EEL ITJ DIMENSÃO 1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Dimensão 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Fontes de Consulta: 1) Plano de Desenvolvimento Institucional; 2) Projeto Pedagógico do Curso; 3) Relatório de Autoavaliação Institucional; 4) Políticas Institucionais, Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver; 5) Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, quando couber; 6) Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC.
1.1 Políticas institucionais no âmbito do curso
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.1. Políticas institucionais no âmbito do curso 1 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, não estão implantadas no âmbito do curso. 2 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso de maneira limitada. 3 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso. 4 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso. 5 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso, adotando-se práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras para a sua revisão. RESPONSÁVEIS: Coordenação pedagógica (DÉBORA)
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:
Análise 2018-1
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2018-1
1.2. Objetivos do curso
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.2. Objetivos do curso 1 Os objetivos do curso, constantes no PPC, não estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional. 2 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados de maneira limitada, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional. 3 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional. 4 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional e características locais e regionais. 5 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional, características locais e regionais e novas práticas emergentes no campo do conhecimento relacionado ao curso. RESPONSÁVEIS: Profa. FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4
Análise 2018-1
São objetivos do curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí, do IFSC:
- prover oportunidades de crescimento pessoal e profissional à população atendida pelo Campus Itajaí;
- formar profissionais que se caracterizem pelo perfil de conclusão proposto;
- contribuir para uma formação completa, que transcenda o viés apenas técnico/econômico, com forte consciência de seu papel ético, humanístico e social, avaliando permanentemente os impactos do emprego das tecnologias desenvolvidas na vida das pessoas e na sustentabilidade dos recursos naturais;
- abordar a Engenharia Elétrica a partir de um currículo com uma nova perspectiva de ensino aprendizagem, pautada pelas diretrizes dos Institutos Federais, pela integração entre as diferentes áreas do conhecimento e pela existência de projetos e atividades integradoras de conhecimento;
- desenvolver a pesquisa e a extensão nos eixos profissionais do curso;
- atrair, ainda mais, a atenção da comunidade regional para o Instituto Federal de Santa Catarina e seu Campus situado em Itajaí;
- corresponder à demanda considerável reivindicada, de forma crescente, pelos atuais e futuros profissionais egressos, bem como à expectativa da comunidade com relação ao curso.
E o que tem sido observado, é que o curso está, de fato, ajudando a alavancar a área tecnológica no entorno de município de Itajaí, uma vez que tem oportunizado, pela primeira vez, que munícipes possam ingressar em um curso superior de qualidade, ofertado pela Rede Federal e totalmente gratuito. Este fato se reflete na enorme procura pelas inscrições no processo seletivo que dão ingresso ao curso, com 862 inscritos e 21,55 candidatos por vaga em 2017-2 (a segunda maior procura de toda a rede), e pelo número de solicitações de transferência externa que a Coordenação do Curso tem recebido todos os semestres, em média 40 pedidos por semestre, desde que o curso iniciou, em agosto de 2015.
E o mercado de eletroeletrônica de Santa Catarina e do Sul do Brasil, em especial na região da foz do Rio Itajaí, tem respondido mostrando-se cada vez mais promissor, e concentrando um grande número de empresas provedoras de serviços, indústrias de equipamentos e desenvolvedores de soluções tecnológicas integradas.
Um dos projetos de maior destaque, que deve absorver boa parte dos egressos do curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí, é o INOVAMFRI, de desenvolvimento sustentável para a região da Foz do Rio Itajaí, que compreende os onze municípios da região: Luis Alves, Balneário Piçarras, Penha, Navegantes, Ilhota, Itajaí, Camboriú, Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo e Bombinhas, com sede em Itajaí.
Este projeto prevê inúmeras ações tecnológicas inovadoras e limpas, nos eixos do Desenvolvimento Econômico Regional, Gestão Pública Municipal e Mobilidade Urbana Regional.
Dentre elas, a construção do Distrito de Inovação Regional de Itajaí, área de 221,8 hectares, dos quais 67% serão áreas verdes e de preservação e aonde serão instaladas indústrias de alto valor agregado, incubadoras tecnológicas, empresas de startup, centros universitários (excelente oportunidade para o IFSC, inclusive), laboratórios de desenvolvimento tecnológico e o Centro de Inovação Regional de Itajaí, com entrega prevista para o início de 2019. Até 2040, o Distrito deve gerar 25.300 empregos diretos na região. Os estudos apontam ainda para a geração de outros 50 mil empregos indiretos na Foz do Rio Itajaí.
O curso de Engenharia de Elétrica do IFSC Campus Itajaí que surgiu, então, da análise das demandas sociais e mercadológicas, está agora ainda mais lastreado na expansão do parque tecnológico da região, com o qual deve vir a contribuir fortemente.
Além de tudo isto, o curso está também cumprindo seu papel institucional de possibilitar a verticalização da formação profissional, previsto nas políticas de ensino institucional, no contexto da área de eletroeletrônica oferecida pelo IFSC, posto que o IFSC oferece Curso Técnico de Eletroeletrônica e cursos técnicos na área de Mecânica (subsequente e integrado ao ensino médio).
Os objetivos do curso estão fortemente articulados com o perfil de formação e com a estrutura curricular propostos, e foram moldados segundo as pesquisas de mercado e a realimentação de empresas em seminários, conforme descrito no item de contexto educacional.
O currículo parte da necessidade, de maneira a envolver os sujeitos, para que a aprendizagem e a formação se deem de formas criativas e significativas, levando em conta as necessidades cotidianas, os direitos humanos, favorecendo, enfim, a criação e não a reprodução.
Isso transparece claramente nas metodologias de ensino selecionadas, por exemplo.
Os docentes são sempre estimulados a privilegiar a atividade prática, integrada e aplicada, em detrimento da transmissão estática e unidirecional de conhecimentos estanques. A avaliação deve levar em conta o comportamento pessoal, as habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos, ao invés de mera avaliação quantitativa de notas.
Os conteúdos das disciplinas são disponibilizados em portal Wiki, ao qual os alunos têm acesso no ambiente escolar, em casa, ou mesmo em seus smarthphones, sempre que desejarem. O retorno por parte dos alunos, com relação ao uso da Wiki como portal de conteúdos é extremamente positivo, devido à esta disponibilidade e facilidade de acesso, além de ser sustentável, por não utilizar impressões em papel e tinta.
A estrutura curricular, principalmente, no que se refere aos Projetos Integradores (em número de 3), Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio Obrigatório Profissionalizante e as disciplinas profissionalizantes e especializantes trabalham fortemente a questão de metodologias de desenvolvimento de sistemas elétricos e eletrônicos, de forma prática, integrando os conhecimentos diversos, aprendidos em todas as disciplinas do semestre. Os alunos são diretamente orientados por um grupo de docentes, em cada Projeto Integrador, e auxiliados diretamente pelos dois técnicos laboratoristas, com os quais o curso conta.
Os conteúdos são trabalhados pelo coletivo dos docentes e do NDE, desde a construção da ementa até o processo avaliativo, com constantes revisão e atualização, e o foco é sempre na formação da proficiência, competência e autonomia do aluno.
Em particular, as disciplinas de Eletrônica Digital I e II, Projeto de Instalações Elétricas, Acionamentos Industriais, Automação Industrial, Microcontroladores, Sistema de Comunicação, Eletrônica de Potência I, II e III, Sistemas de Energia, Ondas e Propagação, Eficiência Energética, Tópicos Especiais para Engenharia, dentre outras, atuam diretamente na preparação do perfil do profissional dinâmico e inovador, para que que este atue em empresas de alta tecnologia com confiança e pró-atividade.
Já com a oferta de disciplinas específicas como Economia para Engenharia, Administração para Engenharia, Empreendedorismo e Gerenciamento de Projetos, existe o objetivo primordial de despertar e desenvolver o espírito empreendedor e gestor dos alunos, estimulando-os a observar de imediato as possibilidades de proposição de sistemas/produtos em áreas carentes do mercado, questionando-se, desenvolvendo soluções e propondo novos negócios.
É importante salientar que a coordenação, aliada ao grupo de professores da Engenharia Elétrica do IFSC pensa no perfil do ingresso para pensar no percurso, nas metodologias, intervenções e estratégias, a fim de forjar o perfil do egresso especificado e almejado no PPC.
As primeiras reações das empresas que estão recebendo alunos do curso no estágio obrigatório são bastante positivas. É uma realimentação importante no que diz respeito a avaliação do atendimento dos objetivos do curso.
Finalmente, o curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí foi pensado dentro das dimensões de sustentabilidade e social, uma vez que inclui disciplinas como Engenharia e Sustentabilidade, Eficiência Energética, Ciência, Tecnologia e Sociedade e uma disciplina de Atividades Complementares voltada especificamente para o trabalho social extra-classe, como forma de atender nosso compromisso de cidadãos, para com a sociedade que buscamos atender.
Além da esfera de ensino, a coordenação do curso organiza e/ou apoia a participação discente em eventos, projetos e atividades que permitam o pleno desenvolvimento do currículo, não somente na área técnica, mas também no que se refere à cultura, artes e demais áreas do conhecimento.
Entres estas atividades são enumeradas, por exemplo, projetos de extensão de cunho social, tais como o Projeto Rondon e projetos de extensão contemplados em editais do IFSC e de órgãos de fomento; participação em espaços públicos: mostras culturais e feiras voltadas a formação da cidadania; e ações comunitárias em caráter voluntário.
Link para disciplinas de Atividades Complementares ofertadas:
Link para atividades de Extensão com participação dos alunos do curso:
Ações 2019-1
É importante que o curso agora passe à etapa de consolidação e se volte para as novas práticas emergentes no campo do conhecimento relacionado ao curso.
Conforme apresentação, durante reunião do dia XX/XX/XX do NDE, o núcleo docente já havia identificado que é necessário que o curso passe a propor e adotar metodologias inovadoras de ensino, formação e avaliação em curso de Engenharia Elétrica.
O arquivo a seguir mostra prospecções do NDE, neste sentido, conforme as recomendações do CONAES.
media: NDE1.pdf Novas metodologias no ensino de Engenharia CNE
1.3 Perfil profissional do egresso
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.3. Perfil profissional do egresso 1 O perfil profissional do egresso não consta no PPC. 2 O perfil profissional do egresso consta no PPC, mas não está de acordo com as DCN (quando houver) ou não expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente. 3 O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCN (quando houver) e expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente. 4 O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCN (quando houver), expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e as articula com necessidades locais e regionais. 5 O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCN (quando houver), expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e as articula com necessidades locais e regionais, sendo ampliado em função de novas demandas apresentadas pelo mundo do trabalho. RESPONSÁVEIS: Profa. FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4
Análise 2018-1
O PPC do curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí dedica um capítulo inteiro ao perfil profissional do egresso, o qual foi construído exatamente com base nos documentos internos do IFSC de recomendação e de harmonização das engenharias mas também, e principalmente, com base nas diretrizes curriculares nacionais.
Este perfil profissional detalha minuciosamente as competências que se espera dos egressos, em função das demandas locais e regionais, conforme transcrito abaixo:
"O curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí aqui proposto aborda um amplo conjunto de conhecimentos, habilidades e competências, dentro das diversas áreas da Engenharia Elétrica.
O objetivo é formar o profissional generalista, com habilitação plena, que seja capaz de contribuir com os diversos ramos de atividade da engenharia elétrica, e de atuar num cenário globalizado e em constantes transformações, sem estar particularmente focado em uma subárea, especificamente.
O curso foi construído com base e atende plenamente as cargas horárias, conteúdos, disciplinas, habilidades, competências, preconizados nas leis 5.194/66, decisão normativa CONFEA 57/1995, resolução CNE/CES 11/2002 e no documento de Construção dos Referenciais Nacionais dos cursos de Graduação – bacharelados e licenciaturas Engenharias, que estabelecem uma formação bastante focada no setor de energia elétrica.
Este projeto, porém, em seus aspectos curricular e metodológico, também propiciará uma formação e qualificação flexíveis, multidisciplinares e com abordagem ampla, com atenção também ao projeto e desenvolvimento de sistemas eletrônicos, sistemas digitais e computacionais, sistemas industriais, controle e automação de processos, telecomunicações, de engenharia biomédica, bem como, de gestão e administração de projetos, empreendedorismo, ciências exatas e humanas.
É importante salientar que o curso de Bacharel em Engenharia Elétrica deve oferecer ao aluno, além do conhecimento técnico-científico, o desenvolvimento de uma consciência crítica, de um pensamento autônomo e interdisciplinar, de empreendedorismo, de pró-atividade, bem como capacitar o futuro profissional ao trabalho em equipe e voltado à comunicação. Procura-se incentivar a atuação consciente, o pensar e agir antecipadamente com confiança e criatividade, despertando o futuro profissional às relações e responsabilidades sociais, ambientais e de sustentabilidade.
O Conselho Nacional de Educação, por meio da Câmara de Educação Superior, instituiu Diretrizes Curriculares dos Cursos de Engenharia através de sua Resolução CNE/CES N° 11 de 11 de março de 2002.
O Artigo 4° deste documento trata das mínimas habilidades e competência que deve ter um profissional em engenharia:
- i. aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais
à engenharia;
- ii. projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
- iii. conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
- iv. planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
- v. identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
- vi. desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
- vii. supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
- viii. avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
- ix. comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
- x. atuar em equipes multidisciplinares;
- xi. compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
- xii. avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
- xiii. avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
- xiv. assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Para complementar a formação, o Curso procura desenvolver competências/habilidades específicas às áreas de atuação do profissional em engenharia elétrica (até o momento observadas como generalista, ou seja atuando em todas as habilitações designadas nos Art. 8º e Art. 9º da resolução no. 218 do CONFEA), quais sejam, entre outras:
- i. geração, conversão, transmissão, distribuição, proteção e conservação de energia elétrica;
- ii. projeto, execução, montagem e manutenção de equipamentos, instalações e
redes elétricas;
- iii. eletrônica analógica, digital e de potência;
- iv. instrumentação, automação e controle de sistemas;
- v. processamento de sinais, imagens e sistemas de visão;
- vi. redes digitais e sistemas de comunicação
- vii. microcontroladores e microprocessadores.
De modo geral, nas engenharias as transformações científicas e tecnológicas ocorrem com rapidez.
Desta forma, o engenheiro deve possuir a capacidade de acompanhar essas transformações, buscar, selecionar e interpretar informações de modo a resolver problemas concretos da sua área de atuação, além de adaptar-se às novas situações encontradas no ambiente de trabalho [IFSC, 2012].
Ainda segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (em seu art. 3º) sobre o perfil do egresso:
“O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade".
Segundo [NASCIMENTO, 2008], o engenheiro competente, além de um sólido conhecimento das áreas específicas de seu ramo de atuação, deve ter uma formação generalista, de forma a poder resolver os problemas que lhe são apresentados, sendo capaz de propor soluções com autonomia e originalidade.
Neste contexto, além das competências citadas anteriormente para o perfil do egresso do curso de Engenharia, somam-se inúmeros aspectos sociais, éticos, políticos e ambientais.
Esses aspectos são agregados ao conhecimento técnico como eixos transversais que perpassam toda a matriz curricular.
Tal argumento pode ser constatado não somente em casos pontuais como nas unidades curriculares de “Engenharia e Sustentabilidade” e “Empreendedorismo”, mas em toda a matriz do curso.
É o caso das competências e/ou habilidades ligadas às responsabilidades legais do exercício da profissão com relação aos profissionais e a sociedade, análise das questões de eficiência energética, impactos ambientais associados aos processos de produção e utilização de tecnologia, formas corretas de descarte dos resíduos e lixo eletrônico, uso sustentável das fontes de energia, técnicas de relacionamento interpessoal e hierárquico, gestão de equipes, efeitos nocivos à saúde de profissionais e usuários de tecnologia, etc.
Esses e outros aspectos podem ser encontrados, formalmente explicitados, em várias unidades curriculares do curso de Engenharia Elétrica.
Competências profissionais
Com sólidos conhecimentos científicos e tecnológicos, o Engenheiro Eletricista tem como competências gerais: projetar, especificar, adaptar, e desenvolver sistemas elétricos e eletroeletrônicos, bem como realizar a integração dos recursos físicos, lógicos e de programação necessários para a execução dessas atividades.
De modo mais específico, é desejado que o profissional de Engenharia Elétrica adquirisse todas as competências listadas nas unidades curriculares que integralizam o curso em questão.
Áreas de atuação
A Engenharia Elétrica é a área que lida e transita pelas subáreas de Sistemas de Energia, Sistemas Eletrônicos, Sistemas de Controle e Automação, Sistemas Biomédicos, Eletrotécnica e Sistemas de Telecomunicações.
Mais detalhadamente, os Sistemas de Energia compreendem a área da Engenharia Elétrica que responde pela geração, transmissão, transporte, distribuição e comercialização da energia elétrica, bem como atua no projeto, construção e manutenção de usinas de geração de energia elétrica.
Os Sistemas Eletrônicos envolvem o projeto, desenvolvimento e implementação de sistemas eletrônicos e/ou de informática, associados aos diversos segmentos tecnológicos de eletrônica analógica, digital e de potência.
Na área de Sistemas de Controle e Automação, os engenheiros eletricistas têm por função projetar e aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, eminentemente.
Na Engenharia Biomédica, o engenheiro eletricista realiza tarefas de projeto, desenvolvimento, operação e manutenção de equipamentos médico hospitalares ou sistemas de informação médicos.
Atuando como Eletrotécnico, o engenheiro eletricista está habilitado para projetar, instalar e supervisionar instalações elétricas de baixa, média e alta tensão.
Por fim, a área de Telecomunicações emprega engenheiros eletricistas no projeto, desenvolvimento, manutenção e supervisão de sistemas para telecomunicações e redes, antenas, dispositivos e equipamentos para telecomunicações e comunicação de dados, etc. Afora todas estas incumbências, o profissional engenheiro eletricista ainda está habilitado a trabalhar com consultoria, lecionar, prestar serviços eventuais e administrar empresas ligadas aos sistemas eletroeletrônicos e no sistema financeiro.
Assim, como ocorre com as outras engenharias, mas em um grau ainda maior pela abrangência e relevância da área de atuação, com relação aos avanços tecnológicos em informática e telecomunicações, o engenheiro eletricista tem à sua disposição um vasto mercado de trabalho, o que é reforçado pela grande quantidade de indústrias e empresas prestadoras de serviço, também na região de Itajaí e da AMFRI.
Nesse panorama, para se atender exigências profissionais de uma sociedade que evolui muito rapidamente, o curso de Bacharel em Engenharia Elétrica deve oferecer ao aluno além do conhecimento técnico-científico, o desenvolvimento de uma consciência crítica, de um pensamento autônomo e interdisciplinar, de empreendedorismo, de pró-atividade, bem como capacitar o futuro profissional ao trabalho em equipe e voltado à comunicação. Procura-se incentivar a atuação consciente, o pensar e agir antecipadamente com confiança e criatividade, despertando o futuro profissional às relações e responsabilidades sociais, ambientais e de sustentabilidade.
Possíveis postos de trabalho
O curso de Engenharia Elétrica permite ao egresso desempenhar funções dentro da resolução 1010/2005 do CONFEA/CREA na modalidade Elétrica, nos setores de: Eletricidade Aplicada e Equipamentos Eletroeletrônicos; Eletrônica e Comunicação; Programação; Hardware; Informação e Comunicação.
Deste modo, o Engenheiro Eletricista é habilitado para trabalhar em empresas de automação e controle, no mercado industrial; na fabricação e aplicação de máquinas e equipamentos elétricos e eletrônicos; em áreas que envolvam componentes, com equipamentos e sistemas eletrônicos; com desenvolvimento de softwares para equipamentos; na operação e na manutenção de equipamentos eletrônicos; no desenvolvimento de circuitos digitais e analógicos; com projetos de circuitos eletrônicos específicos e microeletrônicos; no desenvolvimento de instrumentos de medidas; no desenvolvimento de sistemas de controle de processos físicos e químicos; com sistemas de áudio/vídeo e comunicação de dados; com hardware e software de sistemas computacionais e processamento de sinais."
Ações 2019-1
É necessário fazermos visitas a empresas locais e a entidades como a AMFRI, apresentando o perfil do engenheiro que estamos formando e coletar destas, uma realimentação acerca da possível inserção deste, no mercado de trabalho regional.
Apesar da ampliação iminente e extremamente promissora do mercado na região, não temos dados concretos acerca da receptividade do nosso egresso, dentro deste mercado.
1.4 Estrutura Curricular
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.4. Estrutura curricular 1 A estrutura curricular, constante no PPC, não está implementada, ou não considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica ou a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio). 2 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), mas não evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso). 3 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio) e evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso). 4 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso) e explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação. 5 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso), explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação e apresenta elementos comprovadamente inovadores. RESPONSÁVEIS: Prof. FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 5
Análise 2018-1
Quanto à estrutura curricular, o curso de Engenharia Elétrica possui três núcleos de formação, ofertados de maneira integrada ao longo da sua formação:
Núcleo Básico
Estabelecido na, já citada, Deliberação 44/2010 do CEPE/IFSC, é comum a todas as engenharias do IFSC (com o objetivo principal de permitir mobilidades interna e externa entre diferentes cursos de engenharia do IFSC e de fora deste) e é composto por campos de saber que fornecem o embasamento teórico, para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado.
No curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí, a contextualização das disciplinas do núcleo básico com problemas reais do universo profissional do Engenheiro e em particular do Engenheiro Eletricista acontece desde o Núcleo Básico, passando pelos outros dois.
Também a realização de atividades em laboratório, acontece já desde os primeiros semestres do curso, também nas disciplinas do núcleo básico.
Núcleo Profissionalizante
É composto por campos de saber destinados à caracterização da identidade do profissional.
Esse núcleo é comum a todos os Cursos de Engenharia Elétrica e Eletrônica do IFSC, também com o objetivo de flexibilizar a mobilidade de estudantes entre cursos de engenharia, se necessário.
Núcleo Específico
O qual visa contribuir para o aperfeiçoamento da qualificação profissional do formando e permitirá atender às peculiaridades locais e regionais.
De modo geral, no curso ministrado no Campus Itajaí, as unidades curriculares escolhidas para esse núcleo são específicas do Curso de Engenharia Elétrica.
O núcleo foi constituído de modo e se adequar melhor às necessidades e oportunidades da região da AMFRI. Neste sentido, optou-se pela formação de um profissional de Engenharia Elétrica com característica mais generalista, e que envolve de maneira equilibrada as atuações na área de eletrotécnica e de eletrônica.
Esta estratégia visa também uma melhor adequação frente aos requisitos estabelecidos nas “Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Engenharia Elétrica”, preconizados pelo Enade/Sinaes e que avaliam os estudantes de engenharia elétrica em 4 quesitos: sistemas de energia, eletrônica, controle e automação e telecomunicações (todos contemplados no PPC).
Harmonização dos currículos
Destaca-se a questão da harmonização dos currículos das engenharias da Rede IFSC, pensada cuidadosamente por todos os núcleos docentes do sistema de forma a flexibilizar a mobilidade do aluno, entre os diversos cursos ofertados e que permite que um aluno não perca seus anos iniciais cursados em um dos campi, caso precise mudar-se para outra cidade, também atendida pela Rede.
Carga horária semestral concentrada
A carga horária de 400 horas em disciplinas por semestre foram pensadas de forma a possibilitar que o discente estude somente em um período (prioritariamente vespertino).
Com isto, pretende-se facilitar que o discente realize estágios , por exemplo, favorecendo também a sua formação.
Integração dos núcleos e disciplinas
Além destas característica muito interessantes, a estrutura curricular do curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí tem um desenho bastante inovador, ao evitar o projeto usual de cursos de Engenharia, que se estruturam simplesmente em um ciclo básico, seguido sequencialmente por um ciclo profissionalizante e por fim, um específico.
No primeiro módulo do curso, o aluno já passa a cursar disciplinas profissionalizantes, a saber, "Eletrônica Digital I", normalmente tratada a partir da quarta fase, em cursos mais tradicionais. Nesta disciplina, o aluno já começa o aprendizado de projeto de circuitos combinacionais digitais, o que também já lhe permite começar a compreender do que se trata exatamente o curso que está frequentando e a estimulá-lo a desenvolver seus conhecimentos técnicos e comportamentais profissionais.
E assim, ao longo de todo o curso, as disciplinas profissionalizantes e específicas são ofertadas conjuntamente às disciplinas básicas, logicamente observando-se o embasamento teórico prévio necessário, e com incremento gradativo de carga horária nestes núcleos, com o avanço gradual das fases. Entende-se que o contato dos discentes com disciplinas destes núcleos desde a primeira fase é uma importante estratégia para manutenção da motivação e interesse dos alunos, e para o êxito do curso.
Ainda no primeiro módulo, o currículo da Engenharia Elétrica do Campus Itajaí oferta a disciplina de Pré-Cálculo 40 horas (2 créditos), com o objetivo de nivelar os conhecimentos dos discentes oriundos de diversas realidades. Esta disciplina propicia um embasamento comum dos conhecimentos em matemática, extremamente necessários para um curso com boa parte de sua carga horária voltada para a formação técnica matemática e que recebe alunos provenientes de processo seletivo (vestibular), do sistema SISU/ENEM, de outros cursos de engenharia do IFSC, e também provenientes de outras instituições de ensino superior da região, de Santa Catarina e de vários outros estados do Brasil.
Uma outra preocupação no que se refere à construção do primeiro módulo, foi a concepção de um primeiro semestre que não fosse demasiadamente “carregado” com disciplinas historicamente com alto grau de reprovação. Neste sentido, ressalta-se o deslocamento de Cálculo I para a segunda fase, após a disciplina de Pré-Cálculo.
A partir do terceiro módulo, o aluno já recebeu uma sólida formação em Eletrônica Digital e Circuitos Elétricos básicos, além de já ter despendido muitas horas em atividades práticas de laboratório e do Projeto Integrador, de tal forma que já se sente apto a trabalhar em projetos simples de sistemas. Esta formação técnica mais precoce também gera outro ponto positivo, que é do permitir que o aluno desenvolva atividades paralelas ao curso de estágio, participação em bolsas em editais de pesquisa e desenvolvimento.
Particularmente, os três Projetos Integradores foram concebidos com o objetivo de aplicar, de forma integrada, os conhecimentos vistos até cada respectiva etapa do curso.
A ideia colocada nos projetos integradores é que eles devem:
- proporcionar metodologia para o desenvolvimento de produtos/sistemas;
- proporcionar a interdisciplinaridade. Por exemplo, o Projeto Integrador I utiliza-se de conhecimentos das disciplinas de Eletrônica Digital I e II, Metodologia de Pesquisa, Desenho Técnico, Engenharia e Sustentabilidade, Eletricidade, Circuitos Elétricos, Comunicação e Expressão (que aborda prioritariamente a redação de textos técnicos, projetos e relatórios) e todas as disciplinas de formação em Matemática e Física dos módulos I, II e III;
- desenvolver a capacidade de trabalho em grupo, nas várias posições (coordenador, executor/membro) e, neste ponto, desenvolvendo a capacidade de respeito aos demais como ser humano, compreendendo limitações pontuais e as idiossincrasias de cada um.
Por fim, no que se refere às relações entre as disciplinas, dentro da matriz curricular, estas estão claramente indicadas no capítulo 5 do PPC, inclusive no que se refere ao percurso formativo, distribuição ao longo dos módulos e fluxograma de pré-requisitos, permitindo aos alunos terem clareza total do que e como devem cursar, para chegar à integralidade do curso.
Formação complementar
Uma das características desejadas do perfil do Engenheiro Eletricista egresso do Campus Itajaí é a inserção e adaptação rápida ao mundo do trabalho, sem, no entanto, perder de vista uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.
Neste sentido, o curso ofertará como optativa ao aluno, a disciplina de Libras no núcleo básico, conforme Parágrafo 2, do Artigo 3 do Decreto 5626/2005.
Também são ofertadas todos os semestres, uma lista de disciplinas de Atividades Complementares (40 h semestrais; 400 h no total do curso) para permitir ao aluno desenvolver suas atividades complementares obrigatórias no próprio IFSC, inclusive com atividades de extensão, visando a complementação da formação discente.
Interdisciplinaridade
Várias características do curso já podem evidenciar a interdisciplinaridade que permeia o curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí. Mas grande parte dessa característica depende da integração entre a teoria e a prática no currículo e da implementação dessas ações ao longo do curso.
As práticas pedagógicas de cada docente também constituem, entre outros, fatores determinantes para que a referida integração aconteça de forma efetiva.
Nesse sentido, algumas ações com relação à estrutura curricular do curso favorecem este objetivo:
- A utilização de atividades práticas que promovam a integração entre as diversas disciplinas, utilizando os conceitos destas para resolver problemas concretos de Engenharia Elétrica, como acontece, por exemplo, nas disciplinas do primeiro módulo de Metodologia de Pesquisa, Comunicação e Expressão e Eletrônica Digital I. Por exemplo, após cada aula de laboratório em Eletrônica Digital I, os alunos devem elaborar Relatórios, segundo o que é aprendido na disciplina de Comunicação e Expressão, rigorosamente dentro das normas vigentes da ABNT, de elaboração de textos técnicos, as quais são vistas e revisadas na disciplina de Metodologia de Pesquisa. Da mesma forma, o trabalho final de avaliação da disciplina de Metodologia de Pesquisa devem seguir estas normas. Por sua vez, os textos interpretados na disciplina de Comunicação e Expressão são, obrigatoriamente, artigos científicos de projetos de pesquisa do Estado da Arte, indicados pela professora de Eletrônica Digital. Assim, os docentes das três disciplinas trabalham de forma interdisciplinar o aprender e o fazer técnico-científico.
- A integração entre a teoria e a prática tem como grande aliado os Projetos Integradores (PIs), alocados em três fases do curso.
- Além disso, a interdisciplinaridade ocorre também no desenvolvimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso e no Estágio Supervisionado.
- Na integração entre teoria e prática, a utilização dos laboratórios é essencial. No total, têm-se aproximadamente 1/3 da carga horária alocada em atividades de cunho prático. Neste sentido, os laboratórios da Área de Eletroeletrônica e a biblioteca do Campus Itajaí têm recebido investimentos importantes no sentido de promover uma infraestrutura adequada e atualizada para este fim, de modo que estão preparados para as exigências dessa carga horária de atividades práticas.
Finalmente, pode ser observado que hoje o curso conta vários projetos de desenvolvimento e pesquisa (ver lista aqui:Link projetos de pesquisa
Ações 2019-1
Tem que acrescentar mais elementos inovadores e acessibilidade metodológica (PI, Curricularização da Extensão, wiki, etc) no PPC'
1.5 Conteúdos curriculares
Indicador Conceito Critério de Análise 1.5. Conteúdos curriculares 1 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, não promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso. 2 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, mas não consideram a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais ou o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 3 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 4 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, e diferenciam o curso dentro da área profissional. 5 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciam o curso dentro da área profissional e induzem o contato com conhecimento recente e inovador. RESPONSÁVEIS: FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 5
- Acessibilidade metodológica - wiki
a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciam o curso dentro da área profissional - ??????????????
Análise 2018-1
O projeto pedagógico do curso foi pensado com base nas diretrizes curriculares nacionais, para cursos de Engenharia Elétrica, exatamente para que se tivesse uma confiança acerca do alinhamento dos conteúdos curriculares, à uma efetiva formação de profissional capacitado tecnicamente, de acordo com as demandas tecnológicas atuais, e também inovador, empreendedor, pró-ativo e com consciência social e cidadã.
Em todas as disciplinas dos núcleos profissionalizante e específico, é fácil constatar a preocupação em tratar das tecnologias mais recentes, de forma a que o egresso do curso não sinta um impacto demasiado, entre o que é visto na academia, e o que é efetivamente utilizado no mercado de trabalho, aonde vai ingressar. Isto tem sido característica comum dos cursos de engenharia mais tradicionais, mesmo nas universidades mais conceituadas do país, mas que o colegiado do curso resolveu não adotar.
A cultura de que "tecnologias emergentes e o Estado da Arte tecnológico devem ser tratados em programas de pós-graduação stricto-sensu" não é uma cultura vigente e aceita no curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí, do IFSC.
Dentro dos limites do seu embasamento teórico e competências prévias possibilitam, os alunos são apresentados ao que há de mais novo, em termos de tecnologia e inovação, desde as primeiras disciplinas do curso, como ocorre, por exemplo, em Eletrônica Digital II, na qual os alunos aprendem a utilizar ferramentas de especificação e projeto de circuitos digitais (como o Proteus®, por exemplo) e aprendem a programar circuitos mais complexos em hardware reconfigurável (em VHDL e Verilog, extensamente utilizados pela indústria), ao invés de se utilizar componentes discretos. Na disciplina de Microprocessadores, os alunos aprendem microprogramação para plataformas Arm®, o processador mais utilizado atualmente em smarthphones, por exemplo, ao invés de microprocessadores antigos e em desuso, como acontece em muitos cursos. No curso de Microcontroladores, os alunos aprendem projeto de hardware e software sobre microcontroladores Arduino, outra plataforma muito utilizada atualmente na indústria para desenvolvimento de dispositivos.
Além disto, a proposta da oferta das disciplinas da grade de optativas do curso, chamadas de "Tópicos Especiais em Engenharia" é abordar exatamente as técnicas mais recentes e inovadoras da área. A cada semestre são reformuladas pelo docente responsável, normalmente um doutor naquela área de conhecimento, sempre com o intuito de atualização dos conhecimentos.
O projeto pedagógico do curso também pressupõe a contextualização das disciplinas do núcleo básico ou profissionalizante com problemas reais do universo profissional do Engenheiro e, em particular, do Engenheiro Eletricista. É dada muita ênfase na prática de atividades em laboratório, tanto nas disciplinas do núcleo básico, quanto naquelas de caráter profissionalizante geral ou específico.
A hora-aula do curso já é dada em horas-relógio, isto é, de 60 minutos. Assim, atende-se a carga horária real exigida nos documentos normativos e dentro das 20 semanas preconizadas pela LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação no. 9.394.
... a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciam o curso dentro da área profissional e induzem o contato com conhecimento recente e inovador.
Ações 2019-1
Acessibilidade metodológica???
1.6 Metodologia
Indicador Conceito Critério de Análise 1.6. Metodologia 1 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), não atende ao desenvolvimento de conteúdos. 2 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, mas não às estratégias de aprendizagem; ou ao contínuo acompanhamento das atividades; ou à acessibilidade metodológica; ou à autonomia do discente. 3 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente. 4 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente, e se coaduna com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma relação teoria-prática. 5 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente, coaduna-se com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma relação teoria-prática, e é claramente inovadora e embasada em recursos que proporcionam aprendizagens diferenciadas dentro da área. RESPONSÁVEIS: Coordenação Pedagógica (DÉBORA)
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2018-1
A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, mas não às estratégias de aprendizagem; ou ao contínuo acompanhamento das atividades; ou à acessibilidade metodológica; ou à autonomia do discente.
Após a leitura do PPC de Engenharia Elétrica observa-se:a) Atividade de Nivelamento : a única Unidade Curricular(UC) é Pré – Cálculo. Existe a necessidade de trabalhar melhor a questão do nivelamento. O que é o nivelamento e para que serve.? Afinal qual é o verdadeiro objetivo do nivelamento? Observa-se que o curso apresenta uma grande quantidade de alunos com reprovação e abandono. Teremos que pensar o nivelamento como um processo mais amplo.
b) O PPC aborda questões da pesquisa e de extensão. Quais são as atividades de extensão e de pesquisa e como surge está demanda. Quais as unidades curriculares que contribuem para esta formação?
C) Demandas Regionais : Quais são as atividades do curso de engenharia do campus Itajaí que são demandas de Itajaí e região?
d) O PPC em vários momentos aborda a formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Qual era o objetivo ao afirmar que o curso teria está formação? Como se dará está formação? O que embasa está formação? Quais concepções sustentam essa formação? Quais as UC que contribuem para está formação?
e) Analisando uma amostragem dos Planos de Ensinos observa-se uma abordagem do método tradicional – tecnicista, ou seja, o Plano de Ensino totalmente conteudista. Onde está a abordagem humanista, reflexiva e crítica? Também ouve-se na fala dos docentes que o curso de engenharia sempre foi assim. Observa-se a reprodução da escola que os formou.
f) No texto existe a questão de abordar a engenharia elétrica a partir de uma perspectiva, integração entre as diferentes áreas do conhecimento, projetos e atividades integradoras do conhecimento. Quais são estas áreas do conhecimento, projetos e atividades integradoras do conhecimento?
g) Capacitar o futuro profissional a trabalhar em equipe e voltado a comunicação,...” Como se dá esse processo? Quais as unidades curriculares que contribuirão para essa formação?h ) Ensino teórico e prático. Os planos de ensino devem explicar como ocorre este processo, qual a metodologia usada para que o ensino seja teórico prático.
i) Qual o objetivo das unidades optativas , atividades complementares e estágio. Melhorar o texto. O porquê do curso ter essas atividades.
j)Proporcionar uma formação e qualificação flexíveis, multidisciplinares e com abordagem ampla. Como ocorre esse processo? Existe interdisciplinaridades? Quais as unidades curriculares que contribuem para está formação?
l) Responsabilidades sociais ambientais e de sustentabilidade. Como é feito? Quais as unidades curriculares que proporcionam esses conhecimentos? Como ocorre este processo no campus Itajaí? E qual a contribuição do curso de EE para este processo?
m) Abordar um amplo conhecimento, habilidades, competências dentro das diversas áreas. Quais são essas áreas? Como são feitos? E porquê os Planos de ensino não abordam essas questões?
n) “Modulo carregado ”. Usar linguagem adequada. Estamos trabalhando com um documento. O que significa estes termos?
o) Quais são as estratégias de aprendizagem no curso de EE que levam o aluno a aprovação?
p) Quais são as estratégias de permanência e êxito no curso de EE? Pode-se definir metodologia como o caminho para se atingir objetivos É o princípio para atingir um determinado fim ou para se chegar ao conhecimento. Metodologia de ensino é aplicação de diferentes métodos no processo ensino aprendizagem. O que estamos fazendo para atingir esses caminhos? Como o aluno participa de todo esse processo ? E o docente como está o seu fazer pedagógico? E os planos de ensino ?
Ações 2018-1
- Considerar as questões e reflexões apontadas na avaliação e reformulação do PPC do curso, envolvendo a comunidade educativa nesse processo, como um espaço democrático de construção coletiva.
- (Re)pensar a formação continuada dos docentes.
- Materializar as ações propostas no PPC.
1.7 Estágio curricular supervisionado
Indicador Conceito Critério de Análise 1.7.Estágio curricular supervisionado 1 O estágio curricular supervisionado não está institucionalizado. 2 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado, mas não contempla carga horária adequada; ou orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades; ou coordenação e supervisão; ou existência de convênios. 3 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão e existência de convênios. 4 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios e estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso. 5 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios, estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso, e interlocução institucionalizada da IES com o(s) ambiente(s) de estágio, gerando insumos para atualização das práticas do estágio. RESPONSÁVEIS: Prof. MARCELO COUTINHO
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 2
Análise 2018-1
O setor de estágio do campus Itajaí está passando por transformação, esperando pela definição de quem será o servidor responsável por Estágio, que até então era de responsabilidade do Rafael (relações externas);
Não temos um convênio documentado e firmado com empresas de recrutamento, segundo Rafael. Quando existem vagas, essas empresas apenas entram em contato para divulgação;
Não existe um estudo avaliando a capacidade do grupo docente em absorver orientações de estágios;
Ações 2019-1
Temos um Regulamento de Estágio de outro campus que poderá ser facilmente adaptado, inicialmente. Trabalho este que deve ser feito pela CP, pois recentemente o chefe DEPE informou que o setor de estágio está na CP ;
1.8 Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da educação básica - NÃO SE APLICA
1.9 Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática - NÃO SE APLICA
1.10 Atividades complementares
Indicador Conceito Critério de Análise 1.10 Atividades complementares 1 As atividades complementares não estão institucionalizadas. 2 As atividades complementares estão institucionalizadas, mas não consideram a carga horária; ou a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento; ou a aderência à formação geral do discente, constante no PPC. 3 As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e a aderência à formação geral do discente, constante no PPC. 4 As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e a aderência à formação geral e específica do discente, constante no PPC. 5 As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento, a aderência à formação geral e específica do discente, constante no PPC, e a existência de mecanismos comprovadamente exitosos ou inovadores na sua regulação, gestão e aproveitamento. RESPONSÁVEIS: Prof. TIAGO DRUMMOND LOPES
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4
Análise 2018-1
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Elétrica do IFSC - Câmpus Itajaí (RESOLUÇÃO CEPE/IFSC Nº XXX, DE XX DE FEVEREIRO DE 2014 (*) REPUBLICADA EM xx DE JULHO DE 2016), prevê no item 5.9:
"Para a formação discente, estão previstas atividades complementares institucionais que deverão integralizar uma carga horária total de 400 horas, bem como complementar os 200 dias letivos previstos na LDB 9394/1996. A contabilização total da carga horária das atividades complementares previstas pelo PPC, bem como a sua distribuição mínima frente às diferentes modalidades de atividades complementares, será pautada pela publicação do “Regulamento de Atividades Complementares”."
O regulamento das atividades foi aprovado no Colegiado de curso em 22/12/2016, tendo Resolução do Campus de Número XX/201X. Ele está disponível no portal da engenharia (http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/5/59/Regulamento_Transit%C3%B3rio_de_Atividades_Complementares_EEL_%28v_1.4%29%28por_valida%C3%A7%C3%A3o%29.pdf).
O regulamento prevê que para a avaliação do aluno no âmbito das atividades complementares serão considerado três critérios, a saber: I. a compatibilidade e a relevância das atividades desenvolvidas, de acordo com o Regulamento, e os objetivos do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí; II. o total de horas dedicadas à atividade (ou equivalência – ANEXO I); III. a categoria a qual a atividade complementar pertence.
As Atividades Complementares têm por objetivo enriquecer o processo de ensino-aprendizagem visando a variedade e abundância das atividades, pautadas nos eixos principais de atuação do IFSC, divididas em quatro grupos: I. atividades de complementação da formação social, humana e cultural; II. atividades de complementação do ensino e de formação profissional; III. atividades de extensão de cunho comunitário e de interesse coletivo; IV. atividades de iniciação científica, tecnológica e de inovação.
Conforme colocado na RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002 as atividades complementares são incentivadas e neste sentido, a coordenação apoia e oferece atividades tais como:
Palestras Técnicas
- 2018
- 2017
- 2016
- Seminários Acadêmicos do Curso de Engenharia Elétrica
- Palestra: Gerenciamento de Projetos (Sr. Ademir Goulart)
- Palestra: Geração de Energia Através do Vento (Eólica - Sr. Emerson Buzzo) [1]
- Mini-curso: Software de Simulação de Alto Desempenho - PSIM - Turma 1 (IFSC - Prof. Jefferson Zanotti)
- Mini-curso: Introdução ao Arduíno (IFSC - Prof. André Caldeira)
- Palestra: Engenharia Clínica (Technocare - Dr. Marcos Lucatelli)
- Palestra: Prevenção de Incêndios e Primeiros Socorros (Corpo de Bombeiros - Soldados Erton Marotta e Felippe Salazar da Silva)
- Mini-curso: Introdução ao Software MATLAB (IFSC - Prof. Tiago Drummond)(Apostila)
- Mini-curso: Software de Simulação de Alto Desempenho - PSIM - Turma 2 (IFSC - Prof. Jefferson Zanotti)
- Mini-curso: Introdução ao Visual Studio (IFSC - Prof. Tarcísio Pollnow Krüger)
- 2015
- Semana de Abertura do Curso de Engenharia Elétrica
- Cerimônia de Abertura (IFSC - Prof. Dr. Wilson Valente Junior)
- Palestra: Engenharia 3D - A Era da Simulação Computacional (ESSS - Dr. Leonardo Rangel) [2]
- Mini-curso: Mini-Curso "Hands on" Altera (DWH - Dr. Fernando Andrade)
- Palestra: Inovação Tecnológica na WEG (WEG- Dr. Sebastião L. Nau)
- Mesa Redonda: A Engenharia Elétrica no IFSC (IFSC - Docentes da Área Eletroeletrônica)
- Palestra: P&D em Compatibilidade Eletromagnética (UFSC- Prof. Dr. Adroaldo Raizer)
- Palestra: Engenharia Biomédica: Engenharia do Século XXI (UFSC- Prof. Dr. Fernando Azevedo)
- Palestra: A atuação do Engenheiro (Palestra Institucional do CREA) (CREA-SC - Eng. Caroline Burtet)
- Palestra: Introdução a Engenharia (GVT/TELEFÔNICA- Dr. Guido Garcia D'Angelo)
- Mini-curso: Mini-curso de QT Creator (ENOVA- Sr. Marcelo Pasqualin Batschauer)
- Aula Magna: Tecnologia de Exploração Espacial (NASA - Dr Ivair Gontijo)
Visitas Técnicas
- 2017
- 2016
- Visita Técnica ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da EMBRACO (Joinville-SC)
- Visita Técnica ao Parque Tecnológico do Hospital da Unimed Litoral (Balneário Camboriú)
Viagens de Estudo
- 2016
- Viagem de Estudos para o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC (Porto Alegre)[3]
Monitorias
- 2018
- 2017
- 2016
Ações 2018-2
Com o intuito de aumentar o conceito do quesito de 4 para 5, estuda-se a implantação de uma ferramenta inovadora para auxiliar na regulação, gestão e aproveitamento das atividades complementares.
1.11 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.11 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
1 O Trabalho de Conclusão de Curso não está institucionalizado. 2 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado, mas não considera carga horária, formas de apresentação, orientação ou coordenação. 3 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação. 4 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação e a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos. 5 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação, a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos e a disponibilização dos TCC em repositórios institucionais próprios, acessíveis pela internet. RESPONSÁVEIS: Prof. MARCELO DOS SANTOS COUTINHO
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 3
Análise 2018-1
O regulamento do TCC está descrito no PPC do curso;
O curso ainda não atingiu a etapa de desenvolvimento de TCCs;
Ações 2019-1
Criar repositório para os TCCs;
Melhorar o texto sobre as orientações, carga horária e temas;
1.12 Apoio ao discente
Indicador Conceito Critério de Análise 1.12 Apoio ao discente 1 Não há ações de apoio ao discente. 2 O apoio ao discente não contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados ou apoio psicopedagógico. 3 O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, e apoio psicopedagógico. 4 O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, apoio psicopedagógico e participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais. 5 O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, apoio psicopedagógico, participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais e promove outras ações comprovadamente exitosas ou inovadoras. RESPONSÁVEIS: Coordenação Pedagógica (DÉBORA)
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2018-1
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2018-1
1.13 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa
Indicador Conceito Critério de Análise 1.13 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa 1 A gestão do curso não é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso. 2 A gestão do curso é realizada considerando apenas a autoavaliação institucional ou o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso. 3 A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso. 4 A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica. 5 A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica e existência de processo de autoavaliação periódica do curso. RESPONSÁVEIS: Prof. JOÃO PAULO CUNHA
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 2
Análise 2018-1
Neste momento, o curso não conta com um sistema de avaliação externo e periódico como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso. Uma vez implementado um sistema de avaliação externo e periódico, o instrumento de avaliação do INEP aponta para o conceito máximo. Medidas já foram analisadas no sentido da implementação de ferramentas avaliativas externas.
Ações 2018-2
1. Estudo de viabilidade de implementação de formulário Google para a comunidade externa como forma de ferramenta de avaliações externas;
2. Estudo de viabilidade de implementação de pesquisa realizada junto às empresas no pós-estágio de alunos como forma de ferramenta de avaliações externas;
3. Estudo de viabilidade de implementação de pesquisa realizada com alunos egressos como forma de ferramenta de avaliações externas.
1.14 Atividades de tutoria - NÃO SE APLICA
1.15 Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de tutoria - NÃO SE APLICA
1.16 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem
Indicador Conceito Critério de Análise 1.16 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem
1 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso. 2 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira insuficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 3 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira suficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 4 As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensino aprendizagem permitem a execução do projeto pedagógico do curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional, promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores (estes últimos, quando for o caso) e asseguram o acesso a materiais ou recursos didáticos a qualquer hora e lugar.
5 As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensinoaprendizagem permitem a execução do projeto pedagógico do curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional, promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores (estes últimos, quando for o caso), asseguram o acesso a materiais ou recursos didáticos a qualquer hora e lugar e possibilitam experiências diferenciadas de aprendizagem baseadas em seu uso.
RESPONSÁVEIS: Coordenação de TI (BRUNO)/ POZAS
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 3
Análise 2018-1
O campus Itajaí do IFSC disponibiliza aos alunos diversas ferramentas de TIC para emprego no processo ensino-aprendizagem. Estas ferramentas incluem recursos de informática disponíveis localmente no campus, recursos de informática disponíveis via Internet, e uma série de materiais e tutoriais disponíveis online para os alunos.
Os recursos disponíveis aos alunos localmente no campus estão distribuídos principalmente em três ambientes (Laboratório de Informática, Biblioteca, e Laboratórios específicos da área de eletrônica). Estes ambientes podem ser utilizados para realização de atividades extra-classe dos cursos e para a execução de projetos. Em ocasiões específicas, os laboratórios de ensino do campus são disponibilizados aos alunos para realizar atividades extra-classe. Também estão disponíveis para instalação nestes equipamentos qualquer software para o qual o IFSC possui licença, incluindo Matlab/Simulink, QuartusII/Modelsim/Qsim, Autocad e Proteus.
O campus também possui ampla cobertura de rede wi-fi. Estão disponíveis ambientes de estudo na Biblioteca onde os alunos podem utilizar seus computadores portáteis para acessar os recursos dispobilizados via rede no campus. Adicionalmente, o IFSC disponibiliza os serviços da rede eduroam que permite a seus usuários acessar redes wi-fi em outras instituições do Brasil e do mundo quando em viagem.
Uma ferramenta que vem sendo empregada com sucesso no processo de ensino-aprendizagem do curso é o sistema colaborativo de produção e disponibilização de conteúdo baseado na mediawiki. Neste sistema, professores disponibilizam aos alunos materiais de aula, roteiros de experimentos, orientações de estudo, entre outros. O dinamismo oferecido pelo sistema também facilita a colaboração entre docentes durante o planejamento de aulas, permitindo a troca rápida de material e experiências. A mediawiki do campus Itajaí vem passando por constantes atualizações para adicionar funcionalidades e incrementar as possibilidades de disponibilização de conteúdos aos estudantes.Recentemente está sendo implementado o sistema acadêmico SIGAA, através do qual além do registro de presença e de conceitos, é possível também interagir com os estudantes através da criação de grupos de chat, disponibilização de mídia, disponibilização de conteúdo relativo a aulas, etc.
Ações 2018-1
- Aumentar a conscientização do uso da Wiki e de outras TIC;
- Buscar ampliar os espaços de acesso extra-classe aos alunos;
1.17 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) - NÃO SE APLICA
1.18 Material didático - NÃO SE APLICA
1.19 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
Indicador Conceito Critério de Análise 1.19 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
1 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, não atendem à concepção do curso definida no PPC. 2 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, mas não permitem o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva ou não resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos discentes. 3 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes. 4 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que garantam sua natureza formativa. 5 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que garantam sua natureza formativa, sendo adotadas ações concretas para a melhoria da aprendizagem em função das avaliações realizadas. RESPONSÁVEIS: Prof. ALFEN FERREIRA DE SOUZA JUNIOR /WILSON VALENTE JUNIOR
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 3
O PPC do Curso de Engenharia Elétrica define que a avaliação dos alunos será realizada conforme o Regulamento Didático Pedagógico (RDP) em vigor no IFSC. Atualmente o RDP descreve o processo de avaliação nos artigos 161 a 167. O documento oficial do RDP está disponível à todos os alunos no Portal Wiki de Engenharia Elétrica e também pode ser acessado aqui.
Conforme estabelece o RDP, a avaliação dos aspectos qualitativos compreende, o diagnóstico, a orientação e a reorientação do processo de aprendizagem visando à construção dos conhecimentos. Os instrumentos de avaliação são diversificados e deverão constar no plano de ensino da Unidade Curricular(Art.161), estimulando o aluno à: pesquisa, reflexão, iniciativa, criatividade, laboralidade e cidadania. As avaliações podem constar de:
- I - observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades;
- II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
- III - testes e provas escritos, com ou sem consulta;
- IV - entrevistas e arguições;
- V - resoluções de exercícios;
- VI - planejamento ou execução de experimentos ou projetos;
- VII - relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas;
- VIII - atividades práticas referentes àquela formação;
- IX - realização de eventos ou atividades abertas à comunidade;
- X - autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe;
- XI - demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.
Conforme destacado no Art. 167 do RDP, o resultado de uma avaliação deve ser registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez), sendo o resultado mínimo para aprovação em um componente curricular o valor 6 (seis). Também é previsto o valor 0 (zero) para quem teve frequência inferior a 75%. O registro parcial das avaliações deve constar no diário do professor, também na forma de 0 a 10. O resultado final da avaliação depende da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e das discussões em conselho de classe final.
Não é especificado nos documentos RDP/PPC a periodicidade e a quantidade das avaliações a serem realizadas durante o semestre letivo, mas esta informação deve constar no planejamento de ensino de cada unidade curricular. Está previsto no RDP que as avaliações sejam devolvidas no prazo máximo de 15 quinze dias (Art 161). Também é prevista a recuperação de estudos com nova avaliação, devendo prevalecer a maior entre as realizadas.
Deve ser observado também que a avaliação será realizada, em cada componente curricular, considerando-se os objetivos/competências propostos no plano de ensino. No artigo 16 do RDP é colocado que “O plano de ensino é o instrumento de planejamento das atividades para o período letivo”. Deverão estar incluídos neste plano os objetivos ou competências, as metodologias e os instrumentos de verificação do aprendizado e a descrição das práticas. No artigo 17 é estabelecido que “o diário de classe é um instrumento de registro das atividades de ensino”, devendo conter número de aulas previstas, o número de aulas ministradas, o registro da frequência do aluno, o registro das avaliações, os recursos didáticos utilizados e os conteúdos desenvolvidos a cada encontro.
Ações 2016
Conforme reunião de área realizada em 28/07/2016, nas dependências do Câmpus Itajaí, os professores do Departamento de Eletroeletrônica entendem que é importante uma padronização das fórmulas para cálculo das médias finais das Unidades Curriculares, principalmente no sentido de garantir que a avaliação dos alunos leve em conta a concepção do curso definida no PPC (quanto a avaliação continuada, de caráter teórico e prático) de modo a consolidar os conhecimentos e habilidades previstas nas ementas, bem como valorizar a atitude dos alunos. A fórmula padronizada deve estar explícita no plano de ensino das Unidades Curriculares, bem como os seus critérios de ponderação. Nesse sentido, a primeira proposta apresentada na ocasião foi a inclusão do seguinte texto nos planos de ensino (quanto aos critérios de avaliação):
Sugestão: Incluir os Seguinte Texto nos Planos de Ensino para Padronização da Avaliação no Curso
A sistemática de avaliação considera os conhecimentos adquiridos pelo aluno no decorrer do curso, na escola e na disciplina (conhecimento – saber teórico), as habilidades de colocar em prática o conhecimento adquirido, gerando soluções reais a problemas práticos (habilidade – saber fazer), e os comportamentos que o aluno tem diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolve no seu dia-a-dia (atitude – querer fazer). O conceito final do aluno (apto ou inapto) é obtido a partir da média final (MF) e da frequência em sala-de-aula. A média final (MF) é obtida a partir da média ponderada entre as notas de avaliação continuada (AC) (atividades propostas em sala de aula e lista de exercícios), avaliação prática (AP) (média aritmética das notas de laboratório), e média das provas (MP), conforme a seguinte fórmula:
MF = (AC + AP + 2*MP)/4
Assim, será considerado apto ou aprovado o aluno que obtiver média final >= 6.0 e frequência igual ou superior a ¾ da carga-horária da disciplina. Para os casos em que a MF < 6,0 será realizada uma prova de recuperação, que substituirá a menor nota obtida nas provas regulares.
O texto em questão deve ser genérico, ficando a cargo do professor da UC a definição das atividades que compõe as parciais AC, AP e MP.
Outro ponto que ficou para discussão posterior será a padronização dos critérios para atividades de recuperação. Neste ponto destacam-se as seguintes passagens do RDP:
- Art. 163. A recuperação de estudos compreenderá a realização de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a aprendizagem (§ 1.: preferencialmente no horário regular de aula).
- Ao final dos estudos de recuperação o aluno será submetido à avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor, prevalecendo o maior valor entre o obtido na avaliação realizada antes da recuperação e o obtido na avaliação após a recuperação.
- Art 167. §4.: A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final.
- Não existe menção à realização de atividade de recuperação que substitua o resultado final (que deve ser composto por um conjunto de avaliações), mas sim a recuperação de estudos e de novas avaliações cujos resultados prevalecem o maior valor entre antes e depois da recuperação.
- Não existe menção à quantidade de atividades de recuperação ao longo do período letivo (mas preferencialmente no horário regular de aula).
- obs: As notas de AC (avaliação continuada) podem ser consideradas atividades de recuperação
Análise 2018-1
A partir de 2018-1 o IFSC iniciou a implementação do sistema integrado SIGAA, que permite que o aluno acompanhe de maneira sistemática e informatizada o andamento da sua UC, bem como possua autonomia para realização de seus estudos com o material disponibilizado pelo docente
Ações 2018-1
O texto em questão deve ser genérico, ficando a cargo do professor da UC a definição das atividades que compõe as parciais AC, AP e MP.
Outro ponto que ficou para discussão posterior será a padronização dos critérios para atividades de recuperação. Neste ponto destacam-se as seguintes passagens do RDP:
- Art. 163. A recuperação de estudos compreenderá a realização de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a aprendizagem (§ 1.: preferencialmente no horário regular de aula).
- Ao final dos estudos de recuperação o aluno será submetido à avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor, prevalecendo o maior valor entre o obtido na avaliação realizada antes da recuperação e o obtido na avaliação após a recuperação.
- Art 167. §4.: A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final.
- Não existe menção à realização de atividade de recuperação que substitua o resultado final (que deve ser composto por um conjunto de avaliações), mas sim a recuperação de estudos e de novas avaliações cujos resultados prevalecem o maior valor entre antes e depois da recuperação.
- Não existe menção à quantidade de atividades de recuperação ao longo do período letivo (mas preferencialmente no horário regular de aula).
- obs: As notas de AC (avaliação continuada) podem ser consideradas atividades de recuperação
1.20 Número de vagas
Indicador Conceito Critério de Análise 1.20. Número de vagas 1 O número de vagas para o curso não está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos. 2 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos, mas não há comprovação da sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso). 3 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso). 4 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso). 5 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, e em pesquisas com a comunidade acadêmica, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
RESPONSÁVEIS: Prof. WILSON VALENTE JUNIORNOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4
Análise 2018-1
Da Adequação do Número de Vagas:
O Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí foi o primeiro curso de Eng. Elétrica da Região da AMFRI e, conforme descrito no PPC, tem como principal papel minimizar a demanda reprimida no acesso ao ensino superior (que é de apenas 4% da população), bem como aumentar os índices de oferta de ensino público na região (apenas 2,5% da oferta de ensino superior na cidade é publica). Com números tão críticos, abertura do curso tem recebido uma procura considerável em seu processo de ingresso, que é monitorado semestralmente pela coordenação do curso visando a adequação do número de vagas à capacidade limite de infraestrutura física e adequação de corpo docente ao que o curso se propõe:
Semestre Seleção Turno Vagas Inscritos Candidato X Vaga Matrículas 2015/2 Vestibular Vesp. 40 330 8,25 40 2016/1 Vestibular/SISU Vesp. 40 264 6,60 40 2016/2 Vestibular Vesp. 40 250 6,25 40 2017/1 ENEM/SISU Vesp. 40 442 11,05 40 2017/2 ENEM/SISU Vesp. 40 862 21,55 39 2018/1 SISU Vesp. 40 528 13,20 40 Da Adequação da Infraestrutura Física:
De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 41, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2014 - Regulamento Didático Pedagógico – RDP – do IFSC [4], em seu Art. 6º, §5º "As turmas deverão ser compostas por 40 (quarenta) alunos, otimizando os espaços físicos e a oferta de vagas, casos excepcionais deverão ser justificados no PPC". A área total de infraestrutura disponibilizada para o Curso de Engenharia Elétrica é de 1.059,7 m², divididas em 4 salas multimídea de 57,2 m² (área total de 228,8 m²), 2 laboratórios de informática (área total de 127,1 m²), 1 sala de desenho (69,87 m²), 11 laboratórios de Eng. Elétrica (com área total de 506,8 m²), 1 laboratório de física (69,9 m²), 1 laboratório de química (57,2 m²), para uma oferta total de 400 vagas disponíveis. Cada laboratório dispõe de um conjunto específico de equipamentos dedicado às suas finalidades e objetivos, de modo a permitir o desenvolvimento das 59 Unidades Curriculares previstas no Curso.
No caso do Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí, são oferecidas 40 vagas semestrais para ingresso na 1ª fase do Curso. Conforme definido no PPC, as quatro primeiras fases ficam alocadas em salas de aula multimídia para aulas teóricas e em laboratórios especializados para as aulas práticas. As demais turmas do Curso ficam alocadas em laboratórios especializados que possuem configuração didática mista, de modo a permitir ao docente a alternância entre teoria e prática durante a aula.
Nas aulas de laboratórios as turmas são normalmente divididas em turma A e B, de modo que o número de alunos nas turmas seja adequado a dimensão do laboratório e à capacidade de alunos. No documento do PPC do Curso, a seção de Infraestrutura descreve os dados técnicos e as dimensões de cada laboratório utilizado no curso. Na maioria das turmas, busca-se uma divisão de alunos que permita aos alunos trabalhar individualmente no computador ou no máximo em duplas.
Em síntese, os alunos do Curso de Engenharia Elétrica ocupam regularmente os seguintes espaços:
- Sala de aula multimídea 1, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 1)
- Sala de aula multimídea 2, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 2)
- Sala de aula multimídea 3, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 3)
- Sala de aula multimídea 4, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 4)
- Laboratório de Circuitos Elétricos (LabCEL), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 5A)
- Laboratório de Eletrônica (LabELETRO), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 5B)
- Laboratório de Instalações Elétricas (LabINE), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 6A)
- Laboratório de Maquinas Elétricas (LabMAQ), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,86 m²/aluno; (Turma 6B)
- Laboratório de Automação Industrial (LabAI), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno.; (Turma 7A)
- Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado (LabMAG), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 7B)
- Laboratório de Microprocessadores (LabMIC), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 8A)
- Laboratório de Sistemas de Comunicação (LabCOM), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 8B)
- Laboratório de Sistemas de Potência (LabSPOT), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 9A)
- Laboratório de Eletrônica de Potência (LabEP), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 9B)
- Laboratório de Projetos (LabPROJ), possui área total de 69,8 m² e capacidade nominal de 36 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,94 m²/aluno.
Para desenvolvimento de pesquisas e elaboração dos trabalhos de conclusão de curso (TCC), os alunos disponibilizam de uma ampla biblioteca, com 380 m², com sala de apoio audiovisual, ambiente de pesquisa individual, acesso a bibliografia e periódicos. (Turma 10)
Da Adequação da Dimensão do Corpo Docente:Em relação ao número de professores, busca-se no planejamento de distribuição das disciplinas atribuir no máximo 3 disciplinas de cunho técnico/tecnológico para cada docente do Curso, visando assim garantir uma excelente qualidade no ensino. O QUADRO RESUMO DOS DOCENTES DO CURSO, pagina XXX do PPC do curso apresenta a distribuição dos professores titulares para cada disciplina.
É importante ressaltar que no IFSC a carga de atividades em sala de aula é regulamentada conforme a Resolução Nº 23/2014/Consup de 09 de Julho de 2014 (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/consup_resolucao23_2014_atividades%20docentes_ifsc.pdf) que estabelece que: Art. 16. "Os docentes do IFSC, independente de seu regime de trabalho, deverão exercer no mínimo 8 (oito) horas semanais de aulas e máximo 18h", possibilitando que o professor desenvolva outras atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e representação e também de capacitação e qualificação.
A adequação de quantitativo docente segue a planilha contida na POCV do Câmpus Itajaí e está alinhada ao PDI do IFSC. Conforme destaca o referido documento, onde consta a CH total prevista para implantação do Curso de Eng. Elétrica em suas diversas áreas de conhecimento, foram contratados professores para composição do quadro efetivo do Curso nas seguintes áreas/código de vaga:
Área de Eng. Elétrica:
- PEL - Projetos Elétricos
- EME - Eletromagnetismo e Máquinas Elétricas;
- ELG - Eletrônica Geral;
- SIC - Sistemas de Controle;
- PSD - Processamento Digital de Sinais;
- SIP - Sistemas de Potência;
- ELP - Eletrônica de Potência;
- COE - Compatibilidade Eletromagnética;
- RST - Redes e Sistemas de Telecomunicaçõe;
- AUI - Automação Industrial;
Área Propedêutica:
- MTM - Matemática;
- FSC - Física;
- PTG - Português;
- QMC - Química;
- ADM- Administração;
Área de Eng. Mecânica:
- - Materiais;
- - Ciências Térmicas;
Área de Recursos Naturais:
- RN- Recursos Naturais
Ações 2018-1
Para atingir o nível 5 é necessário a realização de pesquisas periódicas com a comunidade acadêmica que comprovam a adequação às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa.
- Sugestão de melhorias de médio/longo prazo:
Da Adequação da Infraestrutura Física: 1) Adequação da Infraestrutura de TI: LabCEL (6 PCs), Lab ELETRO (6 PCs) e LabMIC(12 PCs); 2) Aquisição das bancadas para os laboratórios em implantação (LabCOM, LabMIC, LabEP, LabSPOT); 3) Aquisição de equipamentos para os laboratórios em implantação (LabMAG, LabSPOT, LabCOM, LabEP, LabMIC).
Da Adequação do Corpo Docente: 1) Contratação da última vaga constante na POCV para Prof. Eletroeletrônica (Eletrônica de Potência)
1.21 Integração com as redes públicas de ensino - NÃO SE APLICA
1.22 Integração do curso com o sistema local e regional de saúde (SUS) - NÃO SE APLICA
1.23 Atividades práticas de ensino para áreas da saúde - NÃO SE APLICA
1.24 Atividades práticas de ensino para licenciaturas - NÃO SE APLICA
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