EEL ITJ DIMENSÃO 1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Dimensão 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Fontes de Consulta: 1) Plano de Desenvolvimento Institucional; 2) Projeto Pedagógico do Curso; 3) Relatório de Autoavaliação Institucional; 4) Políticas Institucionais, Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver; 5) Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, quando couber; 6) Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC.
Contexto Educacional (1.1)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.1. Contexto educacional 1 Quando o PPC não contempla as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 2 Quando o PPC contempla, de maneira insuficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 3 Quando o PPC contempla, de maneira suficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 4 Quando o PPC contempla muito bem as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 5 Quando o PPC contempla, de maneira excelente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. RESPONSÁVEIS: Valente e Fernanda
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4
Análise 2016
O PPC apresenta no capítulo 2 uma justificativa para a proposição do curso de Engenharia Elétrica no IFSC - Câmpus Itajaí - e uma análise de demanda que têm sido utilizada pelo como referência para a abertura de outros cursos da Rede IFSC (ver parecer CEPE da avaliação de abertura).
do setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) na Grande Florianópolis e, em parte, na região Sul. Esse estudo contempla as demandas econômicas (participação do faturamento e contratação de profissionais do setor na economia) e sociais, representadas pelos possíveis ingressantes do curso. Os documentos de base utilizados para esta análise foram:
- "Mapeamento dos Recursos Humanos e Cursos em Tecnologia da Informação e Comunicação" – edição 2010" - realizado pela ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia) e Prefeitura Municipal de Florianópolis. O estudo abordou as características do setor na região da Grande Florianópolis e ressaltou que a cidade de Florianópolis contava com aproximadamente 550 empresas no setor de TIC, o que demonstrou o potencial de absorção de recursos humanos formados na região, já que é carente de mão de obra qualificada para esse importante setor da região.
- "O Setor da Tecnologia da Informação e Comunicação no Brasil 2003 – 2006" - estudo realizado pelo IBGE. Este estudo analisou o mercado de TIC entre 2003 e 2006 mostrou a tendência de crescimento deste setor, tanto do ponto de vista da quantidade de empresas, quantidade de oferta de postos de trabalho, faturamento e valor adicionado/valor da transformação industrial. Também ficou evidenciado a concentração desta indústria na região Sudeste, onde também se concentram a maioria dos cursos na área de TIC. Mas revelou que a contribuição da região Sul também é relevante e esta tem uma baixa concentração de cursos na área das TIC, resultando em uma escassez de profissionais qualificados para atuar neste setor.
- O documento "Software e Serviços de TI - A Indústria Brasileira em Perspectiva" versão 2009 elaborado pela SOFTEX. Neste documento as filiadas ao Sistema SOFTEX e entidades do setor de TIC constatam que: o setor requer profissionais de TI com alto nível de instrução; percebe-se a falta do profissional com o perfil desejado no mercado; há vagas em aberto; planeja-se ampliar a força de trabalho em curto prazo.
No que se refere à demanda empresarial, o PPC referencia um seminário realizado em 2011 pela Área de Telecomunicações do IFSC - câmpus São José. Este seminário envolveu empresas da região e foi realizado para levantar as demandas do setor de telecomunicações principalmente no que se referia a definição do perfil do profissional requisitado pelo mercado.
Os documentos citados no PPC, embora sejam relativamente antigos não podem ser considerados ultrapassados, pois novas versões corroboram com as conclusões realizadas até então.
No que se refere as demandas políticas e ambientais pode-se concluir que o PPC atualmente vigente (alterado em 2015-2) prevê o atendimento de anseios gerais da sociedade, a começar pela elaboração do "PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO" no item 2.2 que coloca: "o engenheiro deve ser capaz de criar novos negócios e, por consequência, gerar indiretamente novas oportunidades para outros setores, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. Entretanto, ele deve ser consciente de que as ações resultantes de seu trabalho devem garantir o bem estar das gerações futuras e por isso zelar pelo desenvolvimento de projetos ecologicamente corretos e por ações que não priorizem o ganho material e de capital em detrimento ao ser humano e a natureza, e o individual sobre o coletivo."
Esta visão do profissional é reforçada pelas ementas previstas na disciplina de Engenharia e Sustentabilidade e dos projetos integradores que aborda a relação entre ciência, tecnologia e sociedade.
Finalmente, as demandas sociais e culturais são abordadas principalmente no contexto das atividades complementares, onde o PPC na sua versão 2015-2 (item 2.8) coloca que : “a coordenação de área de telecomunicações organiza e/ou apoia a participação discente em eventos, projetos e atividades que permitam o pleno desenvolvimento do currículo, não somente na área técnica mas também no que se refere a cultura, artes e demais áreas do conhecimento.” Entres estas atividades são enumeradas, por exemplo, projetos de extensão de cunho social, tais como o Projeto Rondon e projetos de extensão contemplados em editais do IFSC e de órgãos de fomento; Participação em espaços públicos: mostras culturais e feiras voltadas a formação da cidadania; Ações comunitárias em caráter voluntário.
No portal wiki da Engenharia Elétrica existe um link de acesso a atividades complementares que enumeram várias atividades propostas no câmpus: http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es
Pode-se encontrar neste link o PPC versão 20145-2 e a primeira versão de 2011.
Ações 2016
Políticas institucionais no âmbito do curso (1.2)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.2. Políticas institucionais no âmbito do curso 1 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI não estão previstas/implantadas no âmbito do curso. 2 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, no âmbito do curso. 3 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, no âmbito do curso. 4 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão muito bem previstas/implantadas no âmbito do curso. 5 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira excelente, no âmbito do curso. Autor:Sobral Ações 1) Solicitar termo aditivo incluindo o curso do PDI (-) O curso precisa ser incluído no PDI de 2009-2013 através do termo aditivo.
- Ações
- 1) Não percebo ações aqui, o Sobral avaliou os documentos. Quanto ao incentivo a pesquisa e extensão sabemos que esse é o nosso "calo", devemos continuar tentando resolve-lo. Lembro que já temos algumas ações em andamento: Participação nos editais, criação de um grupo de pesquisa, projetos em andamento
Políticas adotadas pela Instituição:
- Gestão que promova a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. (OK ... ao menos no papel: há editais regulares para pesquisa e extensão, e alguns professores têm submetido projetos, mas o curso não tem ainda uma prática organizada para estimular a submissão de propostas e envolvimento de alunos. )
- Formação continuada dos servidores, tendo em vista a construção de um quadro referencial e cultural baseado na pesquisa como princípio educativo. (OK ... muitos professores se qualificando, o que neste momento do curso é satisfatório)
- Consolidação do princípio pedagógico de indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão nos processos de construção e desenvolvimento curricular nos projetos pedagógicos dos cursos. (Parcial ... extensão pouco contemplada, pesquisa incipiente. O PPC afirma que existe essa intenção no curso, mas isso não transparece em suas disciplinas nem em demais atividades. Ver ítem 3.2 do PPC, pg. 30)
- Verticalização da oferta educativa, otimizando a infra-estrutura, os quadros de pessoal e os recursos de gestão, atendendo às demandas sociais e educacionais, para consolidar os itinerários formativos dos eixos tecnológicos, articulando preparação para o trabalho com a elevação da escolaridade. (OK: criou-se mais um curso que ampliou as opções de formação para estudantes).
- Ampliação da oferta de vagas em todos os níveis e modalidades de educação, atendendo aos percentuais previstos na Lei 11.892/2008, de, no mínimo, cinqüenta por cento de oferta em cursos técnicos de nível médio – integrado, subseqüente ou concomitante e PROEJA, sendo que este último deve atingir, no mínimo, dez por cento da oferta conforme estabelecido no Decreto no 5840/07; vinte por cento em formação de educadores – Licenciatura na Área de Ciências da Natureza e Matemática, Licenciatura EPT e programas especiais de formação pedagógica; e o restante em cursos superiores de tecnologia e bacharelado em áreas em que a ciência e a tecnologia são componentes determinantes, bem
como programas de pós-graduação lato e stricto sensu. (OK: aumentaram-se vagas ofertadas, então acho que isso satisfaz o item, Há também a análise de vagas no ítem 2.11 do PPC, e os Objetivos do curso, na pg. 15)
- Criação de dispositivos institucionais de regulação, acompanhamento e avaliação, em conformidade com a legislação, que operem a favor da unicidade do trabalho educativo e que permitam apurar a pertinência e a relevância dos projetos institucionais para o cumprimento da sua função social. (NSA ??)
- Desenvolvimento de soluções científicas e tecnológicas para atender às demandas sociais e peculiaridades locais e regionais. (Parcial: o curso se propõe a formar profissionais com essa finalidade, além de terem previstos projetos de pesquisa e extensão, mas as peculiariedades locais e regionais não são discutidas)
- Desenvolvimento da ciência e da tecnologia, orientada pelo compromisso ético com o desenvolvimento sustentável e a democratização das conquistas e benefícios da produção do conhecimento na perspectiva de cidadania e da inclusão. (Parcial: creio que se enquadra no mesmo caso do ítem imediatamente anterior. Além disso, o PPC não menciona como pode contribuir para democratizar os benefícios dentro de sua área de formação e atuação)
- Difusão sistemática das práticas e produções resultantes das ações de ensino, pesquisa e extensão. Promoção da institucionalização da extensão como um conjunto de atividades fim visando o cumprimento da missão do IF-SC. (Parcial: o PPC cita as intenções quanto a pesquisa e extensão, mas de forma bastante genérica. Não há uma exposição sobre como isso pode ser realizado.)
- Dimensionamento da extensão como vetor de transformação social. (Parcial: não há destaque para extensão no PPC, mas o mesmo se aplica à pesquisa)
Análise 2015-2
Todas as ações de ensino, de pesquisa e de extensão realizadas no curso estão em harmonia com o novo PDI do IFSC e pode ser acessado a partir do Portal Wiki da Engenharia de Telecomunicações http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es
Na sequência são apresentadas as diretrizes e políticas do PDI 2015-2019 que possuem maior impacto no curso:
- Diretrizes e Políticas de Ensino
-alinhamento com as DCNs e harmonização dos currículos garantindo o atendimento às necessidades locais e regionais. COMENTÁRIO: O PPC do curso foi construído com base nas DCNs dos Bacharelados e Licenciaturas, tendo alinhado com este documento (ver pg.48) o seu perfil de egresso, carga horária e temas abordados na formação.
-respeito as demandas locais dentro do contexto da comunidade que se insere. Os arranjos produtivos locais devem ser consultados. COMENTÁRIO: Conforme PPC, foi realizado em 2010 um seminário com empresas, CREA e outros órgãos no sentido de dar suporte a definição do perfil do egresso. Atualmente a coordenação acompanha as empresas onde os alunos realizam estágios para verificar o atendimento a estas demandas. Também tem sido realizado esforços no sentido de participar de fóruns de empresas (exemplo: a Vertical de Telecom da ACATE) com fins de obter novas demandas em termos de perfil.
-consolidação da oferta educativa nos diferentes níveis e modalidades. COMENTÁRIO: o curso está na oitava fase de implantação com uma procura considerável (7.25 alunos por vaga para 2016 na ampla concorrência - vestibular, 4 para 1 em 2015-2 e 10.38 em 2015-1).
-construção e consolidação do marco regulatório necessário à agilidade de processos, sistemas e métodos. COMENTÁRIO: o corpo docente, articulado com a coordenação da área/curso de telecomunicações de São José participou com delegados na construção do novo Regulamento Didático Pedagógico do IFSC (RDP) definindo várias questões associadas a validação de disciplinas, cancelamentos e outros processos acadêmiicos. Muitos itens desta RDP foram baseados na antiga RDP de Engenharia de Telecomunicações do câmpus São José.
-implantação de um sistema eletrônico de gerenciamento dos vários processos. COMENTÁRIO: o IFSC conta com sistemas acadêmico (ISAAC) e de registro de processos (SIGA) que estão atualmente em uso. Entretanto, o IFSC está implantando um novo sistema acadêmico cuja previsão de uso é 2016.
-ampliação de um programa de educação continuada na formação de formadores, aperfeiçoando os processos de ensino, comprometendo-se com o êxito na aprendizagem. COMENTÁRIO: a coordenação do curso e a coordenação de suporte educacional vem trabalhando no sentido de proporcionar oficinas de caráter formativo para os professores da engenharia dentro de reuniões pedagógicas que são realizadas ao longo do semestre. Este processo foi inciado em 2015-2 com levantamento de necessidades junto aos docentes e uma série de oficinas serão implementadas para instrumentalizar os docentes no sentido de planejamento de aulas, uso de recursos didáticos, troca de experiências entre outros. Decidiu-se levantar casos de sucesso dentro do curso e compartilhar as ideias centrais desstes casos.
-fortalecimento das instâncias democráticas. COMENTÁRIO: o curso mantê em pleno funcionamento o Colegiado de Curso com pelo menos duas reuniões semestrais e o NDE que se reune periodicamente para discutir questões associadas ao curso e o PPC. Além disto, a área de Telecomunicações participa dos Colegiados de Ensino e do Conselho do Câmpus. O coordenador do curso vem participando de comissões específicas para harmonização do currículo das engenharias do IFSC e para definição de formas de ingresso.
-incentivo à educação a distância como uma das práticas de ensino da instituição, sendo a EaD uma das opções que atenda a uma determinada demanda; COMENTÀRIO: não se aplica.
- Diretrizes e Políticas de Extensão
- estimular a participação do aluno em atividades de extensão, através do desenvolvimento de ações na comunidade como parte integrante dos currículos dos cursos ofertados pelo IFSC, articulando diferentes áreas do conhecimento. COMENTÁRIO: a pró-reitoria de extensão vem lançando uma série de editais de extensão que vem sendo explorados pelos professores. O coordenador do curso de engenharia foi coordenador de um destes projetos contemplado em 2014-2015: projeto Mulheres na Engenharia: quebrando paradigmas. Este projeto visou divulgar a engenharia para alunas do segundo grau usando como base uma escola da região. 4 alunos bolsistas da engenharia desenvolveram oficinas e mesas redonda. Algumas atividades tiveram alunos voluntários. Outras projetos similares foram desenvolvidos, por exemplo, o desenvolvimento de oficinas de games educativos também com escola do segundo grau (Projeto Programação visual + game design e seus recursos pedagógicos). Além destes projetos os alunos participaram do Projeto Rondon.
- incentivar a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos. COMENTÁRIOS: está previsto no PPC no item 2.
- possibilitar o contato com a comunidade e com o mundo do trabalho, favorecendo a inclusão profissional do aluno e do egresso do IFSC;
- (i) promover uma formação ampla do aluno por meio do desenvolvimento de atividades que permitam o acesso à ciência, à tecnologia, à cultura e ao esporte; (ii) sensibilizar os alunos para que desenvolvam a ideia de pertencimento social, para que se sintam corresponsáveis pelo desenvolvimento de ações profissionais que levem ao desenvolvimento regional. (iii) fortalecer e ampliar as atividades de extensão de cunho tecnológico, científico, cultural e esportivo COMENTÁRIO: a coordenação da engenharia e da área de telecomunicações vem promovendo oportunidades que permitem aos alunos desenvolver/despertar esta consciência. Como exemplo pode-se colocar a participação de alunos voluntários da engenharia na realização de oficinas de divulgação do curso para alunos do ensino médio. No lado esportivo pode-se pode-se citar a Academia de Karatê, os jogos JIFSC (do sistema IFSC).
- fomentar e apoiar programas de mobilidade discente, especialmente no que se refere a intercâmbios, independentemente da área de formação política (institucional na área de cooperação internacional, ensino de idiomas e mobilidade). COMENTÁRIO: Um total de 13 alunos da Engenharia de Telecomunicações usufruíram ou usufruem dos programas Ciências sem Fronteiras, BRAFITEC e PROPICIE para realizar intercâmbio no exterior (EUA, Canadá, Alemanha, UK, Espanha, Finlândia e Hungria). Cursos FIC de inglês vem sendo sistematicamente desenvolvidos na instituição com fins de dar suporte a estes programas. Cursos de francês promovido pelo IFSC com professores franceses também vem sendo realizados com participação dos alunos da engenharia.
- Diretrizes e Políticas de Pesquisa
-(i) incentivar a pesquisa em todos os níveis de ensino e direcionar as atividades de pesquisa para solucionar problemas técnico-científicos oriundos da sociedade; (ii) fomentar e fortalecer a inovação e o empreendedorismo. -(iii)envolver o aluno, preparando-o para que se torne capaz de fazer intervenções que contribuam para a transformação da sociedade; (iv) prezar pela qualidade do ensino, por meio de pesquisas bem direcionadas e associadas ao conhecimento desenvolvido nos cursos do IFSC; (v) disseminar a cultura da inovação tecnológica e da propriedade intelectual. COMENTÁRIOS: os professores, alunos e a coordenação do curso vem incentivando fortemente atividades relacionadas ao empreendedorismo. A participação em concursos do tipo DESAFIO IFSC de Ideias Inovadoras é um exemplo de ação empreendedora. Três equipes se classificaram entre os 10 projetos finalistas de todo o sistema (22 campi). Em adição, por iniciativa de alunos, a coordenação da área e de curso estão articulando o estabelecimento de empresa Júnior no campus. Finalmente, vários projetos de pesquisa estão em desenvolvimento (ver Portal Wiki do Curso).
Ações 2015-2
Objetivos do curso (1.3)
Responsáveis: Michelle e Eraldo
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.3. Objetivos do curso 1 Quando os objetivos do curso não apresentam coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 2 Quando os objetivos do curso apresentam insuficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 3 Quando os objetivos do curso apresentam suficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 4 Quando os objetivos do curso apresentam muito boa coerência,em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 5 Quando os objetivos do curso apresentam excelente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. Template:Collapse top O objetivo do curso é formar Engenheiros de Telecomunicações para atuar no promissor mercado de telecomunicações de Santa Catarina e do Sul do Brasil, o qual concentra um grande número de empresas provedoras de serviços, indústrias de equipamentos e desenvolvedores de soluções tecnológicas integradas para a área de tecnologia da informação e comunicação.
O curso de Engenharia de Telecomunicações pretende contribuir para a verticalização da formação profissional na área de telecomunicações oferecida pelo IF-SC. Em termos de ofertas, o IF-SC oferece Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio de Telecomunicações, voltado a formação de jovens, integrando a formação geral à formação profissional. O IF-SC também oferece no período noturno o Curso Técnico Subsequente de Telecomunicações, voltado a formação de jovens e adultos para a área de telecomunicações. Esta é uma formação que procura atender a demanda por certificação e especialização de profissionais que já atuam na área técnica de telecomunicações, bem como capacitar trabalhadores para ingresso no mundo do trabalho nesta área tecnológica. Esta oferta de curso tem um papel social importante, abrindo novas perspectivas para atuação profissional para os egressos. Atualmente o IF-SC também oferta o Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações, que embora proporcione um bom nível de formação, ainda deixa algumas lacunas na área de desenvolvimento de tecnologias e implementação de sistemas de telecomunicações.
A Engenharia de Telecomunicações mantém esta cadeia de formação e busca preencher as lacunas não cobertas pelo atual CST de Sistemas de Telecomunicações, tendo como objetivos na formação: desenvolver a capacidade de atuação do egresso no planejamento, inovação, desenvolvimento, projeto, implementação, operação e manutenção de sistemas de telecomunicações. Estas capacidades foram estabelecidas a partir da definição do perfil do egresso da Engenharia de Telecomunicações do IF-SC. Template:Collapse bottom
Análise 2015-2
O objetivo do curso é formar Engenheiros de Telecomunicações para atuar no promissor mercado de telecomunicações de Santa Catarina e do Sul do Brasil, o qual concentra um grande número de empresas provedoras de serviços, indústrias de equipamentos e desenvolvedores de soluções tecnológicas integradas para a área de tecnologia da informação e comunicação.
O curso de Engenharia de Telecomunicações do IFSC surge, então, a partir da análise das demandas sociais e mercadológicas e pretende contribuir para a verticalização da formação profissional, previsto nas políticas de ensino institucional, no contexto da área de telecomunicações oferecida pelo IF-SC, posto que o IF-SC oferece Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio de Telecomunicações e curso noturnode Técnico Subsequente de Telecomunicações.
O objetivo do curso está fortemente articulado com o perfil do formação e com a estrutura curricular e foi moldado segundo as pesquisas de mercado e a realimentação de empresas em seminários, conforme descrito no item de contexto educacional. O currículo parte da necessidade, de maneira a envolver os sujeitos, para que a aprendizagem e a formação se deem de formas criativas e significativas, levando em conta as necessidades cotidianas, os direitos humanos, favorecendo, enfim, a criação e não a reprodução. Isso aparece por meio das metodologias de ensino selecionadas, por exemplo. A estrutura curricular, principalmente, no que se refere aos Projetos Integradores (em número de 3) e as disciplinas profissionalizantes e especializantes trabalham fortemente a questão de metodologias de desenvolvimento de software e hardware para sistemas de Telecomunicações. Em particular, as disciplinas de Sistemas Embarcados. Dispositivos Lógicos Programáveis, Circuitos para RadioFrequência e Projeto de Protocolos atuam diretamente na preparação do perfil do profissional para que que este atue em empresas de alta tecnologia e possibilitando aos alunos o despertar do lado empreendedor, pois observam de imediato as possibilidades de proposição de sistemas/produtos em áreas carentes do mercado. Por fim, é importante salientar que a coordenação, mais o grupo de professores da Egenharia de telecomunicações do IFSC pensa no perfil do ingresso para pensar no percurso, nas metodologias, intervenções e estratégias a fim de forjar o perfil do egresso especificado e almejado no PPC.
As primeiras reações das empresas que recebem alunos de engenharia de telecomunicações no estágio obrigatório são bastante positivas. É uma realimentação importante no que diz respeito a avaliação do atendimento dos objetivos do curso. Embora somente 4 alunos estejam ou já concluíram este estágio, pode-se observar que um aluno já foi contratado pela empresa onde fez o estágio e um outro teve a oportunidade de continuar o estágio em caráter não obrigatório.
Ações 2015-2
Perfil profissional do egresso (1.4)
Responsáveis: Marcos e Arliones
Indicador Conceito Critério de Análise 1.4. Perfil profissional do egresso 1 Quando o perfil profissional não expressa competências do egresso. 2 Quando o perfil profissional expressa, de maneira insuficiente, as competências do egresso. 3 Quando o perfil profissional expressa, de maneira suficiente, as competências do egresso. 4 Quando o perfil profissional expressa, muito bem, as competências do egresso. 5 Quando o perfil profissional expressa, de maneira excelente, as competências do egresso. Template:Collapse top O engenheiro de Telecomunicações formado pelo IF-SC deve ser capaz de atuar prontamente no arranjo produtivo e de serviços da região, não somente preenchendo as necessidades atuais do setor, mas exercendo o papel de agente empreendedor e transformador da sociedade. Neste sentido, o engenheiro deve ser capaz de criar novos negócios e, por consequência, gerar indiretamente novas oportunidades para outros setores, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. Entretanto, ele deve ser consciente de que as ações resultantes de seu trabalho devem garantir o bem estar das gerações futuras e por isso zelar pelo desenvolvimento de projetos ecologicamente corretos e por ações que não priorizem o ganho material e de capital em detrimento ao ser humano e a natureza, e o individual sobre o coletivo.
Uma visão de consenso dos proponentes do curso sobre o perfil do profissional é a de que o nosso país não deve ser um mero reprodutor de tecnologias, mas ter a capacidade de criar novas tecnologias e produtos sendo capaz de se igualar a outros países desenvolvidos em termos de número de patentes e registros de inovações. Neste sentido a formação do egresso da Engenharia de Telecomunicações tem como “competência central” o Projeto e implementação de Sistemas de Telecomunicações, envolvendo software, hardware e processamento de sinais, mas ao mesmo tempo mantendo um viés horizontal de formação, de forma a ampliar as possibilidades de colocação do profissional. Um fator que contribuirá de forma significativa para a formação plena do egresso é a inserção dos alunos em projetos de pesquisa e desenvolvimento, os quais são realizados frequentemente pelos professores do grupo com o objetivo de integrar as atividades de ensino, pesquisa e a extensão.
Para fins didáticos, o perfil do egresso da Engenharia de Telecomunicações foi dividido em dois componentes: um perfil de formação geral e um perfil técnico específico. O perfil de formação geral procura articular as recomendações apontadas pelos MEC (MEC, 2009a) com aquelas sistematizadas a partir de um seminário realizado com as empresas da área de telecomunicações da região da Grande Florianópolis em 10 de junho de 2010. Neste perfil de formação geral destaca-se a capacidade de: (i) trabalhar em equipe, bem como gerenciar processos e pessoas; (ii) articular o desenvolvimento tecnológico e sua relação com as questões humanas, sociais e ambientais; (iii) considerar em suas atividades a ética, a segurança, as regulamentações, a legislação e as questões relativas ao mundo do trabalho; (iv) dialogar com os arranjos produtivos culturais, locais e regionais; (v) e ter uma visão sistêmica dos processos tecnológicos, considerando soluções e projetos integrados.
O perfil técnico específico tem como ponto de partida o “Referencial Nacional para Engenharia de Telecomunicações” (MEC, 2009b), o qual estabelece como “capacidade principal” para perfil do egresso do Engenheiro de Telecomunicações atuar no planejamento, projeto, instalação, operação e manutenção de sistemas de telecomunicações. Esta capacidade principal foi detalhada e articulada em função do perfil institucional da área de telecomunicações do IF-SC e em função dos arranjos produtivos locais e regionais, compilados também a partir do seminário realizado em junho de 2010 com as empresas da área de telecomunicações da região da Grande Florianópolis. A Figura 3 ilustra, na forma de um mapa conceitual, uma síntese do perfil de formação para a Engenharia de Telecomunicações.
Como campo de aplicação, incluso nos Sistemas de Telecomunicações, estão as Redes de Computadores, o Sistema Telefônico e os Enlaces de Rádio frequência, Enlaces Ópticos e Enlaces de Satélite. Nestes sistemas destaca-se a tendência de convergência das tecnologias em torno das redes baseadas em comutação de pacotes, com destaque para os protocolos da arquitetura TCP/IP, a qual tem um papel de destaque na formação a ser desenvolvida no curso. A Figura 4 ilustra uma síntese do perfil técnico específico para a Engenharia de Telecomunicações.
Áreas de atuaçãoConforme o “Referencial Nacional para Engenharia de Telecomunicações” (MEC, 2009b), o Engenheiro de Telecomunicações é habilitado para trabalhar em empresas de telecomunicações, no desenvolvimento e operação de sistemas de comunicações e com tecnologia da informação; em empresas de Telemática, com técnicas analógicas e digitais; em empresas de telefonia e radiocomunicação fixa e móvel com satélites de comunicação; comunicação multimídia e telecomunicação via cabo ou rádio; com instalações, equipamentos elétricos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da Engenharia de Comunicação e de Telecomunicações; e com sistemas de cabeamento estruturado e fibras ópticas; em empresas de radiodifusão de sons e imagens, analógicas e digitais.
O Engenheiro de Telecomunicações do IF-SC terá como “competência central” o Projeto e Implementação de Sistemas. Com isto o mesmo estará capacitado a atuar nas áreas de desenvolvimento de produtos e sistemas para empresas de telecomunicações e na elaboração de soluções tecnológicas integradas, envolvendo projeto e desenvolvimento de software e hardware, para a área de telecomunicações.
Competências finais
A Engenharia de Telecomunicações do IF-SC tem como “competência central” o Projeto e Implementação de Sistemas, envolvendo software, hardware e processamento de sinais. Para atender a esse foco de formação, o engenheiro formado terá as competências:
- Projetar de forma integrada hardware e software de Sistemas de Telecomunicações, utilizando de
metodologias apropriadas;
- Utilizar técnicas formais para o projeto, validação e implementação de novos protocolos de
comunicação;
- Projetar e realizar experimentos para avaliação de desempenho de redes de comunicação;
- Projetar e implementar algoritmos específicos para o processamento de sinais no contexto de sistemas
de telecomunicações.
Como campo de aplicação, incluso nos Sistemas de Telecomunicações, estão as Redes de Computadores, o Sistema Telefônico e os Enlaces de Rádio Frequência, Enlaces Ópticos e Enlaces de Satélite. Nestes sistemas destaca-se a tendência de convergência das tecnologias em torno das redes baseadas em comutação de pacotes, com destaque para os protocolos da arquitetura TCP/IP, a qual tem um papel de destaque na formação a ser desenvolvida no curso. Template:Collapse bottom
Análise 2015-2
O engenheiro de Telecomunicações formado pelo IFSC deve ser capaz de atuar prontamente no arranjo produtivo e de serviços da região, não somente preenchendo as necessidades atuais do setor, mas exercendo o papel de agente empreendedor e transformador da sociedade. Neste sentido, o engenheiro deve ser capaz de criar novos negócios e, por consequência, gerar indiretamente novas oportunidades para outros setores, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. Entretanto, ele deve ser consciente de que as ações resultantes de seu trabalho devem garantir o bem estar das gerações futuras e por isso zelar pelo desenvolvimento de projetos ecologicamente corretos e por ações que não priorizem o ganho material e de capital em detrimento ao ser humano e a natureza, e o individual sobre o coletivo. O engenheiro formado não deve ser um mero reprodutor de tecnologias, mas ter a capacidade de criar novas tecnologias e produtos sendo capaz de se igualar a outros países desenvolvidos em termos de número de patentes e registros de inovações. Para tal, a Engenharia de Telecomunicações tem como “competência central” o Projeto e implementação de Sistemas de Telecomunicações, envolvendo software, hardware e processamento de sinais, capacitando o engenheiro a atuar nas áreas de desenvolvimento de produtos e sistemas para empresas de telecomunicações e na elaboração de soluções tecnológicas integradas, envolvendo projeto e desenvolvimento de software e hardware.
O perfil do egresso da Engenharia de Telecomunicações foi dividido em: um perfil de formação geral e um perfil técnico específico. O perfil de formação geral procura articular as recomendações apontadas pelos MEC com aquelas sistematizadas a partir de um seminário realizado com as empresas da área de telecomunicações da região da Grande Florianópolis em 10 de junho de 2010. Neste perfil de formação geral destaca-se a capacidade de: (i) trabalhar em equipe, bem como gerenciar processos e pessoas; (ii) articular o desenvolvimento tecnológico e sua relação com as questões humanas, sociais e ambientais; (iii) considerar em suas atividades a ética, a segurança, as regulamentações, a legislação e as questões relativas ao mundo do trabalho; (iv) dialogar com os arranjos produtivos culturais, locais e regionais; (v) e ter uma visão sistêmica dos processos tecnológicos, considerando soluções e projetos integrados. O perfil técnico específico tem como ponto de partida o “Referencial Nacional para Engenharia de Telecomunicações”, o qual estabelece como “capacidade principal” para perfil do egresso do Engenheiro de Telecomunicações atuar no planejamento, projeto, instalação, operação e manutenção de sistemas de telecomunicações. Esta capacidade principal foi detalhada e articulada em função do perfil institucional da área de telecomunicações do IFSC e em função dos arranjos produtivos locais e regionais.
Como campo de aplicação, incluso nos Sistemas de Telecomunicações, estão as Redes de Computadores, o Sistema Telefônico e os Enlaces de Rádio frequência, Enlaces Ópticos e Enlaces de Satélite. Nestes sistemas destaca-se a tendência de convergência das tecnologias em torno das redes baseadas em comutação de pacotes, com destaque para os protocolos da arquitetura TCP/IP, a qual tem um papel de destaque na formação a ser desenvolvida no curso. O Engenheiro de Telecomunicações é habilitado para trabalhar em empresas de telecomunicações, no desenvolvimento e operação de sistemas de comunicações e com tecnologia da informação; em empresas de Telemática, com técnicas analógicas e digitais; em empresas de telefonia e radiocomunicação fixa e móvel com satélites de comunicação; comunicação multimídia e telecomunicação via cabo ou rádio; com instalações, equipamentos elétricos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da Engenharia de Comunicação e de Telecomunicações; e com sistemas de cabeamento estruturado e fibras ópticas; em empresas de radiodifusão de sons e imagens, analógicas e digitais.
Ações 2015-2
Estrutura curricular (1.5)
Responsáveis: NDE
Indicador Conceito Critério de Análise 1.5. Estrutura curricular 1 Quando a estrutura curricular prevista/implantada não contempla, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas),articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
2 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática, e nos casos de cursos a distância, meca nismos de familiarização com ess a modalidade.
3 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade,acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
4 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, muito bem, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
5 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexi bilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal,compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
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Análise 2015-2
A estrutura curricular tem um desenho inovador, ao evitar o projeto usual de cursos de Engenharia, que se estruturam em um ciclo básico seguido de um específico. Na segunda fase o aluno já começa a receber conteúdos voltados ao profissionalizante. É o caso da disciplina de Circuitos Elétricos I que em muitos cursos de engenharia é ministrada na quinta fase. O conteúdo de programação também é iniciado na segunda fase com Programação I tendo como suporte a Lógica ministrada na fase 1. Também de forma diferenciada o aluno já tem os princípios básicos de eletrônica digital na fase 3 (CIL29003) e Microprocessadores na fase 4. Desta forma, alunos na quinta fase estão prontos para desenvolver pequenos projetos que necessitem habilidades na programação e em circuitos eletrônicos básicos digitais e analógicos. Isto facilita a aplicação para bolsas em editais de pesquisa e desenvolvimento.
Além disso, incluiu três Projetos Integradores para aplicar de forma integrada os conhecimentos vistos até cada respectiva etapa do curso. A ideia colocada nos projetos integradores é que ele deve:
- proporcionar metodologia para o desenvolvimento de produtos/sistemas;
- proporcionar a interdisciplinaridade. Por exemplo, o Projeto Integrador II se utiliza de conhecimentos da disciplina de Microprocessadores, sistemas distribuídos (que está na mesma fase) entre outros;
- desenvolver a capacidade de trabalho em grupo, nas várias posições (coordenador, executor/membro) e, neste ponto, desenvolvendo a capacidade de respeito aos demais como ser humano, compreendendo limitações pontuais e as idiossincrasias de cada um.
A relação da teoria com a prática pode em parte ser verificada com separação da parte teórica e parte prática em vários componentes curriculares. Desta forma, um professor de Microprocessadores, por exemplo, usufrui de aula não dividida (teoria) para articular conceitos, preparado o aluno para o desenvolvimento de trabalho prático em laboratório.
Os conteúdo eleitos são os necessários, os mais importantes, os melhores para fazerem atingir os objetivos propostos nas disciplinas. Os conteúdos são abordados de maneira que atendam aos objetivos das disciplinas e são adequados com a proposta pedagógica da instituição. Os professores procuram atualizar seus conhecimentos nas áreas dos conteúdos que desenvolvem e tem a sala (sala de aula, alunos, seus conhecimentos, suas curiosidades) como respaldo e recurso para a preparação dos seus planos de ensino e planos de aula. Nos desafios propostos aos alunos, eles percebem e sentem a contingência de respostas possíveis.
Com relação a carga horária como um todo, o curso está dentro do que é solicitado nas DCNs (3996h). A discussão da carga horária e ajustes de ementa em cada disciplina é um ponto a ser reavaliado para a atualização curricular que deve ser realizada no próximo ano. A coordenação promove reuniões entre grupos de disciplinas correlatas para fazer este tipo de análise, juntamente com o NDE. É o caso de disciplinas como Sinais I e II, Comunicação Sem Fio e Processamento Digital de Sinais. Várias pequenas necessidades de ajustes foram realizados e mudanças maiores serão encaminhadas nas ementas.
Finalmente, ser observado que hoje o curso conta vários projetos de desenvolvimento e pesquisa (ver lista aqui: http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Rela%C3%A7%C3%A3o_dos_projetos_e_TCCs_desenvolvidos_no_campus_S%C3%A3o_Jos%C3%A9_do_IFSC) que de certa forma realimentam a teoria e prática em sala de aula, além de oportunizar aos alunos a aplicação a bolsas de trabalho e a iniciação científica.
Ações 2015-2
Conteúdos curriculares (1.6)
Responsáveis: NDE
Indicador Conceito Critério de Análise 1.6. Conteúdos curriculares 1 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados não possibilitam o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos referentes às relações étnico-raciais, direitos humanos, políticas ambientais, bem como acessibilidade.
2 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira insuficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 3 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira suficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 4 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, muito bem, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 5 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira excelente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. Template:Collapse top Template:Collapse bottom
Análise 2015-2
A coordenação vem realizando constantes reuniões entre grupos de disciplinas afins para adequar ementas e realizar avaliação no que se refere a carga horária no curso. Por exemplo, no início deste semestre foram realizadas reuniões entre os seguintes professores/grupos de disciplinas:
- Sinais I (72h) e II (54h), Sistema de Comunicação I (74h) e II (), Comunicação Sem Fio (72h) e Processamento Digital de Sinais (72h);
- Circuitos Lógicos (72h), Microprocessadores (72h), Dispositivos Lógicos Programáveis I (90h) e II (54h) e Sistemas Embarcados (72);
- Antenas e Propagação (72h), Meios Teleguiados (72h), Sistemas de Telecomunicações (72h) a ser implementada em 2016) e Redes de transmissão (72h);
- Programação I (72h) e II (72h), Programação Orientada a Objetos(72h), Sistemas Distribuídos (54h) e Banco de Dados (54h);
- Discussão Projeto Integrador III (36h);
Tais reuniões proporcionam um momento de reflexão em conjunto, onde os professores sugerem pontos a serem agregados com fins de atualização dos conteúdos e sugestões para futuras adequações de carga horária. Pequenos ajustes são/foram realizados para garantir que as ementas sejam cumpridas. O Projeto Integrador III teve especial atenção pois a ideia central foi de proporcionar um cenário onde várias disciplinas possam contribuir na execução do mesmo. Nestas reuniões tem sido observados que em alguns momentos o professor deve interagir mais com os arranjos locais para acompanhar a implantação de novas tecnologias. É o caso de Redes de Transmissão, onde algumas redes de transporte estão se tornando rapidamente obsoletas. Destas reuniões foi observado por exemplo, que a disciplina de Meios Teleguiados poderia ser melhor intercambiada com a disciplina de Antenas, preenchendo melhor alguns pré-requisitos desta.
Em termos mais globais, a coordenação vem promovendo reuniões pedagógicas onde são discutidos aspectos gerais de ensino. No semestre passado foi iniciado um processo de apresentação de disciplinas de professores para professores, de maneira a tornar mais explícito como cada professor desenvolve a sua disciplina e qual o objetivo da mesma. Também tem sido um momento rico de troca de experiências e de descobertas de lacunas e redundâncias em programas de disciplinas. Infelizmente estas reuniões gerais foram um pouco prejudicadas pelo movimento de greve do semestre, que fez com que o mesmo iniciasse em Outubro.
No que tange as questões ambientais e étnico-raciais, não existe um trabalho explícito em cada disciplina, a não ser no Projeto Integrador I e na disciplina de Engenharia e Sustentabilidade a ser implementada em 2016. No entanto, tais questões estão sendo tratadas amplamente em nível de atividades do campus. Por exemplo, O IFSC campus São José conta desde o início do ano com o Núcleo de Estudos em Educação, Tecnologia e Ambiente (NEETA). Este. coordenado pelo professor Felipe Silveira de Souza tem com objetivo de consolidar pesquisas interdisciplinares sobre educação ambiental e sua incorporação em currículos, práticas pedagógicas e no desenvolvimento tecnológico.
A coordenação do curso, juntamente com a coordenação pedagógica cientes da necessidade formativa de professores está articulando uma série de seminários com os professores da Engenharia de Telecomunicações.
A valorização da história e cultura dos povos africanos e indígenas bem como o rompimento com a cultura escravocrata e de hierarquia racial é um ponto de permanente preocupação do IFSC. Neste sentido, uma série de atividades são realizadas durante os semestres para contemplar estes pontos. Pode-se destacar:
2015 -Semana da Consciência Negra do Câmpus São José -Evento de discussão da diversidade socio-cultural brasileira.
2014 -A Semana da Consciência Negra do Câmpus São José
2013 -Exposição “Negras Memórias
2012 -Apresentação do Coral da Tribo Guarani da aldeia de Morro dos Cavalos no auditório do IFSC São José.
Detalhes sobre estes eventos podem ser vistos na página de atividades complementares do Portal Wiki da Engenharia de Telecomunicações (http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es)
Ações 2015-2
Metodologia (1.7)
Responsáveis: Michelle, Saul e Eraldo
Indicador Conceito Critério de Análise 1.7.Metodologia 1 Quando as atividades pedagógicas não apresentam coerência com a metodologia prevista/implantada. 2 Quando as atividades pedagógicas apresentam insuficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 3 Quando as atividades pedagógicas apresentam suficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 4 Quando as atividades pedagógicas apresentam muito boa coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 5 Quando as atividades pedagógicas apresentam excelente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. Template:Collapse top Avaliador: Saul
Como isso é verificado? Acredito que seja por entrevista com os professores.
Olhando o PPC item 3.4
- a metodologia das disciplinas deveria ter uma forte ligação com o setor produtivo/social da região, para auxiliar o seu desenvolvimento e a leitura da realidade pelos alunos. Penso que isso não é a forma de encaminhamento das nossas disciplinas.
- um ponto forte citado no PPC são os projetos integradores, por enquanto temos apenas o da primeira fase, que cumpre parcialmente os itens constantes do PPC.
- o PPC fala na realização de projetos e seminários, cabe uma avaliação com os professores, mas acredito que isso esteja relativamente bem implementado.
- o PPC fala de forte interação entre os professores para integração dos conteúdos. Existem contatos individuais entre os professores, mas não houve discussão sobre a forma de tratar os conhecimentos que envolvesse vários professores.
Análise 2015-2
Para a concepção e seleção de metodologias, concebemos como valores: relações democráticas, diálogo, respeito mútuo, respeito às diferenças, aos saberes dos alunos, alternâncias nas formas de trabalho, o aluno e professor como sujeitos no processo de ensino-aprendizagem, autonomia intelectual como meta educativa, sala de aula como espaço de criticidade, criatividade e liberdade sadia. Trabalhamos para a existência de uma atmosfera educativa que favoreça um clima de trabalho agrdável, organizado, não intimidador ou ameaçador e a partir de normas claras e bem definidas. Normas essas, que são justificadas, explicadas para que todos as entendam, delas se apropriem e também as defendam quando com elas concordarem. Buscando dessa forma, contribuir com a grande demanda social por pessoas e profissionais valorosos e criativos que atuem positivamente na sociedade.
O PPC se refere ao incentivo do desenvolvimento de aulas baseadas em projetos e em alguns componentes curriculares esta prática vem sendo realizada com sucesso. Um exemplo é a Programação II onde vários pequenos projetos são desenvolvidos ao longo da disciplina com supervisão do professor em laboratório. Esta abordagem vem sendo seguida por Microprocessadores, onde através de pequenos projetos se constrói um microprocessador didático ou partes dele. Outras disciplinas também voltadas a profissionalização, tais como, Dispositivos Lógicos Programáveis I e II, Sistemas Operacionais e Sistemas Embarcados também se utilizam destas metodologias. Uma dificuldade encontrada por alguns professores nestas práticas é a questão da avaliação do aluno. Os projetos ou pequenos projetos são em geral desenvolvidos em grupo. Normalmente os professores vem solicitando a apresentação individual seguidas de questionamento.Deve ser observado que existe uma ampla gama de ferramentas de software de apoio ao desenvolvimento das aulas. Este ponto será discutido em item específico.
A ligação disciplina e mundo real é também um desafio para os professores. Os projetos desenvolvidos nas disciplinas profissionalizantes/especializantes estão trazendo problemas do mundo real observados por professor e alunos, mas a coordenação tem consciência que é necessário uma maior ligação com os arranjos produtivos no sentido de realimentarem tais disciplinas, particularmente nos TCCs. A área de telecomunicações formou uma comissão de relações empresariais que visa justamente trazer esta realimentação. O coordenador do curso também vem realizando contatos neste sentido, tendo sido convidado a participar de reuniões da vertical telecom promovido pela ACATE (associação de empresas da área).
Por fim, a coordenação do curso juntamente com o suporte pedagógico está articulando uma série de oficinas que passam pelo planejamento até a execução das aulas. A ideia é mapear casos de sucesso apontados por alunos e compartilhar as experiências entre professores.
Ações 2015-2
Estágio curricular (1.8)
Responsáveis: Predro Armando, Rubem, Rafael e Patrícia
Indicador Conceito Critério de Análise 1.8.Estágio curricular supervisionado
1 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado. 2 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 3 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 4 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 5 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. Template:Collapse top Template:Collapse bottom
Análise 2015-2
Há mais de 100 anos, o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) coloca em prática sua missão de promover a inclusão e formar cidadãos, por meio da educação profissional, científica e tecnológica, gerando, difundindo e aplicando conhecimento e inovação. Em 1988, iniciou-se a oferta dos cursos de Telecomunicações. Três anos depois, a instituição inaugurou a Unidade São José, em instalações próprias - primeira unidade de ensino do atual IFSC fora da capital catarinense. Desta forma, o campus de São José já tem um histórico de mais de 27 anos nos cursos de Telecomunicações. Assim, as atividades de estágio curricular já estão incorporadas na instituição anteriormente à formação da primeira turma do curso técnico de Telecomunicações em 1991. Para o suporte das atividades de estágio curricular foi implantada uma coordenadoria de estágio, que é o setor responsável em coordenar, supervisionar e orientar as atividades de estágio dos alunos, bem como garantir o cumprimento das exigências legais do estágio curricular. Esta coordenadoria de estágio atualmente possui um coordenador geral e duas servidoras técnicos administrativas. É de competência do coordenador geral de estágios acompanhar, mediar e tomar as devidas providências para garantir o pleno desenvolvimento das atividades de estágio. Cabe a esta coordenadoria dar apoio administrativo, a responsabilidade do cadastro das empresas concedentes das oportunidades de estágios, cadastro de estagiários, registros e controles acadêmicos do estágio, orientar e acompanhar todos os trâmites da documentação dos estagiários, bem como fornecer cartas de apresentação, termos de compromisso e programa de estágio para as empresas. Esta coordenadoria disponibiliza e organiza todo material necessário para orientação/supervisão e acompanhamento dos estágios. É importante ressaltar que todos documentos necessários e orientações do estágio se encontram disponíveis em endereço eletrônico na página da instituição: http://www.sj.ifsc.edu.br/index.php/ensino/estagio.
No curso de Engenharia de Telecomunicações o estágio curricular obrigatório visa proporcionar ao aluno a vivência no mundo do trabalho, facilitando sua adequação à vida profissional permitindo a integração dos diferentes conceitos vistos ao longo da sua vida escolar. Sua presença no currículo é considerada como importante parte da formação acadêmica. A carga horária mínima do estágio curricular obrigatório é de 360 horas, sendo que sua realização é possível somente após a integralização de 2160 horas de carga horária do curso.
Ao longo destes anos muitas empresas foram parceiras de nossa Instituição oferecendo oportunidades de estágios para nossos alunos. A maioria das empresas da região costuma contratar estagiários para posterior efetivação. De acordo com o sistema SIGA (Sistema de Integração de Gerenciamento Administrativo), que é um banco de dados desenvolvido na nossa instituição, temos cadastradas 356 empresas apenas na área de telecomunicações. Empresas estas, que, em algum momento ofertaram estágio para nossos alunos ao longo destes anos. Nossa instituição já tem um reconhecimento junto aos arranjos econômicos locais correlatos com a área de telecomunicações, entretanto, a Coordenação do Curso de Telecomunicações, está atualmente implantando uma comissão de relações externas, que será instituída por portaria, composta por um professor coordenador e mais dois professores, com o objetivo de divulgar os cursos de Telecomunicações e, principalmente, o curso de Engenharia de Telecomunicações à comunidade e ao mercado corporativo. Esta comissão também prospectará junto às empresas possibilidades de estágios para os alunos do curso de Engenharia de Telecomunicações, incrementando o número de empresas cadastradas na instituição para a área de engenharia.
A Coordenação de Telecomunicações designa um professor da área, por portaria instituída, para assumir a responsabilidade da orientação dos alunos e da correção dos relatórios parciais e finais de estágio. Este professor atua como um orientador de estágios dedicado para a área de telecomunicações. Assim este professor fica responsável em fazer a visita às empresas, para verificar as condições de trabalho e se as atividades anexadas ao plano de estágio estão sendo cumpridas - vale lembrar, que este plano de estágio é sugerido pela empresa e a coordenação de telecomunicações avalia se o mesmo está adequado à proposta pedagógica do curso - para isso, o professor-orientador primeiramente tem uma conversa com o supervisor técnico do aluno na empresa, a fim de obter alguns subsídios referentes ao aluno, tais como, postura profissional, conhecimento técnico e dificuldades de aprendizado. Além disso, o supervisor da empresa pode dar uma realimentação de conteúdos específicos e relevantes que os alunos poderiam se aprofundar. Estas informações são muito importantes pois o professor-orientador poderá realimentar a Coordenação de Telecomunicações para que a mesma possa sugerir finos ajustes na grade curricular do curso a fim de atender melhor as demandas locais das empresas. Além da conversa com o supervisor da empresa, o professor-orientador mantém contato com o aluno a fim de saber as dificuldades encontradas, se teve supervisão adequada, se a empresa ofereceu treinamento etc. Nesta visita de supervisão de estágio o professor-orientador, leva um material específico para este momento fornecido pela coordenadoria de estágio, contendo um formulário no qual o aluno estagiário preenche visando saber, do ponto de vista do aluno, das condições oferecidas de trabalho, se o conteúdo aprendido, até então, está sendo útil na função que está executando, se teria interesse em ser contratado etc. Outra informação útil neste formulário é como os alunos conseguiram a vaga de estágio, pois desta forma pode-se compilar estas informações para melhorar a divulgação das vagas de estágio na instituição.
Durante o período de estágio o aluno entrega mensalmente relatórios com avaliações parciais do seu supervisor, demonstrando se as atividades propostas estão sendo cumpridas de acordo com o plano de estágio. Ao fim do estágio, e cumprida a carga horária necessária, o aluno entrega um relatório final com uma avaliação global do supervisor da empresa. A partir deste relatório o professor-orientador avalia e encaminha para coordenação dar a aprovação final. Ressalta-se ainda que os modelos de relatórios parciais/finais, fichas de avaliação e demais documentos necessários são disponibilizados para os alunos na página da instituição. O regulamento do estágio, aprovado pelo Colegiado de Curso em 7/7/2015 (Resolução do Campus de Número 8/2015) pode ser acessado no portal de telecomunicações (http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php?title=Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es&action=purge)
Ações 2015-2
Atividades complementares (1.12)
Responsáveis: Eraldo
Indicador Conceito Critério de Análise 1.12 Atividades complementares 1 Quando as atividades complementares previstas/implantadas não estão regulamentadas/institucionalizadas.
2 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
3 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
4 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão muito bem regulamentadas/institucionalizadas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
5 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
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Análise 2015-2
Ações 2015-2
O regulamento das atividades foi aprovado no Colegiado de curso, tendo Resolução do Campus de Número 9/2015. Ele está disponível no portal da engenharia (http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es)
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Telecomunicações do IFSC - Câmpus, São José (RESOLUÇÃO CEPE/IFSC Nº 118, DE 05 DE SETEMBRO DE 2011 (*) REPUBLICADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2015), prevê no item 2.8
“O currículo da Engenharia de Telecomunicações do IFSC não prevê atividades complementares obrigatórias para sua integralização. Entretanto, a coordenação de área de telecomunicações organiza e/ou apoia a participação discente em eventos, projetos e atividades que permitam o pleno desenvolvimento do currículo, não somente na área técnica mas também no que se refere a cultura, artes e demais áreas do conhecimento.”
Conforme colocado na RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002 as atividades complementares são incentivadas e neste sentido, a coordenação apoia atividades tais como (item 2.8 do PPC):
- Participação em eventos que promovam a produção científica dos discentes e a troca de experiências nas áreas de engenharia;
- Projetos de extensão de cunho social, tais como o Projeto Rondon e projetos de extensão contemplados em editais do IFSC e de órgãos de fomento;
- Palestras de cunho científico, tecnológico e de assuntos relevantes para o exercício pleno da futura profissão e da cidadania;
- Atividades de monitoria: O IFSC mantém para todos os cursos superiores programa de monitoria, exercida por discentes dos cursos superiores, alocadas para as componentes curriculares específicas, na qual o monitor tem dedicação de 20 horas semanais;
- Iniciação científica e inovação tecnológica: O IFSC desenvolve diversos programas de bolsas de
- Iniciação Científica, no qual os discentes da engenharia poderão participar. Os alunos também podem integrar grupos de pesquisa e de desenvolvimento associados a projetos desenvolvidos por professores;
- Projetos, competições e concursos para o incentivo à inovação e ao empreendedorismo;
- Atividades esportivas;
- Visitas técnicas a empresas e instituições;
- Realização de cursos extracurriculares;
- Estágio não obrigatório realizado em empresas e instituições, dentro da área de formação do aluno;
- Participação em espaços públicos: mostras culturais e feiras voltadas a formação da cidadania;
- Participação em fóruns institucionais;
- Ações comunitárias em caráter voluntário.
Em reunião do Colegiado do Curso no dia 20/10/2015 foi aprovado o Regulamento de Atividades Complementares que orienta a forma como são emitidas declarações comprobatórias de atividades complementares e a forma como são registrados oficialmente no histórico escolar. Cabe ressaltar que as atividades complementares vem sendo realizadas fortemente no âmbito escolar, destacando-se:
- Atividades de monitoria: em 2014 e 2015 foram garantidos 5 vagas de monitorias para alunos da engenharia (CHAMADA INTERNA Nº 04/2015 CÂMPUS SÃO JOSÉ ) nas áreas de cálculo, álgebra e geometria, circuitos elétricos, microprocessadores e programação;
- Projetos de ensino e desenvolvimento: 7 projetos de apoio ao desenvolvimento didático pedagógico (Edital 13 - PRPPGI - 2015) envolvendo um bolsista da engenharia em cada um deles:
- Concepção de experimentos de sistemas embarcados para disciplinas do curso de Engenharia de Telecomunicações
- Reconhecimento de voz através de redes neurais artificiais utilizando a transformada Wavelet
- Reconhecimento de comando via impulsos cerebrais usando redes neurais artificiais para auxiliar portadores de tetraplegigicos
- Mapas de Karnaugh 2D e 3D
- Sistema automatizado de inspeção de dutos de sistemas de condicionamento de ar
- Implementação de experimentos para o ensino de propagação de sinais em meios guiados e espaço livre
- Elaboração de experimentos práticos e roteiros didáticos para a disciplina de Circuitos de Rádio Frequência utilizando a plataforma de Rádio Definido por Software
- Projeto de Extensão “Mulheres na Engenharia : Quebrando Paradigmas” (Edital APROEX 2014 com término em agosto de 2015) com participação de bolsistas e alunos voluntários da engenharia na organização de oficinas e mesas redondas para alunos do nível médio e superior.
- Participação em fóruns: dois alunos participam do Colegiado de Curso.
- Viagens de Estudo em 2015: Latinoware 2015 (12ª Conferencia Latino-americana de Software Livre Foz do Iguaçu), FISLO 2015 (15 º Forum de Software Livre - Porto Alegre), organizadas pelo Centro Acadêmico com apoio da Instituição. *Visita a Usina Termelétrica de Jorge Lacerda (no contexto da disciplina de Eletricidade e Instrumentação).
- Organização de eventos “Café com Linux” por iniciativa de alunos de engenharia com apoio de professores;
- Participação no Desafio IFSC de Ideias Inovadoras (CHAMADA PÚBLICA PROPPI Nº 19/2015) de empreendedorismo promovido pelo IFSC, tendo a Engenharia de Telecomunicações colocado 3 equipes de alunos dentre as 10 selecionadas em 84 equipes homologados dentre todos os campi do IFSC.
Em termos de alunos contemplados participando de projetos de pesquisa em 2015-2 tem-se 15 alunos. A lista de projetos pode ser vista em http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Rela%C3%A7%C3%A3o_dos_projetos_e_TCCs_desenvolvidos_no_campus_S%C3%A3o_Jos%C3%A9_do_IFSC
No semestre de 2015-2 também foram contemplados 5 alunos com bolsas de monitoria (2 desistências). A página de monitoria pode ser consultada e verificado a oferta em outros semestres: http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Programa_de_monitoria_dos_cursos_superiores_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es
Desta forma, apesar das atividades complementares não contabilizarem para a carga horária de integralização do curso, pode-se afirmar que elas estão sendo plenamente desenvolvidas e incentivadas.
Trabalho de conclusão de curso (TCC) (1.13)
Responsáveis: Eraldo
Indicador Conceito Critério de Análise 1.13 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
1 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
2 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
3 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
4 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
5 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
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Análise 2015-2
O regulamento do TCC, aprovado pelo Colegiado do Curso em 09/09/2015 pode ser acessado no portal wiki da engenharia de telecomunicações (http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es), tendo Resolução do Campus de Número 11/2015.
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Telecomunicações do IFSC - Câmpus, São José prevê, na versão atualizada em 2015-2 e aprovada pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da Instituição (RESOLUÇÃO CEPE/IFSC Nº 118, DE 05 DE SETEMBRO DE 2011 (*) REPUBLICADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2015), no item 2.7:
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório no Curso de Engenharia de Telecomunicações e far-se-á de acordo com as normas estabelecidas no Regulamento Didático-Pedagógico (RDP) do IFSC e com o Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso da Engenharia de Telecomunicações.
A atual RDP, aprovada em 2014-2 (em anexo) prevê no Art.170:
Art. 170. O trabalho de conclusão de curso (TCC), quando previsto no PPC, é um componente curricular que contempla a diversidade de aspectos de formação do aluno consolidado pela realização de um trabalho acadêmico em campo de conhecimento que mantenha correlação direta com o curso.Parágrafo único. A elaboração, orientação e apresentação do TCC deve seguir regulamentação própria.
O regulamento do TCC foi fruto de ampla discussão no âmbito do Colegiado do Curso. O regulamento detalha o trâmite do processo para o pleno desenvolvimento do TCC, bem como as atribuições dos atores envolvidos neste processo. O TCC é basicamente centrado em duas componentes curriculares: TCC 1 e TCC 2.O Art.6 do regulamento coloca claramente os objetivos do TCC1. Pode-se observar que o pré-projeto de TCC é o resultado central do TCC1. Neste momento, o aluno já possui um orientador (definido ao longo TCC1) e o tema. O aluno deve elaborar um pré-projeto que é defendido em banca fechada (Art.11).
A avaliação da disciplina de TCC1 leva em consideração a avaliação do pré-projeto além da realização de outras atividades previstas.
Na unidade curricular TCC 2 (Art.13) o aluno desenvolve o pré-projeto apresentado no TCC 1.
A defesa pública do trabalho prevê uma banca da seguinte composta por pelo menos três avaliadores, dos quais o orientador é o presidente (Art.17). A avaliação da disciplina de TCC2 é prevista no Art.20:
Art. 20° O conceito do aluno na disciplina de TCC2 será o atribuído pela banca e fica condicionado ao atendimento das solicitações da banca.
Todo o processo de TCC é coordenado por um Professor Coordenador de TCC, conforme colocado no Art.23. As atribuições dos demais atores: orientando, orientador e banca são explicitados nos artigos 24 a 26.
Outros pontos fundamentais como prazos, direitos autorais também estão claramente definidos no regulamento.
Existe sugestão da Instituição do formato dos trabalhos acadêmicos em um documento sobre "Comunicações Científicas". O regulamento determina seguir estas normas. O TCC1 começará a ser oferecido em 2016-1. Sendo o TCC1 e TCC2 unidades curriculares do curso, a forma de registro da avaliação será conforme RDP vigente.
Uma preocupação da coordenação e do corpo docente é a ligação entre temas de TCC e as necessidades de empresas da região. A coordenação neste sentido está iniciando um processo de captação de temas através de uma consulta por formulário online as empresas do setor. Em dezembro deste ano a coordenação deve apresentar a visão de TCC na Vertical Telecom da ACATE, onde se reunem empresas da área.
Ações 2015-2
Apoio ao discente (1.14)
Responsáveis: Michelle, Cida e Eraldo
Indicador Conceito Critério de Análise 1.14 Apoio ao discente 1 Quando não existe programa de apoio ao discente previsto ou implantado. 2 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira insuficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
3 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
4 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla muito bem os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
5 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira excelente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
Avaliação Saul
Ações
- 1) Elaborar documento registrando quantidade de alunos atendidos por auxílios financeiros, bolsas de trabalho
- 2) Elaborar documento indicando quantidade de monitorias do curso
- 3) Indicar (como não sei) que o campus conta com atendimento psicológico, médio e dentário e pedagógico.
- pegar informação com o núcleo pedagógico quanto alunos da engenharia atendidos com recursos financeiros
- temos alguém do núcleo pedagógico acompanhando a engenharia?
- temos centro acadêmico, representação estudantil e incentivo a realização de intercâmbios. Para os intercâmbios, além da divulgação dos editais temos os cursos extracurriculares de inglês
- atendimento psicopedagógico temos uma psicóloga na escola, é isso que é verificado podíamos avançar com informações sobre acomodação para quem vem de fora.
- Que programas de apoio extraclasse, psicopedagógico, e atividades de nivelamento e extracurriculares estão previstas/implantadas no curso ? Creio que não existam.
- Exemplo: não temos disciplinas optativas, nem cursos de nivelamento, nem tratamento especial para alunos com formação deficiente no início do curso.
Análise 2015-2
O estudante do curso de Engenharia de Telecomunicações do IFSC está inserido no câmpus São José, que tem na sua estrutura uma coordenadoria pedagógica. O setor atua com um conjunto de diferentes profissionais com o objetivo de buscar melhorias nos processos educativos do câmpus. Dessa forma, atende e assessora professores, estudantes e familiares. Além dos serviços técnicos pedagógicos, também disponibiliza os serviços de psicologia e assistência estudantil.
A coordenadoria pedagógica é composta por pedagogas, assistentes sociais e psicóloga. Nessa coordenadoria há uma pedagoga que acompanha, exclusivamente, os dois cursos superiores da área de telecomunicações do câmpus.
O trabalho pedagógico junto aos discentes tem ocorrido na perspectiva de orientá-los e mostrá-los a importância de assumirem compromisso com o curso, da necessidade de desenvolverem atitudes responsáveis e autônomas e de encararem e superarem desafios.
Na recepção aos estudantes, assim que chegam à instituição, é feita a apresentação da coordenadoria pedagógica e logo no início do semstre são feitas, pelo menos, duas inserções da pedagoga em sala de aula para a realização de trabalhos com eles. O primeiro trabalho tem a ver com orientação acadêmica. A segunda inserção visa à integração da turna. As duas ações têm como objetivos a permanência e êxito estudantil. No decorrer do semestre são feitos o acompanhamento de faltas e desempenho acadêmico dos alunos, que vão sendo atendidos de acordo com as necessidades apresentadas.
Atenta às dificuldades sócio interacionais e dificuldades de aprendizagem, as intervenções pedagógicas se dão de maneira a buscar um ambiente estimulante e instigador para que os estudantes aprendam, internalizem os conceitos e produzam conheciementos de forma significativa e prazerosa.
Junto a essa coordenadoria está o setor de saúde que conta com 1 médico, 2 dentistas e 1 técnico de enfermagem, que prestam atendimento aos estudantes, em nível ambulatorial. Na estrutura do câmpus há uma academia de musculação disponibilizada gratuitamente aos servidores e estudantes, nos três turnos. A academia atende com uma equipe de estagiários de Educação Física coordenada por um professor.O nosso estudante tem a sua disposição o atendimento paralelo. Todos os professores disponibilizam um horário semanal para atender aos alunos que tenham dúvidas ou dificuldades sobre as aulas e ainda curso de Formação Inicial e Continuada de Cáculo, a fim de que possam se desenvolver melhor nas disciplinas que tenham o cáculo e a matemática básica como pré-requistos essenciais. (verificar o curso e veja se é isso, por gentileza)
Eles podem participar de projetos de pesquisa e de extensão comunitária e receber uma bolsa-auxílio mensal. Também é possível fazer intercâmbios com instituições de outros estados ou países. Para os intercâmbios, além da divulgação dos editais temos os cursos extracurriculares de inglês. Em particular. Em relação ao número de alunos que entraram em 8 fases de de implementação (256) do curso, um total de 13 de alunos realizaram ou estão realizando intercâmbio através do programa Ciências Sem Fronteiras, PROPICIE (programa do IFSC) e do BRAFITEC. Este número equivale a 5% dos alunos do curso. O destino destes alunos foi:
2013-2
- 2 alunas na Universität Kaiserslautern - Alemanha (CSF)
2014-1
- 1 aluna na Univeristy of Nevada - Reno - USA (CSF)
2014-2 -1
- 1 aluno na University of Essex - UK (CSF)
- 1 aluno na University of Debrecen - Hungria; (CSF)
- 1 aluno na University of California at Santa Barbara (CSF)
- 1 aluna no MIAMI DADE COLLEGE - MDC (CSF)
- 1 aluno no Conestoga College Institute of Technology and Advanced Learning - Canadá (CSF)
- 1 aluno no Tennessee Tech University - USA (CSF)
2015-2
- 1 aluno na University of California at Santa Barbara; (CSF)
- 1 aluno em Bilbao - Espanha (PROPICIE)
- 1 aluno na HAMK University - Finlândia (PROPICIE)
- 1 aluno na Catholique University Lille (BRAFITEC)
Os estudantes encontram apoio e incentivo para a participação no centro acadêmico, entidade de representação estudantil, de livre organização. É um importante espaço de participação e formação política. O CA vem organizando eventos interessantes. Já foram organizadas duas viagens com apoio do IFSC: (i)6º Fórum Internacional de Software Livre - Porto Alegre e (ii) XII Conferência Latino-Americana de Software Livre - Foz do Iguaçu. O CA também se mobilizou para realizar a doação de sangue solidária com os alunos da engenharia em 2015. Todos anos o CA também promove edições dos Jogos Sedentários, através de jogos eletrônicos interativos.
O IFSC implementou, a partir de 2010, a Política de Assistência Estudantil que constitui-se num conjunto de ações voltadas ao atendimento das necessidades dos estudantes, de maneira a proporcionar condições de acesso e permanência com êxito no seu percurso formativo. Para tal, a instituição desenvolve diversas ações/programas dirigidos a todos os estudantes matriculados nos cursos presenciais. Aos estudantes em situação de vulnerabilidade social oferece um Programa específico (PAEVS), que caracteriza-se na oferta de auxílios, na forma de benefício financeiro, destinados ao pagamento de despesas básicas como alimentação, transporte e moradia. No curso de Engenharia de Telecomunicações temos o seguinte quadro de atendimentos realizados desde seu início :
O IFSC implementou, a partir de 2010, a Política de Assistência Estudantil que constitui-se num conjunto de ações voltadas ao atendimento das necessidades dos estudantes, de maneira a proporcionar condições de acesso e permanência com êxito no seu percurso formativo. Para tal, a instituição desenvolve diversas ações/programas dirigidos a todos os estudantes matriculados nos cursos presenciais.
Aos estudantes em situação de vulnerabilidade social oferece um Programa específico (PAEVS), que caracteriza-se na oferta de auxílios, na forma de benefício financeiro, destinados ao pagamento de despesas básicas como alimentação, transporte e moradia.
No curso de Engenharia de Telecomunicações temos o seguinte quadro de atendimentos realizados desde seu início :
- Ano PAEVS (auxílio financeiro) Bolsa de Estágio Interno
2012 06 02 2013 14 06 2014 34 06 2015 36 02Ações 2015-2
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso (1.15)
Responsáveis: Eraldo
Indicador Conceito Critério de Análise 1.15 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
1 Quando não há ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras) no âmbito do curso.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira insuficiente.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira suficiente.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão muito bem previstas/implantadas.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira excelente.
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Análise 2015-2
Dois principais processos de avaliação podem ser identificados no contexto do curso:
- a avaliação institucional realizada a partir da CPA realizado anualmente. O CPA disponibiliza seus relatórios de avaliação no site do sistema (http://www.ifsc.edu.br/menu-cpa-relatorios);
- a avaliação interna promovida pela Coordenação/NDE.
A avaliação institucional é de ordem geral e se for examinado seus relatórios é possível identificar avaliações de alunos em relação ao PPC e outras questões associadas ao curso. Entretanto, não está sendo separado as pesquisas por curso, o que complexo o seu uso nas questões associadas ao mesmo. Por outro lado, é possível ter uma boa visão de questões gerais associadas ao funcionamento do câmpus como um todo, passando pela biblioteca e lanchonete. Estas questões são encaminhadas pela direção do câmpus.
A avaliação interna permite maior riqueza de informações. Duas abordagens vem sendo seguidas: (i) uma avaliação geral anual e (ii) avaliações pontuais em reuniões com professores e eventualmente com alunos. Uma ampla avaliação geral foi realizada no final de 2014 na Mostra de Ciência e Tecnologia que ocorreu no câmpus. Detalhes desta avaliação pode ser vista no link (http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Avalia%C3%A7%C3%A3o_do_Curso_na_MCC_-_2014). O evento físico foi precedido por uma avaliação online onde se capturou várias informações úteis para melhoria do curso. Um dos pontos discutidos foi a questão da flexibilização do currículo através da oferta de disciplinas optativas. Este ponto vem sendo encaminhado pelo NDE através da elaboração de uma nova proposta de matriz curricular. Este estudo foi momentaneamente pausado dado que teve-se que esperar por definições adicionais do tipo como implementar os 10% de extensão no currículo (PNE). Alguns professores também acharam prematuro uma mudança curricu7lar antes de se ter uma primeira turma formada.
Outro ponto que pode ser observado nos relatos são vários pontos de acerto em termos de ementa e conteúdo programático. Algumas pequenas alterações foram encaminhadas (do tipo ordem de assunto a ser ministrado).
Outra abordagem avaliativa vem sendo as reuniões pedagógicas e reuniões de grupos de disciplinas. Nas reuniões pedagógicas tem-se seguido uma abordagem de apresentação de disciplinas com comentários e intervenções dos demais professores. É uma forma do corpo docente se apropriar do PPC do curso e contribuir par melhorias do mesmo. Mais recentemente, a coordenação em conjunto com o suporte pedagógico vem programando uma série de oficinas formativas em termos de planejamento de ensino, implementação e avaliação de aulas.
Ações 2015-2
Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem (1.17)
Responsáveis: Michelle, Marcos e Arliones
Indicador Conceito Critério de Análise 1.17 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem
1 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso. 2 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira insuficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 3 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira suficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 4 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira muito boa, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 5 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira excelente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. "
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Análise 2015-2
O campus São José do IFSC disponibiliza aos alunos diversas ferramentas de TIC para emprego no processo ensino-aprendizagem. Estas ferramentas incluem recursos de informática disponíveis localmente no campus, recursos de informática disponíveis via Internet, e uma série de materiais e tutoriais disponíveis online para os alunos. O campus São José possui uma moderna rede de computadores conectada à Internet com enlace de 1 Gbps com o ponto de presença da RNP em SC (PoP-SC).
Os recursos disponíveis aos alunos localmente no campus estão distribuídos principalmente em três ambientes (Laboratório de Alunos, Biblioteca, e Laboratório de Iniciação Científica), totalizando 22 computadores com acesso à Internet. Estes ambientes podem ser utilizados para realização de atividades extra-classe dos cursos e para a execução de projetos. Em ocasiões específicas, os laboratórios de ensino do campus são disponibilizados aos alunos para realizar atividades extra-classe. Os computadores disponíveis localmente contam com instalação de sistemas Linux e Windows. Também estão disponíveis para instalação nestes equipamentos qualquer software para o qual o IFSC possui licença, incluindo Matlab/Simulink, QuartusII/Modelsim/Qsim, Multisim, Ultiboard, Autocad e Proteus.
O campus também possui ampla cobertura de rede wi-fi. Estão disponíveis ambientes de estudo na Biblioteca onde os alunos podem utilizar seus computadores portáteis para acessar os recursos dispobilizados via rede no campus. Adicionalmente, o IFSC disponibiliza os serviços da rede eduroam que permite a seus usuários acessar redes wi-fi em outras instituições do Brasil e do mundo quando em viagem.
Os alunos do campus São José têm acesso a recursos de informática via Internet através do Sistema IFSC-CLOUD, que é um sistema de computação na nuvem implantado e mantido dentro do campus São José. O sistema possibilita a construção dinâmica de máquinas virtuais, às quais os alunos recebem direito a acesso remoto. Atualmente, existem máquinas virtuais exclusivas para execução remota dos software Matlab/Simulink, QuartusII/Modelsim/Qsim e Multisim. Os alunos também possuem, nestas máquinas remotas, um local onde podem manter seus documentos e projetos disponíveis online. Outra ferramenta disponível através do IFSC-CLOUD é o ambiente ShareLaTeX, que é utilizado por alunos e professores para desenvolver colaborativamente textos, incluindo relatórios de disciplinas, de projetos e monografias.
Uma ferramenta que vem sendo empregada com sucesso no processo de ensino-aprendizagem do curso é o sistema colaborativo de produção e disponibilização de conteúdo baseado na mediawiki. Neste sistema, professores disponibilizam aos alunos materiais de aula, roteiros de experimentos, orientações de estudo, entre outros. O dinamismo oferecido pelo sistema também facilita a colaboração entre docentes durante o planejamento de aulas, permitindo a troca rápida de material e experiências. Em diversas situações, os alunos têm utilizado o sistema para relatar o andamento de projetos ou trabalhos que estão executando.
Ações 2015-2
- Elaboração da Página de TICs
Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem (1.20)
Responsáveis: Michelle, Eraldo
Indicador Conceito Critério de Análise 1.20 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
1 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem não atendem à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
2 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira insuficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
3 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
4 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, muito bem, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
5 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira excelente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
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Análise 2015-2
A RDP em vigor no IFSC descreve o processo de avaliação nos artigos 161 a 167. O arquivo da RDP está no Portal WIki de Telecomunicações: http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es.
O PPC coloca que a avaliação deve ser realizada conforme a RDP. Os instrumentos avaliativos são diversificados e devem contar do plano de ensino (Art.161). Eles podem ser: I - observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades; II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva; III - testes e provas escritos, com ou sem consulta; IV - entrevistas e arguições; V - resoluções de exercícios; VI - planejamento ou execução de experimentos ou projetos; VII - relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas; VIII - atividades práticas referentes àquela formação; IX - realização de eventos ou atividades abertas à comunidade; X - autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe; XI - demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.O resultado de uma avaliação (Art.166) é registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez), sendo o resultado mínimo para aprovação em um componente curricular o valor 6. Também é previsto o valor 0 (zero) para quem teve frequência inferior a 75%. O registro parcial das avaliações deve constar do diário do professor também na forma de 0 a 10. O resultado final da avaliação depende da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões em conselho de classe final. Um ponto a ser notado é que o curso iniciou com outra versão da RDP onde o registro de aproveitamento era realizado por conceitos A,B,C, D(reprovado). O Art.181 da atual RDP prevê a conversão de conceitos a ser implementada em 2016.
Não é especificado nos documentos RDP/PPC a periodicidade e a quantidade das avaliações a serem realizadas, mas consta no planejamento de ensino de cada unidade curricular. Está previsto na RDP que as avaliações sejam devolvidas no prazo máximo de 15 quinze dias (Art 161). Também é prevista a recuperação de estudos com nova avaliação, devendo prevalecer a maior entre as realizadas.
Deve ser observado também que a avaliação será realizada, em cada componente curricular, considerando os objetivos/competências propostos no plano de ensino. No artigo 16 da RDP é colocado que “O plano de ensino é o instrumento de planejamento das atividades para o período letivo”. Deverão estar incluídos neste plano os objetivos ou competências, as metodologias e os instrumentos de verificação do aprendizado e a descrição das práticas. No artigo 17 é estabelecido que “o diário de classe é um instrumento de registro das atividades de ensino”, devendo conter número de aulas previstas, o número de aulas ministradas, o registro da frequência do aluno, o registro das avaliações, os recursos didáticos utilizados e os conteúdos desenvolvidos a cada. encontro.
Ações 2015-2
Número de vagas
Responsáveis: Eraldo e Marcos
Indicador Conceito Critério de Análise 1.21. Número de vagas 1 Quando o número de vagas previstas/implantadas não corresponde à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 2 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira insuficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 3 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 4 Quando o número de vagas previstas/implantadas atende muito bem à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 5 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira excelente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. Template:Collapse top Template:Collapse bottom
Análise 2015-2
De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 41, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2014 - Regulamento Didático Pedagógico – RDP – do IFSC (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/resolucao41comRDPeGLOSSARIO.pdf), no seu Art. 6º, §5º "As turmas deverão ser compostas por 40 (quarenta) alunos, otimizando os espaços físicos e a oferta de vagas, casos excepcionais deverão ser justificados no PPC". No caso do curso de engenharia de telecomunicações são oferecidas apenas 32 vagas semestrais para ingresso na 1ª fase do curso, em função do tamanho das salas de aula do campus e também em função da disponibilidade de laboratórios e equipamentos. No campus de São José as 14 salas de aula tem uma dimensão de 9,35m x 6,00m correspondendo a uma área de 56,1 m², resultando em uma área per capita de 1,75 m²/aluno. Nas aulas de laboratórios as turmas são normalmente divididas em turma A e B, de modo que o número de alunos nas turmas seja adequado a dimensão do laboratório e capacidade de alunos. No documento do PPC do curso, estão relatados os dados de cada laboratório utilizado no curso (https://www.dropbox.com/s/cg0iqagwnswbojo/PPC-v5b-versaoCEPE-2015-2.pdf). Na maioria das turmas, busca-se uma divisão de alunos que permita aos alunos trabalhar individualmente no computador ou no máximo em duplas.
O curso de Engenharia de Telecomunicações dispõe de treze laboratórios didáticos especializados para desenvolver os 57 componentes curriculares com carga horária de aulas práticas. Dentre estes laboratórios didáticos estão oito laboratórios especializados em disciplinas da área de Telecomunicações, dois laboratórios especializados nas áreas de Física e Química, e dois laboratórios didáticos da área de CAD. Cada laboratório dispõe de conjunto de equipamentos específicos às suas finalidades. Para facilitar o planejamento da alocação dos laboratórios, as disciplinas são classificadas em blocos temáticos:
- Bloco A – Básicos: necessitam apenas de recursos básicos de informática, isto é, apenas computadores com aplicativos específicos instalados;
- Bloco B – Básicos Específicos: necessitam de recursos específicos de laboratório para o desenvolvimento do curso;
- Bloco C – Eletro-Eletrônica: necessitam de bancadas de eletrônica para desenvolvimento do curso;
- Bloco D – Redes: necessitam, além de equipamentos básicos de informática, de infraestrutura de rede para o desenvolvimento do curso;
- Bloco E – Sistemas: necessitam de ambiente de desenvolvimento de sistemas incluindo recursos adicionais de software aplicativos e outros periféricos para o desenvolvimento do curso;
- Bloco F – RF: necessitam de recursos específicos de infraestrutura de cabeamento ou radiotransmissão para o desenvolvimento do curso.
É importante ressaltar que todas as salas de aula e laboratórios utilizados no curso de Engenharia de Telecomunicações são compartilhados com os outros cursos do campus, conforme pode-se constatar no quadro de horários dos espaços físicos: http://tele.sj.ifsc.edu.br/arquivos/públicos/Horarios-salas.pdf, principalmente com os cursos técnicos da área de telecomunicações.
Em relação ao número de professores, busca-se no planejamento de distribuição das disciplinas atribuir no máximo 3 disciplinas de cunho técnico/tecnológico para cada docente do curso, visando assim garantir uma excelente qualidade no ensino. O QUADRO RESUMO DOS DOCENTES DO CURSO, pagina 102 do PPC do curso ((https://www.dropbox.com/s/cg0iqagwnswbojo/PPC-v5b-versaoCEPE-2015-2.pdf)) mostra as disciplinas que podem ser atribuidas a cada docente. É importante notar que algumas disciplinas temos mais de um docente habilitado para lecioná-la. Por outro lado é fundamental ressaltar que no IFSC a carga de atividades em sala de aula é limitada ao máximo de 18 horas, possibilitando que o professor desenvolva outras atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e representação e também de capacitação e qualificação. A RESOLUÇÃO Nº 23/2014/Consup de 09 de Julho de 2014 (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/consup_resolucao23_2014_atividades%20docentes_ifsc.pdf) estabelece que: Art. 16. "Os docentes do IFSC, independente de seu regime de trabalho, deverão exercer no mínimo 8 (oito) horas semanais de aulas e máximo 18h".
Ações 2015-2