propiciou-se o acesso a um curso superior público e de qualidade, por parte de todo essa população que habita na região dos 17 municípios, a qual antes não dispunha de nenhum curso de Engenharia Elétrica gratuito, e ofertado pela rede federal. Conforme citado no capítulo 56 do PPC, o curso de Engenharia Elétrica do câmpus Itajaí destina-se a atender uma demanda reprimida de 27,06% da população de Itajaí (42.635 habitantes), e de 25,14% na AMFRI (123.437 habitantes), de indivíduos que possuem o ensino médio completo, mas não cursaram, ou não concluíram, curso superior (Tabela 4.2 do PPC).

Sobretudo, conforme pode ser constatado no capítulo 28 do PPC, a estrutura curricular do curso foi totalmente concebida seguindo as recomendações das DCN para a área de Engenharia Elétrica, atendendo também a proposta de homogeneização curricular dos cursos da rede do IFSC e buscando, incessantemente, um viés de inovação e capacitação plena e prática do educando. Os docentes do curso estudam constantemente a aplicação de práticas emergentes nas diversas UCs, como o Ensino por Projetos, nas atividades de pesquisa e extensão com robótica, utilizando-se dispositivos Lego; no ensino de eletrônica digital, usando-se tecnologia de hardware reconfigurável (Altera); no ensino de microcontroladores da plataforma Arduino; no tratamento da compatibilidade eletromagnética, formas de energias alternativas (eólica e solar) etc. Destaca-se o rol de disciplinas de Tópicos Especiais, as quais pretendem capacitar o aluno no Estado da Arte das subáreas de Engenharia Elétrica e a oferta de disciplinas de Atividades Complementares com caráter Social, as quais pretendem fornecer também uma formação humanística, cidadã e ética aos alunos do curso.


5
Indicador 1.3 Perfil profissional do egresso NDE (FERNANDA)
OK, PRONTO --------------------------


O perfil profissional do egresso, conforme consta no Capítulo 25 do PPC, está rigorosamente de acordo com as DCN, pois, na verdade, foi concebido baseado nas recomendações de cargas horárias, conteúdos, disciplinas, habilidades, competências, preconizadas nas leis 5.194/66, decisão normativa CONFEA 57/1995, resolução CNE/CES 11/2002, Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Engenharia no IFSC, e no documento de Construção dos Referenciais Nacionais dos cursos de Graduação – bacharelados e licenciaturas Engenharias, que estabelecem uma formação generalista, mas focada no setor de energia elétrica.

A construção do perfil do egresso do Curso de Engenharia Elétrica procurou contemplar competências profissionais gerais e competências técnicas específicas, refletindo o perfil institucional dos Institutos Federais, bem como as demandas dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais e regionais, conforme sugere o documento “Princípios norteadores das engenharias dos IFs” .

Mais detalhadamente, os Sistemas de Energia compreendem a área da Engenharia Elétrica que responde pela geração, transmissão, transporte, distribuição e comercialização da energia elétrica, bem como atua no projeto, construção e manutenção de usinas de geração de energia elétrica. Os Sistemas Eletrônicos envolvem o projeto, desenvolvimento e implementação de sistemas eletrônicos e/ou de informática, associados aos diversos segmentos tecnológicos de eletrônica analógica, digital e de potência. Na área de Sistemas de Controle e Automação, os engenheiros eletricistas têm por função projetar e aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, eminentemente. Na Engenharia Biomédica, o engenheiro eletricista realiza tarefas de projeto, desenvolvimento, operação e manutenção de equipamentos médico-hospitalares ou sistemas de informação médicos. Atuando como Eletrotécnico, o engenheiro eletricista está habilitado para projetar, instalar e supervisionar instalações elétricas de baixa, média e alta tensão. Por fim, a área de Telecomunicações emprega engenheiros eletricistas no projeto, desenvolvimento, manutenção e supervisão de sistemas para telecomunicações e redes, antenas, dispositivos e equipamentos para telecomunicações e comunicação de dados etc. Afora todas essas incumbências, o profissional engenheiro eletricista formado pelo curso ainda estará habilitado a trabalhar com consultoria, lecionar, prestar serviços eventuais e administrar empresas ligadas aos sistemas eletroeletrônicos e no sistema financeiro.

O PPC expressa com clareza as competências a serem desenvolvidas pelo discente, conforme item 25. Descreve ainda as competências a serem desenvolvidas em cada unidade curricular (Capítulo 31), corroborando para o atendimento às necessidades locais e regionais, com destaque para as UCs de Ciência, Tecnologia e Sociedade, Estágio Curricular, Trabalho de Conclusão de Curso, e Atividades Complementares com foco em Extensão, em que o discente lida diretamente e de forma prática com a comunidade externa, levantando demandas a partir das necessidades locais e regionais.

Considerando o atendimento aos marcos legais e a amplitude das funções descritas, entende-se que, apesar do perfil do egresso não ser atualizado constantemente, é possível subentender as possíveis novas demandas do mundo do trabalho. Contudo, tal visão é levantada e percebida durante todo o decorrer do curso, e aprofundada nas reuniões do NDE. Com base nas constatações feitas junto ao mercado de trabalho, empresas locais e arranjos produtivos locais, nos diversos eventos promovidos, semanas científicas e contatos realizados, o perfil profissional do egresso atualmente apresentado no PPC encontra-se em consonância com as mais recentes demandas profissionais do mercado de trabalho do setor de Engenharia Elétrica.


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Indicador 1.4 Estrutura curricular NDE (FERNANDA)
OK, PRONTO --------------------------
A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso), explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação e apresenta elementos comprovadamente inovadores. 

A partir do perfil do egresso, estabeleceu-se um conjunto de conhecimentos, assim como métodos e estratégias de forma a atingir esse perfil. O curso de Engenharia Elétrica possui três núcleos de formação, encadeados de maneira integrada ao longo da sua formação: Núcleo Básico: estabelecido na, já citada, Deliberação 44/2010 do CEPE/IFSC, é comum a todas as engenharias do IFSC e é composto por campos de saber que fornecem o embasamento teórico para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. As unidades curriculares que integram o núcleo básico compõem cerca de 1/3 da formação acadêmica do Engenheiro Eletricista. Núcleo Profissionalizante: é composto por campos de saber destinados à caracterização da identidade do profissional. Esse núcleo é comum aos Cursos de Engenharia Elétrica e Eletrônica. Núcleo Específico: o qual visa contribuir para o aperfeiçoamento da qualificação profissional do formando e permitirá atender às peculiaridades locais e regionais. O núcleo específico foi constituído de modo e se adequar melhor às necessidades e oportunidades da região da AMFRI. Nesse sentido, optou-se pela formação de um profissional de Engenharia Elétrica com característica mais generalista, que envolve de maneira equilibrada as atuações na área de eletrotécnica e de eletrônica. Essa estratégia visa também uma melhor adequação frente aos requisitos estabelecidos nas “Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Engenharia Elétrica”, preconizados pelo Enade/Sinaes, que avaliam os estudantes de engenharia elétrica em 4 quesitos (INEP,2014): sistemas de energia, eletrônica, controle e automação e telecomunicações (todos contemplados na estrutura curricular). A divisão da carga horária do curso, em horas, se dá da seguinte forma: NÚCLEO BÁSICO (B)= 1300h NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE (P)= 940h NÚCLEO ESPECÍFICO - INCLUINDO TCC E ESTÁGIO (E)= 1780h ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC)= 400h CARGA HORÁRIA TOTAL (B + P + E + AC) = 4460h A tabela 2.3 do PPC, no Capítulo 28 apresenta uma divisão das cargas horárias teóricas e práticas, evidenciando um foco bastante acentuado em atividades de cunho prático, na formação do acadêmico do Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí. Considerando a união da carga horária prática de cada unidade curricular, dos Projetos Integradores, do TCC e do Estágio Curricular, essas últimas de caráter inerentemente aplicado, constata-se um percentual superior a 32% das atividades acadêmicas, o que representa um diferencial do curso. Com relação às principais alterações estratégicas e inovações aplicadas ao curso de Engenharia Elétrica do campus Itajaí, pode-se destacar: A introdução da disciplina de Pré-Cálculo 40 horas (2 créditos) no primeiro semestre com o objetivo de nivelar os conhecimentos dos discentes oriundos de diversas realidades; A construção de um primeiro semestre que não seja demasiado “carregado”, com disciplinas historicamente com alto grau de reprovação, de forma a minimizar a retenção e abandono; A definição de semestre com 400 horas em disciplinas, possibilitando que o discente estude somente em um período (vespertino), facilitando, por exemplo, a realização de estágios, favorecendo também a sua formação; A estruturação de uma matriz curricular que atenda às legislações/resoluções aplicadas, mas que também atenda às especificidades e demandas locais; Introdução de disciplinas do núcleo profissionalizante e específico a partir do primeiro semestre e com incremento gradativo de carga horária nesses núcleos, com o avanço gradual das fases. Conforme preconizado pelo curso de Eletrônica, entende-se que o contato precoce dos discentes com disciplinas desses núcleos é uma importante estratégia para manutenção da motivação e interesse dos alunos e para o êxito do curso; Inclusão obrigatória da disciplina de Libras no núcleo básico, tida como disciplina optativa ao aluno, conforme Parágrafo 2, do Artigo 3 do Decreto 5626/2005; Inclusão da carga horária de 400 horas para desenvolvimento de atividades complementares (40 horas semestrais), inclusive extensão, visando à complementação da formação integral do discente; Adequação do curso em 20 semanas letivas, 400 horas semestrais, conforme estabelecido na LDB 9394/1996, respeitando-se 200 dias letivos; Adoção da tecnologia de Ensino por Projetos experimental na disciplina de Microcontroladores (MIC2), na qual o aluno recebe a formação técnica teórica e tem que aplicá-la no desenvolvimento de protótipos, toda semana, o que desenvolve consideravelmente o empreendedorismo, pró-atividade e perfil de pesquisa no aluno. O curso de Engenharia Elétrica não possui certificações intermediárias. Embora existam módulos mais ou menos delimitados pela tecnologia que abordam (as fronteiras de conhecimento são, em parte, consolidadas pelos projetos integradores I e II) os alunos podem matricular-se e transitar pelas diversas UCs, desde que satisfeitos os respectivos pré-requisitos, o que aumenta a flexibilidade e dá ao aluno a possibilidade de trocar experiências com seus pares de outras fases, satisfazer a necessidade de conhecimentos paralelos à matriz curricular (Unidades Optativas), bem como preencher sua carga horária na eventualidade de uma reprovação. Todos esses fatores contribuem para a permanência e êxito acadêmico. Destaca-se também que o curso apresenta uma grande compatibilidade de disciplinas e cargas horárias encontradas em cursos similares do IFSC, em outros campi da Rede (por exemplo, Engenharia Elétrica e Engenharia Eletrônica do campus Florianópolis, Engenharia Mecatrônica do campus Criciúma, Engenharia Mecatrônica do campus Florianópolis, Engenharia de Controle e Automação do campus Chapecó), o que permite adequar eventuais necessidades de transferências discentes, com bom aproveitamento das disciplinas já cursadas. Outro ponto que merece destaque é o posicionamento dos Projetos Integradores. Estes delimitam grandes grupos tecnológicos, integrando conteúdos, habilidades e competências relacionadas, de forma a fortalecer a interdisciplinaridade horizontal e vertical e consolidar esses agrupamentos. Em relação a acessibilidade metodológica, os professores promovem a diversificação curricular e a utilização de recursos distintos para viabilizar a aprendizagem de estudantes. O Campus possui o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas, NAPNE, que identifica, acompanha e atende discentes com necessidades específicas e tem por objetivo contribuir na implementação de ações de acessibilidade metodológica e instrumental, bem como de políticas de permanência e conclusão com êxito dos estudos, orientando também docentes e demais servidores.

Finalmente, é importante destacar que o Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí é referência na rede IFSC em termos do cumprimento da Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que preconiza a curricularização da extensão em pelo menos 10% da Carga Horária total do Curso. Dessa forma, o presente curso é primeira engenharia do IFSC que apresenta em seu currículo disciplinas que atendem esta finalidade, que viabilizam por meio de uma estratégia curricular as ações de extensão e pesquisa aplicada, por meio de um conjunto de disciplinas de atividades complementares e da regulamentação destas atividades que são dispostas e regidas em regulamento próprio. Nesse contexto, o Curso apresenta os componentes curriculares no percurso de formação, com elementos comprovadamente inovadores, frente toda a Rede IFSC, em uma perspectiva moderna de atuação curricular que promovem a indissociabilidade entre os eixos de ensino, pesquisa e extensão.


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Indicador 1.5 Conteúdos curriculares NDE (FERNANDA)

TARCÍSIO



OK, PRONTO --------------------------

O Capítulo 31 do PPC do curso detalha os componentes curriculares da matriz do curso de Engenharia Elétrica, Campus Itajaí do IFSC. O PPC do curso foi pensado, elaborado e atualizado visando atender e possibilitar a promoção do perfil profissional do egresso previsto. O curso é integralizado em 4460 horas, das quais:

  • 1300 horas se referem às disciplinas do Núcleo Básico, que fornecem formação propedêutica e comum à maioria dos cursos de Engenharia da Rede IFSC,;
  • 940 horas se referem às disciplinas do Núcleo Profissionalizante;
  • 1480 horas se referem às disciplinas do Núcleo Específico;
  • 400 horas se referem a Atividades Complementares, realizadas internamente ou externamente à instituição, conforme critérios estabelecidos em documento próprio;
  • 160 horas se referem às atividades relativas ao Estágio Curricular e 140, às atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão de Curso.

O documento “Referenciais Nacionais dos cursos de Engenharia” (MEC/SESU, disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/referenciais.pdf) estabelece uma carga horária mínima de 3600 horas para Cursos de Bacharelado em Engenharia Elétrica, o que significa que o curso atende a carga horária recomendada. Os conteúdos curriculares do curso pretendem atender o perfil de Engenheiro Eletricista generalista, que atua na geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica. Em sua atuação, estuda, projeta e especifica materiais, componentes, dispositivos e equipamentos elétricos, eletromecânicos, magnéticos, de potência, de instrumentação, de aquisição de dados e de máquinas elétricas. Ele planeja, projeta, instala, opera e mantém instalações elétricas, sistemas de medição e de instrumentação, de acionamentos de máquinas, de iluminação, de proteção contra descargas atmosféricas e de aterramento. Além disso, elabora projetos e estudos de conservação, de eficiência de energia e utilização de fontes alternativas e renováveis. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza estudos de viabilidade técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; e efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em suas atividades, considera a ética, a segurança, a legislação e os impactos ambientais. Assim, atendidos os conteúdos do núcleo básico da Engenharia, os conteúdos profissionalizantes são: Eletricidade; Circuitos Elétricos e Lógicos; Conversão de Energia; Eletromagnetismo; Eletrônica Analógica e Digital; Instrumentação Eletroeletrônica; Materiais Elétricos; Modelagem; Análise e Simulação de Sistemas; Sistemas de Potência; Instalações Elétricas; Máquinas Elétricas e Acionamentos; Matriz Energética; Eficiência Energética e Qualidade de Energia. Isso significa que o educando receberá uma formação bastante ampla no que se refere à produção e distribuição e medição de energia elétrica e no projeto e utilização de dispositivos eletroeletrônicos, em consonância com o perfil do curso. Conforme ata de reunião do NDE de 06 de agosto de 2019, as bibliografias foram revisadas e referendadas, considerando a sua atualização, pertinência e quantidade, visando a aquisição de novas referências e complementação do acervo. Com relação à metodologia e acessibilidade metodológica, tal como previsto no PPC do curso, de acordo com as especificidades dos objetivos, conteúdos e das habilidades a serem desenvolvidos, várias estratégias metodológicas são aplicadas no curso, dentre elas: aula expositiva dialogada, atividades práticas em laboratórios, trabalhos individuais e em grupos, debates, estudos de casos, seminários, painel integrado, ambientações profissionais, visitas técnicas, palestras, leituras de artigos, projetos de trabalho/aprendizagem (pedagogia de projetos), o próprio trabalho de conclusão de curso, dentre outras. Além disso, o próprio sistema acadêmico, SIGAA, dispõe de espaço virtual para disponibilização de conteúdos. Nas disciplinas do Núcleo Específico, o educando terá oportunidade de conhecer e criar afinidade pelas várias sub-áreas da Engenharia Elétrica, tais como, Eletrônica, Sistemas de Energia e Sistemas de Telecomunicações, Engenharia Biomédica, etc. Além disso, o curso prevê a alocação de um mínimo de 36 horas de disciplinas optativas, as quais versarão, necessariamente, sobre assuntos emergentes, inovadores e do Estado da Arte em Engenharia Elétrica. Esta carga horária é mínima, podendo o acadêmico escolher livremente entre as unidades ofertadas semestralmente pela Área de Eletroeletrônica. Em princípio, o acadêmico poderá cursá-las em qualquer ponto da matriz, desde que cumpridos os pré-requisitos exigidos pela unidade escolhida. Uma lista mínima de disciplinas optativas a serem ofertadas seria: Tópicos Especiais em Engenharia Biomédica; Tópicos Especiais em Informática Médica; Tópicos Especiais em Simulação EDA (Electronic Design Automation); Cálculo de Campos Eletromagnéticos; Tópicos Especiais em Corrosão; Gestão da Qualidade; Gestão da Produção; Fundamentos em Física Moderna; Cálculo Numérico; Computação Científica II; Dispositivos Logico-Programáveis; Programação Orientada a Objeto; Eletrônica Aplicada à Ciências Naturais; Medidas e Metrologia e Projetos Elétricos Industriais. Considerando a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9.795/1999), a educação ambiental é desenvolvida ao longo do curso como uma prática educativa integrada, contínua e permanente, fazendo parte das habilidades e competências a serem desenvolvidas pelo egresso. A consciência ambiental está implementada diretamente na disciplina Engenharia e Sustentabilidade, já na primeira fase do curso, uma vez que que o perfil profissional do Engenheiro Eletricista prevê conhecimentos dos aspectos metodológicos da área, mas também perpassa várias outras UCs da matriz, tais como Ciência e Tecnologia de Materiais, Sistemas de Energia, Eficiência Energética, Ciência, Tecnologia e Sociedade e as disciplinas optativas de Gestão. De acordo com o PPC, levando-se em consideração as normativas atuais da educação para a cidadania e direitos humanos, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, Resolução CNE 1/2004, o curso conta com a educação das relações étnico-raciais, como tema abordado de forma transversal em diversas disciplinas no decorrer do curso, bem como, durante as atividades desenvolvidas no câmpus na Semana da Consciência Negra. Conta também com a inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Humanos que poderá se dar pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente, especificamente, na disciplinas de Ciência, Tecnologia e Sociedade, a qual abordará diretamente essas questões.

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Indicador 1.6 Metodologia COORD. PEGAGÓGICA (DÉBORA/DULCE)
OK, PRONTO --------------------------

O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) se apoia na tríade: ensino, pesquisa e extensão. Conforme estabelecido no Projeto Político Institucional (PPI) (disponível em https://pdi.ifsc.edu.br/files/2013/08/Minuta-Projeto-Pedagógico-Institucional-031020131.pdf), as ações são voltadas à socialização de saberes teóricos e práticos, visando o desenvolvimento das potencialidades dos alunos para que se constituam cidadãos participativos e corresponsáveis nos processos de transformação da sociedade.

No ensino, inter-relacionam-se os diferentes saberes, na pesquisa, eleva-se o conhecimento a novos patamares do saber e, na extensão, compartilham-se conhecimentos com a sociedade, contribuindo, dessa forma, para o alcance da missão institucional. Conforme o PPC, uma das características desejadas do perfil do Engenheiro Eletricista egresso do câmpus Itajaí é a inserção e adaptação rápida ao mundo do trabalho, sem, no entanto, perder de vista uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Grande parte dessa característica depende da integração entre a teoria e a prática no currículo e da implementação dessas ações ao longo do curso. As práticas pedagógicas de cada docente também constituem, entre outros, fatores determinantes para que a referida integração aconteça de forma efetiva.

A matriz curricular do Curso de Engenharia Elétrica do câmpus Itajaí é formado por três componentes: um Núcleo Básico, um Núcleo Profissionalizante, e um Núcleo Específico conforme abaixo. •Núcleo Básico: estabelecido na resolução Nº 35/2019/CEPE/IFSC (disponível em https://sig.ifsc.edu.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=510116&key=710d2c83c8edfb5364f672ceea98880f), é comum a todas as engenharias do IFSC e é composto por campos de saber que fornecem o embasamento teórico para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. •Núcleo Profissionalizante: é composto por campos de saber destinados à caracterização da identidade do profissional. Esse núcleo é comum aos Cursos de Engenharia Elétrica e Eletrônica. •Núcleo Específico: o qual visa contribuir para o aperfeiçoamento da qualificação profissional do formando e permitirá atender às peculiaridades locais e regionais.

De modo geral, no curso ministrado no câmpus Itajaí as unidades curriculares escolhidas para esse núcleo são específicas do Curso de Engenharia Elétrica, com ênfase generalista que envolve conceitos relacionados tanto a área da eletrônica, quanto da eletrotécnica.

Nesse sentido, algumas ações podem fortalecer este objetivo: a contextualização das disciplinas do núcleo básico ou profissionalizante com problemas reais do universo profissional do Engenheiro e em particular do Engenheiro Eletricista; a utilização de atividades em laboratório, tanto nas disciplinas do núcleo básico quanto naquelas de caráter profissionalizante geral ou específico; a utilização de atividades práticas que promovam a integração entre as diversas disciplinas, utilizando os conceitos destas para resolver problemas concretos de Engenharia Elétrica.

A integração entre a teoria e a prática tem como grandes aliados os Projetos Integradores (PIs), alocados em três fases do curso. Além disso, a integração ocorre no desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso e no Estágio Supervisionado. A utilização dos laboratórios é essencial nesse processo, pois tais espaços permitem desenvolver metodologias exitosas de ensino que consistem na realização de diversas atividades conexas em um mesmo ambiente: projetar, simular e implementar projetos de circuitos elétricos ou eletrônicos, de acordo com o conteúdo trabalhado.

A matriz curricular do Curso de Engenharia Elétrica é caracterizada por uma forte presença de atividades práticas, sendo este um diferencial consolidado em outras modalidades de oferta da Instituição. Evidencia-se, assim, um peso bastante significativo das atividades de cunho prático na formação do acadêmico do Curso de Engenharia Elétrica do câmpus Itajaí. Considerando a união da carga horária prática de cada unidade curricular, dos Projetos Integradores, do TCC e do Estágio Curricular, estas últimas de caráter inerentemente aplicado, constata-se um percentual superior a 32% das atividades acadêmicas.

O curso de Engenharia Elétrica do câmpus Itajaí do IFSC não possui certificações intermediárias. Embora existam módulos mais ou menos delimitados pela tecnologia que abordam (as fronteiras de conhecimento são, em parte, consolidadas pelos projetos integradores I e II) os alunos podem transitar pelas diversas Unidades Curriculares desde que satisfeitos os pré-requisitos das mesmas. Esta mobilidade mínima provê ao acadêmico a possibilidade de trocar experiências com seus pares de outras fases, satisfazer a necessidade de conhecimentos paralelos à matriz curricular (Unidades Optativas), bem como, preencher sua carga horária na eventualidade de uma reprovação. Todos estes fatores contribuem para a permanência e o êxito acadêmico.

É importante notar que as unidades curriculares do núcleo profissionalizante e mesmo as do núcleo específico apresentam-se desde as primeiras fases. Da mesma forma, unidades curriculares do núcleo básico e do núcleo profissionalizante permanecem na vida acadêmica até as últimas fases. Outro ponto que merece destaque é o posicionamento dos Projetos Integradores. Estes delimitam grandes grupos tecnológicos, integrando conteúdos, habilidades e competências relacionadas, de forma a consolidar estes agrupamentos. No câmpus Itajaí a relação entre ensino, pesquisa e extensão amplia o conceito de aula para além do tempo formal, estendendo-se para todo tempo e espaço, dentro e fora da instituição.

Indicador 1.7 Estágio curricular supervisionado COUTINHO



OK, PRONTO --------------------------

O estágio curricular supervisionado está institucionalizado através do projeto pedagógico do curso (PPC) aprovado e encontrado na sua última versão em (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/2/20/PPC-ENG4.pdf). Além disso, já existe o regulamento de estágio aprovado no colegiado de curso e pode ser encontrado em (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/d/d2/Regulamento_Estagio_EEL_ITJ_2019_v1.pdf).

O estágio curricular possui carga de 160h que está adequada ao projeto do curso de engenharia elétrica no IFSC campus Itajaí, que também contempla outras formas de aprendizado das competências próprias da atividade profissional e que integram o itinerário formativo do aluno; tais como trabalho de conclusão de curso (TCC) e atividades complementares (AC). Segundo o PPC, cada orientador pode possuir até 5 orientandos de forma que haja compatibilidade de carga horária com as outras atividades desenvolvidas pelo professor orientador.

De acordo com o termo de compromisso de estágio (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/EEL_principal_Curso_de_Engenharia_El%C3%A9trica), a unidade concedente do estágio deverá possuir um supervisor de estágio, e além disso, o departamento de eletroeletrônica, aonde está lotado o curso de engenharia elétrica, possui um moderador de estágios segundo portaria nº 237, de 12 de novembro de 2019. A figura do moderador foi estrategicamente criada para auxiliar na gestão dos processos de estágio, tais como no gerenciamento de convênios (https://sig.ifsc.edu.br/sigaa/estagio/convenio_estagio/lista.jsf), e na busca pela integração entre ensino e meio produtivo.

Indicador 1.10 Atividades complementares TIAGO
OK, PRONTO --------------------------

O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Elétrica do IFSC - Câmpus Itajaí (RESOLUÇÃO CEPE/IFSC Nº 15, DE 28 DE ABRIL DE 2014, REPUBLICADA EM 15 DE DEZEMBRO DE 2016), prevê: "Para a formação discente, estão previstas atividades complementares institucionais que deverão integralizar uma carga horária total de 400 horas, bem como complementar os 200 dias letivos previstos na LDB 9394/1996. A contabilização total da carga horária das atividades complementares previstas pelo PPC, bem como a sua distribuição mínima frente às diferentes modalidades de atividades complementares, será pautada pela publicação do “Regulamento de Atividades Complementares”.

O regulamento das atividades foi aprovado no Colegiado de curso em 22/12/2016, este prevê que para a avaliação do aluno no âmbito das atividades complementares serão considerados três critérios, a saber:

I. a compatibilidade e a relevância das atividades desenvolvidas, de acordo com o Regulamento, e os objetivos do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí; II. o total de horas dedicadas à atividade (ou equivalência – ANEXO I); III. a categoria a qual a atividade complementar pertence. As Atividades Complementares têm por objetivo enriquecer o processo de ensino-aprendizagem visando a variedade e abundância das atividades, pautadas nos eixos principais de atuação do IFSC, divididas em quatro grupos: I. atividades de complementação da formação social, humana e cultural; II. atividades de complementação do ensino e de formação profissional; III. atividades de extensão de cunho comunitário e de interesse coletivo; IV. atividades de iniciação científica, tecnológica e de inovação.

Conforme colocado na RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002 as atividades complementares são incentivadas e neste sentido, a coordenação apoia e oferece atividades tais como: palestras técnicas; visitas técnicas; viagens de estudo; monitorias; unidades curriculares de extensão curricularizada;

Na matriz curricular do curso de graduação em Engenharia Elétrica do IFSC campus Itajaí, disposta no PPC, há nas 10 fases a presença de uma Unidade Curricular (UC) denominada de “Atividades Complementares”. A carga horária dessas UC pode ser cumprida de duas formas, a saber: 1 - cursando UC de extensão curricularizada ou 2 - validando atividades desenvolvidas em contraturno.

Em relação às UCs de extensão, estas são ofertadas dentro da carga horária do curso e são desenvolvidas nos mesmos moldes das outras UCs que compõem a matriz, na qual o docente responsável registra e acompanha um plano de ensino, enquanto o discente se matricula no início do semestre, e será avaliado pelo critério de presença e de conceitos obtidos em exame: é obrigatório atingir conceito maior ou igual a 6 e frequência maior ou igual a 75% para ser aprovado. Exemplos de UCs que foram/são ofertadas: Francês, Inglês Técnico para Intercâmbio, Controladores Lógicos Programáveis, Robótica, VISIR – Laboratório de Instrumentação Remoto, Eletronic Design Automation, Projeto Intervenção - A extensão como ferramenta de integração e mobilização.

Segundo a meta 12 do PNE, deve-se: assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social. Nesse sentido, o curso de Engenharia Elétrica do IFSC Campus Itajaí se destaca dentro da rede, sendo considerado como referência e projeto piloto quando se trata do assunto de curricularização da extensão pelo fato de usar esse mecanismo inovador.

Já em relação às validações de atividades complementares desenvolvidas em contraturno, foi elaborado, e aprovado em colegiado do curso, um regulamento próprio (anexado ao final) que tem por finalidade normatizar a validação das Atividades Complementares (AC). De maneira geral, estas podem ser realizadas em qualquer fase do curso e serão desenvolvidas nos três eixos de atuação do IFSC, com atividades de ensino, pesquisa ou extensão, e ainda atividades de formação social, humana e cultural. O principal objetivo desta prática é propiciar aos alunos uma formação acadêmica ampla e interdisciplinar. Desta forma o IFSC, através dos esforços da coordenação de curso e do centro acadêmico, promove atividades que viabilizam aos discentes o cumprimento da carga horária necessária. As ofertas são disponibilizadas no Portal WIKI do curso.

Ainda, no âmbito do curso existe a figura do moderador de Atividades Complementares que tem sua função delegada pela Portaria N°60/2016, que prevê a alocação de duas horas semanais para dedicação às atividades. O dentre as atribuições do moderador de atividades complementares estão: a elaboração e revisão e disseminação dos regulamentos. Junto com a coordenação de curso, a secretaria e setor de registro acadêmico (RA), foi criada uma sistemática inovadora para realizar e acompanhar o processo de validação das atividades. Onde o aluno protocola o processo de validação na secretária e tanto ele quanto os setores interessados acompanham o andamento on-line. Tal metodologia usada na regulação, gestão e aproveitamento tem se confirmado como exitosa tendo em vista o volume de processos analisados e o quantitativo de carga horária validada pelos discentes do curso. Todos esses dados estão dispostos nos relatórios de indicadores divulgado no portal do curso.

Indicador 1.11 Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) COUTINHO
OK, PRONTO --------------------------
O trabalho de conclusão de curso está institucionalizado através do projeto pedagógico do curso (PPC) aprovado e encontrado na sua última versão em (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/2/20/PPC-ENG4.pdf). O TCC possui carga de 140h que está adequada ao projeto do curso de engenharia elétrica no IFSC campus Itajaí, que também contempla outras formas de aprendizado e desenvolvimento das competências próprias da atividade profissional e que integram o itinerário formativo do aluno; tais como o estágio supervisionado e atividades complementares (AC). Constam no PPC a forma de apresentação esperada do TCC, bem como os aspectos relacionados às orientações dos trabalhos pelos professores-orientadores. Manuais de apoio à produção de trabalhos são disponibilizados em (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/EEL_principal_Curso_de_Engenharia_El%C3%A9trica). Existe ainda um repositório para divulgação dos trabalhos após as apresentações e correções em (http://repositorio.ifsc.edu.br/). 
Indicador 1.12 Apoio ao discente COORD. PEDAGÓGICA

(DÉBORA/DULCE)


OK, PRONTO --------------------------

Conforme definido pelo Regimento Didático Pedagógico - RDP (disponível em https://www.ifsc.edu.br/documents/30725/0/resolucao20_2018_rdp1+%282%29.pdf/61471b68-60c4-4e4a-856a-15536ba90f54), o discente conta com atendimento extraclasse de duas horas por Unidade Curricular em horário previamente acordado com o docente de forma a diminuir as fragilidades orindas da educação básica.

Além disso, conforme o Projeto Pedagógico do Curso - PPC, a Coordenação do Curso é o local de referência para atender os discentes em suas demandas relativas ao curso, ao corpo docente ou à instituição. Em situações em que haja necessidade de intervenção direta com o discente, a Coordenação do Curso conta com o apoio da Coordenadoria Pedagógica do Campus Itajaí que conta com Psicóloga, Assistente Social, Pedagogas, Técnicas em Assuntos Educacionais e Assistentes em Administração. O discente conta também com o apoio do Núcleo de Apoio a Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE), que é formado por uma equipe multidisciplinar qualificada para voltar o olhar sobre as demandas específicas dos estudantes com necessidades especiais de forma a otimizar o processo de ensino-aprendizagem. (http://itajai.ifsc.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=91&Itemid=135)

No que se refere à Assistência Estudantil (https://www.ifsc.edu.br/assistencia-estudantil), o IFSC desenvolve o Programa de Atendimento aos Estudantes em Vulnerabilidade Social - PAEVS. Ele segue as diretrizes do Programa Nacional de Assistência Estudantil, regulamentado pelo Decreto nº 7.234 (disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7234.htm), de 19 de julho de 2010 e Resolução do Conselho Superiro - CS do IFSC nº 41(disponível em https://sig.ifsc.edu.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=162918&key=5acf3bc9cd740fb58c9465176d1ab663), de 19 de dezembro de 2017.

Essas políticas estão voltadas à inclusão social e educacional e visam democratizar e ampliar o acesso e permanência na educação superior de estudantes oriundos de diversas realidades sociais. O objetivo central é reduzir as barreiras para fomentar a participação efetiva e o sucesso desses alunos no ensino superior público, gratuito e de qualidade.

São organizadas diversas ações, por meio das quais os estudantes têm acesso a apoio a participação em eventos, auxílio financeiro para pagar despesas – como, por exemplo, alimentação, moradia, material escolar e transporte entre casa e escola -, dentre outras.

O PAEVS é oportunizado por editais contínuos e permanentes e é composto pelos seguintes auxílios financeiros: O Auxílio Permanência, Auxílio Compulsório, Auxílio Ingressante Cotista Renda Inferior a 1,5 S.M. e o Auxílio Emergencial, conforme detalhados abaixo:

1) O Auxílio Permanência, configura-se na oferta de auxílios financeiros, em forma de pecúnia, destina-se ao estudante que se encontre em situação de vulnerabilidade social que comprometa a sua condição de permanência e êxito nas atividades acadêmicas do período letivo (disponível em https://www.ifsc.edu.br/editais-paevs) 2) O Auxílio Compulsório, configura-se na oferta de auxílio financeiro em forma de pecúnia, e destina-se a estudantes inscritos no CadÚnico; 3) O Auxílio ingressante cotista - ACRI, configura-se na oferta de auxílio financeiro em forma de pecúnia, destinado ao estudante ingressante, aprovado por meio da cota de escola pública com renda inferior a 1,5 salários-mínimos após deferimento pela comissão de análise de renda. 4) O Auxílio Emergencial tem caráter eventual e destina-se ao atendimento do estudante, em situação financeira adversa e não previsível que impossibilite a permanência e o êxito no percurso acadêmico. 5) O Auxílio Moradia (disponível em https://www.ifsc.edu.br/editais-moradia) é um auxílio em pecúnia com o objetivo de custear parcialmente os gastos com aluguel ou outros custos com moradia fora da sede familiar, proporcionando melhores condições para a permanência e êxito dos estudantes de cursos superiores do IFSC ingressantes através do Sistema de Seleção Unificada - SISU (disponível em http://www.sisu.mec.gov.br/).

A instituição também tem professor de educação especial e ações de acessibilidade como banheiros adaptados, portas largas para passagem com cadeiras de rodas, corrimãos, elevadores, sinalização visual em alguns espaços. Além de mobiliário acessível, como cadeira de rodas, e demais recursos de tecnologia assistiva como computadores, lupa, cadernos de pauta ampliada e revistas em braile na biblioteca.

Outro ponto central é a formação continuada do corpo docente e do corpo técnico administrativo visando a eliminação de barreiras com a Semana Pedagógica e a Semana da Engenharia Elétrica que são eventos realizados no Câmpus.

Para alimentação há a contração de uma empresa por meio de concessão não onerosa de espaço físico para fornecer alimentos com valor acessível. Os discentes também realizam visitas técnicas em empresas da região e também outros estados. O Câmpus inclusive tem ônibus próprio para facilitar essas visitas.

Os discentes do Curso de Engenharia Elétrica contam com espaço próprio para desenvolvimento das atividades do Centro Acadêmico, da Empresa Júnior, e também da Atlética, tendo espaço reservado para utilização da infraestrutura do Câmpus, como a quadra poliesportiva, atividades de recreação e integração, ar condicionado nas salas, Biblioteca disponível para estudos das 7h30 às 22h30 e estacionamento gratuito.

Visando apoiar o desenvolvimento e a aprendizagem dos discentes, o IFSC oferece oportunidade de intercâmbios que estão definidos em programas insitutcionais (como o edital Propicie), além de incentivo a participação com fomento e sem fomento em projetos de pesquisa, extensão, monitoria e estágios

O Campus Itajaí conta com um programa de monitoria institucionalizado que atualmente é lançado a cada início de semestre letivo. O programa possui como base para definição das vagas de monitoria remunerada/voluntária os levantamentos indicados pelos docentes do Câmpus e os relatórios de retenção por disciplina de novo a priorizar os pontos mais críticos observados no Curso.

O Campus Itajaí conta com um programa de estágio, com atuação de um docente moderador de estágio designado em portaria própria, que zela pelo cumprimento do Regulamento de Estágio Curricular definido para o Curso de Engenharia Elétrica. dentre as suas atribuições está a elaboração de estratégias de integração entre os meios acadêmico e o do trabalho considerando o perfil do egresso, de modo a manter interlocução com os ambientes de estágio, e buscando atualizar as práticas de estágio.

Aos discentes com dificuldade de acompanhamento e desenvolvimento regular de componentes curriculares, conforme indica o Art. 18 do RDP, poderão ser oferecidos Planos de Estudo Diferenciado - PEDi, cujos planejamentos serão supervisionados pela Coordenadoria Pedagógica do Câmpus. O PEDi será elaborado pela Coordenadoria de Curso e Coordenadoria Pedagógica permitindo que menos componentes curriculares sejam realizados a cada semestre e de acordo com uma das recomendações da Nota Técnica CEPE nº 01/2016, “o docente responsável pelo componente curricular, em conjunto com a Coordenação de Curso e Coordenação Pedagógica, deverá utilizar das estratégias de atendimento individualizado de estudos, e poderá utilizar, julgada a conveniência e disponibilidade da carga horária, horas adicionais como nivelamento, sem constituição de turma, em atividades de apoio ao ensino prevista na resolução vigente, e que estabelece limites de cargas horárias para as Atividades de ocupação docente”

Indicador 1.13 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa JOÃO PAULO
OK, PRONTO --------------------------

O curso de Engenharia Elétrica passa por constantes e periódicas avaliações internas, conforme apresentado pelos relatórios da CPA (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/Análise_dos_Itens_de_Avaliação_do_INEP_-_2015-2) e pelos extratos dos relatórios (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/Análise_dos_Itens_de_Avaliação_do_INEP_-_2015-2) da CPA disponibilizados na Wikipédia do curso (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/EEL_principal_Curso_de_Engenharia_Elétrica) para apreciação dos professores.

Além disso, o curso de Engenharia Elétrica do campus Itajaí também é avaliado sistematicamente e semestralmente por todos os discentes do curso. Os resultados da avaliação são concentrados em um relatório e apresentado na reunião de área. O relatório também é disponibilizado nos quadros de avisos com objetivo de promover a apreciação dos resultados pela comunidade acadêmica. Como evidência, são disponibilizadas a última ata da reunião de área tratando sobre a avaliação discente: http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/d/d0/Ata_reuni%C3%A3o_2019_06_25.pdf e o relatório da avaliação discente, que pode ser acessado em: https://drive.google.com/open?id=1g7_59LrdmbayfkK9WB-E2MZPTPFNOQ6rakMs426Ez2c.

Vale lembrar também que, ao final de cada semestre letivo, é realizada a reunião de colegiado do curso de Graduação em Engenharia Elétrica, onde é realizado um balanço do desempenho dos alunos de todas as fases do curso, bem como um balanço do andamento do curso durante o semestre em seus mais variados aspectos, tais como: didático-pedagógico, administrativo, gestão de pessoas, gestão de processos institucionais no âmbito do curso, dentre outros. Como evidência, menciona-se as atas de reunião de colegiado de câmpus, disponível na Wikipédia do curso de graduação em Engenharia Elétrica do IFSC/Câmpus Itajaí (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/Engenharia:NDE).

No tocante à avaliação externa, menciona-se a avaliação de desempenho dos servidores que atuam no curso de Graduação em Engenharia Elétrica. Os servidores ligados ao curso são avaliados por sí próprios, pelas suas chefias imediatas e, no caso de servidores docentes, pelos alunos do curso, por meio de sistema específico (SAD-IFSC). Como evidência, menciona-se os relatórios institucionais periódicos da avaliação de cada servidor hospedados no sistema da Diretoria de Gestão de Pessoas do IFSC (DGP-IFSC). É digna de menção, também, a avaliação de necessidades de capacitação dos servidores que atuam no curso de Graduação em Engenharia Elétrica. Como evidência desse processo, destacam-se os relatórios institucionais produzidos pelo Sistema de Gestão de Competências do IFSC (Gestcom-IFSC).

Em relação à avaliação externa, o curso também é avaliado por empresas que possuem convênio com a instituição. Essa avaliação ocorre durante o estágio obrigatório e se dá através do preenchimento do Termo de Realização do Estágio (TRE), onde o supervisor na empresa do estagiário avalia a formação técnica e humana do estudante. O TRE serve, portanto, como uma importante ferramenta na gestão do curso. É importante observar também que o TRE é preenchido e fornecido pelas empresas conveniadas de forma periódica, uma vez que a disciplina de estágio obrigatório é ofertada semestralmente. Como evidência documental, o TRE pode ser acessado pelo link: http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/3/38/TERMO_REALIZA%C3%87%C3%83O_EST%C3%81GIO.odt. Como evidência da apropriação da avaliação externa através do estágio obrigatório, são fornecidas atas das reuniões de área onde o assunto foi discutido: http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/Engenharia:NDE.

Além do mais, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos concluintes do curso em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos. Os resultados do Enade fornecerão, aliados às outras ferramentas avaliativas já discutidas, insumos para as ações do Coordenador de Curso na gestão focada no desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional do aluno.

Por fim, pode-se concluir que o curso possui vários processos de avaliação sistematizada, tanto em âmbito interno quanto externo, que produzem resultados claros e formam uma base concisa para as ações dos gestores e para apreciação da comunidade acadêmica.


5
Indicador 1.16 Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo ensino-aprendizagem POZAS

COORD. TI (BRUNO)


OK, PRONTO --------------------------

Atualmente o IFSC disponibiliza algumas tecnologias de informação e comunicação em benefício de um melhor aproveitamento dos estudantes. Pode-se citar o ambiente virtual conhecido como Sistema Integrado de Gestão das Atividades Acadêmicas (SIGAA) dentro do qual, além das funções associadas a diário de classe das unidades curriculares, é possível disponibilizar aos estudantes diferentes mídias, como textos, figuras, imagens animadas, áudios, vídeos, e links para conteúdo externo, que o docente entenda que estejam relacionados ao conjunto de conteúdos trabalhados na respectiva unidade curricular. Adicionalmente, neste sistema é possível interagir com os estudantes através de questionários, notícias, tarefas online (individuais ou coletivas) com prazo para entregar. Todo o material colocado no SIGAA fica disponibilizado para acesso a qualquer instante do dia, e a partir de qualquer dispositivo (computadores, smartphones e tablets);

O IFSC disponibiliza ainda outros meios virtuais, como por exemplo o moodle, ambiente no qual cursos inteiros são explorados por alguns docentes para ministrar cursos inteiros em caráter EaD. Esta ferramenta está disponível para qualquer docente do IFSC que deseje utilizá-la. Há ainda a possibilidade de disponibilização de notas de aula, material para estudo, vídeos e documentos, no ambiente WiKi. Alguns docentes optam por esta modalidade por estarem mais familiarizados.

Importante mencionar também como experiência diferenciada de aprendizagem, o projeto de extensão VISIR (https://visir.florianopolis.ifsc.edu.br/visir/index.php/pt?page=AboutPage), que consiste de um laboratório virtual. A parte real do laboratório está alocada no campus Florianópolis, e através de acesso remoto os estudantes conseguem desenvolver experimentos de eletrônica como se estivessem em um laboratório real. Todas as medidas são repassadas em tempo real ao terminal do aluno. Este projeto permite aos estudantes efetuar práticas de laboratório em qualquer hora e a partir de qualquer lugar.

SIGAA (manual para o aluno e da CTIC): http://www.ifsc.edu.br/documents/30725/0/Manual+Sigaa.pdf/e384dc19-3575-f029-2f68-cb30f1741cef https://wiki.ifsc.edu.br/mediawiki/index.php/PROEN


3
Indicador 1.18 Material didático POZAS NSA para cursos presenciais que não contemplam material didático no PPC. NSA
Indicador 1.19 Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem ALFEN

O PPC do Curso de Engenharia Elétrica define que a avaliação dos alunos será realizada conforme o Regulamento Didático Pedagógico (RDP) em vigor no IFSC. Atualmente o RDP descreve o processo de avaliação nos artigos 161 a 167. O documento oficial do RDP está disponível à todos os alunos no Portal Wiki de Engenharia Elétrica.

O Regulamento Didático-Pedagógico do IFSC, no capítulo 17, Art. 35, relata que a avaliação da aprendizagem terá como parâmetros os princípios do PPI e o perfil de conclusão do curso definido no PPC, no Art. 36, temos que os instrumentos de avaliação serão diversificados e deverão constar no plano de ensino do componente curricular, estimulando o aluno à: pesquisa, reflexão, iniciativa, criatividade, laboralidade e cidadania.

As avaliações podem constar de: I - observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades; II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva; III - testes e provas escritos, com ou sem consulta; IV - entrevistas e arguições; V - resoluções de exercícios; VI - planejamento ou execução de experimentos ou projetos; VII - relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas; VIII - atividades práticas referentes àquela formação; IX - realização de eventos ou atividades abertas à comunidade; X - autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe; XI - demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.

Também, no Art. 37, diz que o aluno terá nova oportunidade de prestar atividades de avaliação não realizadas por motivo de doença ou por falecimento de familiares, convocação do judiciário e do serviço militar, desde que encaminhe em até 2 (dois) dias letivos contados do final do afastamento, um requerimento à Coordenadoria de Curso, com os documentos comprobatórios do impedimento. O Art. 38, mostra que a recuperação de estudos, a que todos os alunos têm direito, compreenderá a realização de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a aprendizagem.

O resultado da avaliação final será registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). § 1º O resultado mínimo para aprovação em um componente curricular é 6 (seis). Ao aluno que comparecer a menos de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária estabelecida no PPC para o componente curricular será atribuído o resultado 0 (zero). O registro de cada componente curricular será realizado pelo professor no diário de classe na forma de valores inteiros de 1 (um) a 10 (dez). A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final.

Ainda em relação ao procedimento de acompanhamento e de Avaliação do Processo de Ensino- Aprendizagem, consta no PPC, o item 39, pág. 99 (numeração arquivo PDF), o discente do Curso de Engenharia Elétrica é avaliado de forma contínua em cada unidade curricular, de modo a sanar possíveis lacunas na aprendizagem e garantir seu crescimento e o aprimoramento do conhecimento, com as competências necessárias para atuar como Engenheiro Eletricista, e assim atender a concepção do curso, qual seja, oferecer formação de qualidade não apenas na sua dimensão conceitual, mas propiciando o saber ser (atitudes, posturas e valores) e o saber fazer (conhecimentos e habilidades).

O registro da aplicação das diversos procedimentos de acompanhamento e de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem consta no plano de curso e diário de classe das unidades curriculares que podem ser encontrados no sistema acadêmico e no setor de registro da instituição.


Conforme reunião de NDErealizada em 28/07/2016, nas dependências do Câmpus Itajaí, os professores do Departamento de Eletroeletrônica entendem que é importante uma padronização das fórmulas para cálculo das médias finais das Unidades Curriculares, principalmente no sentido de garantir que a avaliação dos alunos leve em conta a concepção do curso definida no PPC (quanto a avaliação continuada, de caráter teórico e prático) de modo a consolidar os conhecimentos e habilidades previstas nas ementas, bem como valorizar a atitude dos alunos. Recomenda-se uma fórmula padronizada deve estar explícita no plano de ensino das Unidades Curriculares, bem como os seus critérios de ponderação. Nesse sentido, a primeira proposta apresentada na ocasião foi a inclusão do seguinte texto nos planos de ensino (quanto aos critérios de avaliação): 

Recomendação: Incluir os Seguinte Texto nos Planos de Ensino para Padronização da Avaliação no Curso 

A sistemática de avaliação considera os conhecimentos adquiridos pelo aluno no decorrer do curso, na escola e na disciplina (conhecimento – saber teórico), as habilidades de colocar em prática o conhecimento adquirido, gerando soluções reais a problemas práticos (habilidade – saber fazer), e os comportamentos que o aluno tem diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolve no seu dia-a-dia (atitude – querer fazer). O conceito final do aluno (apto ou inapto) é obtido a partir da média final (MF) e da frequência em sala-de-aula. A média final (MF) é obtida a partir da média ponderada entre as notas de avaliação continuada (AC) (atividades propostas em sala de aula e lista de exercícios), avaliação prática (AP) (média aritmética das notas de laboratório), e média das provas (MP), conforme a seguinte fórmula:

MF = (AC + AP + 2*MP)/4 
Assim, será considerado apto ou aprovado o aluno que obtiver média final >= 6.0 e frequência igual ou superior a ¾ da carga-horária da disciplina. Para os casos em que a MF < 6,0 será realizada uma prova de recuperação, que substituirá a menor nota obtida nas provas regulares.


Indicador 1.20 Número de vagas VALENTE

Da Adequação do Número de Vagas:

A adequação das vagas do presente Curso de Engenharia Elétrica está baseada em estudos socioeconômicos quantitativos e qualitativos descritos na Síntese Informativa da Microrregião de Itajaí (IFSC 2013), que apresenta uma detalhada pesquisa de análise de demanda educacional e perfil da região.

O Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí foi o primeiro curso de Eng. Elétrica da Região da AMFRI e, conforme descrito no PPC, tem como principal papel minimizar a demanda reprimida no acesso ao ensino superior (que é de apenas 4% da população), bem como aumentar os índices de oferta de ensino público na região (apenas 2,5% da oferta de ensino superior na cidade é publica). Com números tão críticos, abertura do curso tem recebido uma procura considerável em seu processo de ingresso, que é monitorado semestralmente pela coordenação do curso visando a adequação do número de vagas à capacidade limite de infraestrutura física e adequação de corpo docente ao que o curso se propõe.

Historicamente o Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí apresenta resultados expressivos de demanda, como por exemplo obtenção do índice de 2º curso mais concorrido de toda rede IFSC (1º lugar no turno vespertino), já em seu primeiro semestre de oferta (2015-2) ,

O monitoramento histórico da Relação Candidato/Vaga (RCV) atingem índices de até 21,55 por vaga, sempre com preenchimento das suas 40 vagas semestrais com as seguintes relações:

1) Maior RCV: 21,55 por vaga (862 inscritos em 2017-2) 2) Menor RCV: 6,25 por vaga (250 inscritos em 2016-2)


Da Adequação da Infraestrutura Física:

De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 41, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2014 - Regulamento Didático Pedagógico – RDP – do IFSC, em seu Art. 6º, §5º "As turmas deverão ser compostas por 40 (quarenta) alunos, otimizando os espaços físicos e a oferta de vagas, casos excepcionais deverão ser justificados no PPC". A área total de infraestrutura disponibilizada para o Curso de Engenharia Elétrica é de 1.059,7 m², divididas em 4 salas multimídea de 57,2 m² (área total de 228,8 m²), 2 laboratórios de informática (área total de 127,1 m²), 1 sala de desenho (69,87 m²), 11 laboratórios de Eng. Elétrica (com área total de 506,8 m²), 1 laboratório de física (69,9 m²), 1 laboratório de química (57,2 m²), para uma oferta total de 400 vagas disponíveis. Cada laboratório dispõe de um conjunto específico de equipamentos dedicado às suas finalidades e objetivos, de modo a permitir o desenvolvimento das 59 Unidades Curriculares previstas no Curso.

No caso do Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí, são oferecidas 40 vagas semestrais para ingresso na 1ª fase do Curso. Conforme definido no PPC, as quatro primeiras fases ficam alocadas em salas de aula multimídia para aulas teóricas e em laboratórios especializados para as aulas práticas. As demais turmas do Curso ficam alocadas em laboratórios especializados que possuem configuração didática mista, de modo a permitir ao docente a alternância entre teoria e prática durante a aula.

Nas aulas de laboratórios as turmas são normalmente divididas em turma A e B, de modo que o número de alunos nas turmas seja adequado a dimensão do laboratório e à capacidade de alunos. No documento do PPC do Curso, a seção de Infraestrutura descreve os dados técnicos e as dimensões de cada laboratório utilizado no curso. Na maioria das turmas, busca-se uma divisão de alunos que permita aos alunos trabalhar individualmente no computador ou no máximo em duplas.

Em síntese, os alunos do Curso de Engenharia Elétrica ocupam regularmente os seguintes espaços:

1) Sala de aula multimídea 1, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 1) 2) Sala de aula multimídea 2, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 2) 3) Sala de aula multimídea 3, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 3) 4) Sala de aula multimídea 4, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 4) 5) Laboratório de Circuitos Elétricos (LabCEL), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 5A) 6) Laboratório de Eletrônica (LabELETRO), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 5B) 7) Laboratório de Instalações Elétricas (LabINE), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 6A) 8) Laboratório de Maquinas Elétricas (LabMAQ), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,86 m²/aluno; (Turma 6B) 9) Laboratório de Automação Industrial (LabAI), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno.; (Turma 7A) 10) Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado (LabMAG), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 7B) 11) Laboratório de Microprocessadores (LabMIC), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 8A) 12) Laboratório de Sistemas de Comunicação (LabCOM), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 8B) 13) Laboratório de Sistemas de Potência (LabSPOT), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 9A) 14) Laboratório de Eletrônica de Potência (LabEP), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 9B) 15) Laboratório de Projetos (LabPROJ), possui área total de 69,8 m² e capacidade nominal de 36 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,94 m²/aluno.

Para desenvolvimento de pesquisas e elaboração dos trabalhos de conclusão de curso (TCC), os alunos disponibilizam de uma ampla biblioteca, com 380 m², com sala de apoio audiovisual, ambiente de pesquisa individual, acesso a bibliografia e periódicos. (Turma 10) Da Adequação da Dimensão do Corpo Docente:

Em relação ao número de professores, busca-se no planejamento de distribuição das disciplinas atribuir no máximo 3 disciplinas de cunho técnico/tecnológico para cada docente do Curso, visando assim garantir uma excelente qualidade no ensino. O QUADRO RESUMO DOS DOCENTES DO CURSO, página 108 do PPC do curso apresenta a distribuição dos professores titulares para cada disciplina. É importante ressaltar que no IFSC a carga de atividades em sala de aula é regulamentada conforme a Resolução Nº 23/2014/Consup de 09 de Julho de 2014 (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/consup_resolucao23_2014_atividades%20docentes_ifsc.pdf) que estabelece que: Art. 16. "Os docentes do IFSC, independente de seu regime de trabalho, deverão exercer no mínimo 8 (oito) horas semanais de aulas e máximo 18h", possibilitando que o professor desenvolva outras atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e representação e também de capacitação e qualificação.

A adequação de quantitativo docente segue a planilha contida na POCV do Câmpus Itajaí e está alinhada ao PDI do IFSC. Conforme destaca o referido documento, onde consta a CH total prevista para implantação do Curso de Eng. Elétrica em suas diversas áreas de conhecimento, Todos os professores previstos já foram contratados para composição do quadro efetivo do Curso.

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DIMENSÃO 2 - CORPO DOCENTE E TUTORIAL (30%)
Indicador 2.1 Núcleo Docente Estruturante – NDE FERNANDA
OK, PRONTO -----------------------

Conforme pode ser constatado na Tabela 5.1, do Capítulo 45 do PPC do curso, O NDE possui, em sua composição, doze (12) membros, dos quais: onze (11, 91,6%) são docentes em regime de Dedicação Exclusiva (tempo integral) que atuam em disciplinas do curso; um (01) membro é representante da Coordenação Pedagógica do Campus; seis (06, 50%) docentes têm formação na área de Engenharia Elétrica, e oito (08, 66%) membros possuem titulação de Doutor, e três (03), possuem titulação de Mestre. Essa formação original se manteve a mesma, desde o início do curso, até o presente.

O NDE atua no acompanhamento, na consolidação e na atualização do PPC, tendo tido papel fundamental na construção das sete (07) revisões que o PPC sofreu, desde sua edição original de 2015. Conforme as Atas das reuniões do NDE e capítulo 38 do PPC, pode-se constatar que o grupo também tem por função prospectar e propor o acompanhamento, ampliações, aquisições e avaliações que o curso sofre.

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Indicador 2.3 Atuação do coordenador ALFEN Conforme está explícito no PPC no item 45, letra a, página 101 (arquivo PDF), o coordenador do curso, será um docente da Área de Eletroeletrônica, contratado em regime integral de 40 horas semanais e dedicação exclusiva.

O Coordenador do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, em conformidade com o Regimento Interno, executa as seguintes atribuições: Planejar as atividades administrativas e acadêmicas e propor medidas que assegurem o padrão desejado de qualidade do curso; acompanhar o desenvolvimento do currículo do seu curso; responsabilizar-se pelo cadastro e pela atualização da matriz acadêmica do curso junto ao Departamento de Ensino; adequar os currículos ao mundo do trabalho e à legislação; coordenar estudos para criação, atualização ou extinção de habilitações profissionais, ligadas ao seu curso; responsabilizar-se pela avaliação do programa de estágio curricular de seu curso, quando designado; acompanhar os processos de avaliação do programa de estágio curricular do seu curso, para que sejam seguidos os procedimentos legais; auxiliar o Chefe de Departamento no planejamento das atividades relacionadas ao seu curso; planejar a programação e acompanhar a execução de viagens de estudo, junto a Coordenação de Infraestrutura; emitir Parecer Técnico sobre o pedido de matrícula, transferências, validações, certificados e outros relacionados ao processo de ensino-aprendizagem dos alunos matriculados no Curso; autorizar os pedidos de substituição, antecipação, dispensa e recuperação de aulas e troca de horários; participar das reuniões administrativas e didático-pedagógicas; auxiliar na seleção de novos docentes; emitir parecer sobre o rendimento de professores substitutos e em estágio probatório; planejar e coordenar as reuniões de avaliação; colaborar com colegiados e comissões; participar dos referidos Conselhos de Ensino; promover a divulgação de eventos pedagógicos; proceder a elaboração e a distribuição dos horários de turmas, de professores e de espaços físicos, em articulação com a Coordenação de Infraestrutura; participar de projetos de ensino, de pesquisa e de extensão; efetuar o acompanhamento pedagógico e disciplinar de alunos e turmas; acompanhar e avaliar o planejamento e a execução do seu plano de ação; encaminhar o planejamento de capacitação dos servidores lotados na sua coordenação e acompanhar sua execução; desenvolver outras atividades, dentro da sua competência, a ele atribuídas pelo Departamento ao qual está vinculado. As atividades acima mencionadas estão diretamente inter-relacionadas e buscam cumprir e alcançar de forma adequada os objetivos gerais do curso. Ainda, o coordenador integrará o Conselho de Gestão do câmpus Itajaí.

Indicador 2.4 Regime de trabalho do coordenador de curso VALENTE
  • Para atingir o nível 4 é necessário melhor sistematização e levantamento de indicadores disponíveis e públicos com relação ao desempenho da coordenação (Recomenda-se a contratação de estagiário (Secretariado/Administrativo) para auxiliar na burocracia e liberar a coordenação para sistematização e análise de indicadores de atendimento)
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Indicador 2.5 Corpo docente: titulação GUILHERME
Indicador 2.6 Regime de trabalho do corpo docente do curso GUILHERME
Indicador 2.7 Experiência profissional do docente GUILHERME
Indicador 2.9 Experiência no exercício da docência superior GUILHERME
Indicador 2.12 Atuação do colegiado de curso ou equivalente DOUGLAS O colegiado do curso é um órgão institucionalizado, regulamentado pelo IFSC – Campus Itajaí e encontra-se em pleno funcionamento, atuando na aprovação das regulamentações: do NDE, do PPC, das atividades complementares e da Curricularização da Extensão. Além disto, o Colegiado vem atuando em questões acadêmicas associadas a validação de disciplinas bem como no ingresso por transferência. Integrado por representantes dos segmentos docente, técnico administrativo, discente e representantes de áreas afins, o colegiado do curso reúne-se extraordinariamente duas vezes a cada semestre letivo. Os assuntos tratados, as decisões tomadas bem como os encaminhamentos definidos, são devidamente registrados em ata, arquivados em pasta dedicada e disponibilizados a comunidade por meio digital.

Informações sobre a criação do Colegiado do Curso e seus participantes podem ser encontradas na Portaria 47/2016, enquanto as atas das reuniões podem ser acessadas fisicamente na devida pasta ou digitalmente pelo endereço: << http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/index.php/Engenharia:NDE >>..

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Indicador 2.16 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica GUILHERME
DIMENSÃO 3 – INFRAESTRUTURA (30%)
Indicador 3.1 Espaço de trabalho para docentes em tempo integral SAIMON Os professores do curso ficam nas salas dos professores, nas salas de auxílio a coordenação e na sala dos coordenadores. Estes ambientes dispõem de infraestrutura completa com 8 computadores disponíveis, wifi e contemplando os requisitos de ergonomia, conforme NR 17, onde existam atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, com boa acústica e ambiente climatizado, logo, viabilizando todas as ações acadêmicas conforme necessidades institucionais. Além disso as salas dos professores possuem armários para a guarda de equipamentos pessoais com segurança.

Caso haja necessidade de um atendimento com garantia de privacidade, os professores podem usar as salas de atendimento.

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Indicador 3.2 Espaço de trabalho para o coordenador SAIMON A sala da coordenação é separada das demais, permitindo o atendimento individual ou em grupo com privacidade. Além disso possui infraestrutura diferenciada com componentes exclusivos para o coordenador como computador, armário, impressora e quadro para anotações, logo, viabiliza plenamente ações acadêmicas e administrativas possibilitando forma distintas de trabalho. 5
Indicador 3.3 Sala coletiva de professores SAIMON A sala dos professores dispõe de toda a infraestrutura necessária para o trabalho docente. São duas salas com várias baias, cada uma com o nome do respectivo professor, 8 computadores disponíveis, wifi e contemplando os requisitos de ergonomia, conforme NR 17, onde existam atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, com boa acústica e ambiente climatizado, logo, viabilizando todas as ações acadêmicas conforme necessidades institucionais. Além disso as salas dos professores possuem armários para a guarda de equipamentos pessoais com segurança.

Para descanso e área de lazer existe a copa, perto da dala dos professores, com sofá, mesa, geladeira, pia, chaleira elétrica e demais itens. Neste local geralmente são feitas confraternizações como festas de aniversário.

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Indicador 3.4 Salas de aula SAIMON As salas de aula contêm toda a infraestrutura necessária para a execução das aulas na atualidade, com wifi, projetores, quadros brancos, manutenção e limpeza diária. Além disso, contemplam os requisitos de ergonomia, conforme NR 17, onde existam atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, com boa acústica e ambiente climatizado.

Conforme PDI, o campus possui salas pequenas (até 20 alunos) onde se enquadram alguns laboratórios, salas médias (de 21 a 31 alunos) onde se enquadra o laboratório de informática e outros laboratórios elétricos e salas normais (até 40 alunos). Na necessidade de flexibilidade relacionada às configurações espaciais, são utilizadas as salas normais. Pelas diferentes características (inclusive recursos) das salas e laboratórios (ambientes de ensino, pesquisa e extensão, conforme PDI) são possíveis diferentes situações de ensino-aprendizagem.

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Indicador 3.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática POZAS Precisa aumentar o número de computadores disponíveis aos alunos para acesso extra-classe, bem como reforçar a quantidade de computadores nos laboratórios LabCel e LabEletro para atingir os 12/lab conforme projeto inicial. 3
Indicador 3.6 Bibliografia básica por Unidade Curricular (UC) RODDY

COORD. BIBLIOTECA

No IFSC - câmpus Itajaí, os exemplares de livros que compõem o acervo físico estão tombados e informatizados. Pode-se verificar tal fato visitando a nossa biblioteca. Tal informatização do acervo pode também ser constatada através de procura pelos títulos no nosso sistema on-line de biblioteca Sophia (acesso no link: http://biblioteca.ifsc.edu.br ). Por sua parte, a nossa instituição conta com um acervo virtual através da plataforma de EBSCOHost onde os servidores e alunos podem acessar a mais de 172,000 títulos de todas as disciplinas acadêmicas desde dentro ou fora das instalações da IES, de maneira on-line e off-line, através de computador ou aplicativo celular. As instruções de acesso e tutoriais de uso da plataforma podem ser acessadas neste link: https://www.ifsc.edu.br/acervo-virtual . A própria empresa dona da plataforma oferece treinamentos para servidores e alunos interessados em conhecer melhor todas as potencialidades desta ferramenta (veja o certificado de participação do professor responsável pela pasta de bibliografia em 2019 em shorturl.at/cwQ09 ). Existe também uma política de renovação periódica do contrato deste serviço, garantindo o acesso ininterrupto a ele (veja notícia relacionada em shorturl.at/jknrE ). Ambos, acervos virtual e físico, estão registrados em nome da IES, fato que é evidente quando se lhe solicita ao aluno ou servidor realizar o login com o e-mail institucional para poder fazer o empréstimo de livros no sistema Sophia (http://biblioteca.ifsc.edu.br) e também para acessar ao acervo virtual (http://acervovirtual.ifsc.edu.br ). Respeito à relação entre as unidades curriculares (UC) da grade curricular do curso e o acervo bibliográfico, os títulos passam por revisões periódicas de conformidade pela coordenação e pela análise de professores responsáveis pelas áreas do conhecimento do curso. Recentemente, se fez uma atualização do PPC que contempla tal discussão (veja versão atualizada do PPC v4.3 com a seção referente à bibliografia atualizada, e também veja as cópias das discussões entre professores para definição dos livros na pasta correspondente). Portanto, pode-se afirmar que a bibliografia básica está adequada aos conteúdos descritos no PPC e está atualizada, considerando a natureza das UC. Adicionalmente, o acervo está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE conforme consta na ata do dia 06/08/2019. O documento intitulado “Relatório de adequação das bibliografias básicas e complementares do Curso superior de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí na modalidade presencial” encontra-se na pasta correspondente. O NDE adotou como critério de compatibilidade entre o número de vagas autorizadas e a quantidade de exemplares por título disponível no acervo em cada bibliografia básica da UC o que consta no instrumento de avaliação 2016: no mínimo 3 títulos por unidade curricular e disponíveis na proporção média de um exemplar para menos de 5 vagas. Nesse sentido, para nossas turmas que consistem em 40 vagas semestrais, o nosso PPC prevê 8 exemplares para cada UC, sendo em total 24 exemplares da bibliografia básica. Como pode-se verificar em visita à nossa biblioteca, as instalações e recursos tecnológicos atendem à demanda de acesso aos títulos virtuais de forma ininterrupta via internet. Também, conta com ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem tais como as salas de estudo coletivas e individuais. As bibliotecárias podem evidenciar com maiores detalhes quais são os recursos dos que se dispõe na nossa infraestrutura dentro da biblioteca assim como também os próprios alunos que fazem uso dela. É importante destacar que no acervo virtual estão incluídas assinaturas a periódicos especializados. Os alunos e servidores podem ter acesso pelo portal de periódicos CAPES, desde dentro ou fora do câmpus, como se indica aqui: https://www.ifsc.edu.br/portal-capes . Uma outra maneira de acessar à mesma base de dados é através da plataforma de e-books EBSCOHost, a qual permite procurar nas diversas bases de dados que disponibiliza a CAPES. Este é um diferencial, pois o aluno pode utilizar a mesma ferramenta para acessar tanto a livros quanto a periódicos. De maneira complementar, o IFSC também permite aos seus estudantes e servidores acessar a normas técnicas ABNT via o portal Target GetWeb ( https://gedweb.com.br/ifsc ) desde dentro do câmpus, ou pela intranet desde fora do câmpus. Outras assinaturas de revistas ou periódicos impressos podem ser encontradas também na biblioteca. Finalmente, o nosso acervo é gerenciado de modo que relatórios são gerados pela equipe da biblioteca e disponibilizados ao coordenador de curso e professores. Tais relatórios servem de acompanhamento do uso dos livros adquiridos e possibilita a tomada de decisão para possíveis atualizações na quantidade de exemplares. Um exemplo desse relatório pode ser visto na pasta correspondente. A equipe de servidores da biblioteca pode também mostrar em detalhe o sistema de geração desses relatórios, assim como planos de contingência para a garantia do acesso e do serviço. 5
Indicador 3.7 Bibliografia complementar por Unidade Curricular (UC) RODDY

COORD. BIBLIOTECA

No IFSC - câmpus Itajaí, os exemplares de livros que compõem o acervo físico estão tombados e informatizados. Pode-se verificar tal fato visitando a nossa biblioteca. Tal informatização do acervo pode também ser constatada através de procura pelos títulos no nosso sistema on-line de biblioteca Sophia (acesso no link: http://biblioteca.ifsc.edu.br ). Por sua parte, a nossa instituição conta com um acervo virtual através da plataforma de EBSCOHost onde os servidores e alunos podem acessar a mais de 172,000 títulos de todas as disciplinas acadêmicas desde dentro ou fora das instalações da IES, de maneira on-line e off-line, através de computador ou aplicativo celular. As instruções de acesso e tutoriais de uso da plataforma podem ser acessadas neste link: https://www.ifsc.edu.br/acervo-virtual . A própria empresa dona da plataforma oferece treinamentos para servidores e alunos interessados em conhecer melhor todas as potencialidades desta ferramenta (veja o certificado de participação do professor responsável pela pasta de bibliografia em 2019 em shorturl.at/cwQ09 ). Existe também uma política de renovação periódica do contrato deste serviço, garantindo o acesso ininterrupto a ele (veja notícia relacionada em shorturl.at/jknrE ). Ambos, acervos virtual e físico, estão registrados em nome da IES, fato que é evidente quando se lhe solicita ao aluno ou servidor realizar o login com o e-mail institucional para poder fazer o empréstimo de livros no sistema Sophia (http://biblioteca.ifsc.edu.br) e também para acessar ao acervo virtual (http://acervovirtual.ifsc.edu.br ). Respeito à relação entre as unidades curriculares (UC) da grade curricular do curso e o acervo bibliográfico, os títulos passam por revisões periódicas de conformidade pela coordenação e pela análise de professores responsáveis pelas áreas do conhecimento do curso. Recentemente, se fez uma atualização do PPC que contempla tal discussão (veja versão atualizada do PPC v4.3 com a seção referente à bibliografia atualizada, e também veja as cópias das discussões entre professores para definição dos livros na pasta correspondente). Portanto, pode-se afirmar que a bibliografia complementar está adequada aos conteúdos descritos no PPC e está atualizada, considerando a natureza das UC. Adicionalmente, o acervo está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE conforme consta na ata do dia 06/08/2019. O documento intitulado “Relatório de adequação das bibliografias básicas e complementares do Curso superior de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí na modalidade presencial” encontra-se na pasta correspondente. O NDE adotou como critério de compatibilidade entre o número de vagas autorizadas e a quantidade de exemplares por título disponível no acervo em cada bibliografia complementar da UC o que consta no instrumento de avaliação 2016: no mínimo cinco títulos por unidade curricular e disponíveis na proporção média de um exemplar para menos de 20 vagas. Nesse sentido, para nossas turmas que consistem em 40 vagas semestrais, o nosso PPC prevê 2 exemplares para cada UC, sendo em total 20 exemplares da bibliografia complementar. Como pode-se verificar em visita à nossa biblioteca, as instalações e recursos tecnológicos atendem à demanda de acesso aos títulos virtuais de forma ininterrupta via internet. Também, conta com ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem tais como as salas de estudo coletivas e individuais. As bibliotecárias podem evidenciar com maiores detalhes quais são os recursos dos que se dispõe na nossa infraestrutura dentro da biblioteca assim como também os próprios alunos que fazem uso dela. É importante destacar que no acervo virtual estão incluídas assinaturas a periódicos especializados. Os alunos e servidores podem ter acesso pelo portal de periódicos CAPES, desde dentro ou fora do câmpus, como se indica aqui: https://www.ifsc.edu.br/portal-capes . Uma outra maneira de acessar à mesma base de dados é através da plataforma de e-books EBSCOHost, a qual permite procurar nas diversas bases de dados que disponibiliza a CAPES. Este é um diferencial, pois o aluno pode utilizar a mesma ferramenta para acessar tanto a livros quanto a periódicos. De maneira complementar, o IFSC também permite aos seus estudantes e servidores acessar a normas técnicas ABNT via o portal Target GetWeb ( https://gedweb.com.br/ifsc ) desde dentro do câmpus, ou pela intranet desde fora do câmpus. Outras assinaturas de revistas ou periódicos impressos podem ser encontradas também na biblioteca. Finalmente, o nosso acervo é gerenciado de modo que relatórios são gerados pela equipe da biblioteca e disponibilizados ao coordenador de curso e professores. Tais relatórios servem de acompanhamento do uso dos livros adquiridos e possibilita a tomada de decisão para possíveis atualizações na quantidade de exemplares. Um exemplo desse relatório pode ser visto na pasta correspondente. A equipe de servidores da biblioteca pode também mostrar em detalhe o sistema de geração desses relatórios, assim como planos de contingência para a garantia do acesso e do serviço. 5
Indicador 3.8 Laboratórios didáticos de formação básica WAGNER

BERNARDO

Indicador 3.9 Laboratórios didáticos de formação específica WAGNER

BERNARDO

Indicador 3.14 Processo de controle de produção ou distribuição de material didático (logística)

REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS

REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS - Avaliação da Engenharia Elétrica (Câmpus Itajaí)

Portal e-MEC

Portal e-Mec

Link Para Ferramentas Úteis

STELA EXPERTA IFSC