Difference between revisions of "EEL ITJ DIMENSÃO 1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA"

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Dimensão 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

Fontes   de   Consulta:   
1) Plano   de   Desenvolvimento   Institucional;   
2) Projeto  Pedagógico   do   Curso;
3) Relatório   de Autoavaliação Institucional;
4) Políticas  Institucionais,  Diretrizes  Curriculares  Nacionais,  quando  houver;  
5) Catálogo Nacional  dos  Cursos  Superiores  de Tecnologia,  quando  couber;  
6) Formulário  Eletrônico  preenchido  pela  IES  no  e-MEC.


1.1 Políticas institucionais no âmbito do curso

Descrição da Avaliação

Indicador Conceito Critério de Análise
1.1. Políticas institucionais no âmbito do curso 1 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, não estão implantadas no âmbito do curso.
2 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso de maneira limitada.
3 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso.
4 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso.
5 As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso, adotando-se práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras para a sua revisão.

RESPONSÁVEIS: Coordenação pedagógica (DÉBORA)

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:

Análise 2018-1

VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO

Ações 2018-1

1.2. Objetivos do curso

Descrição da Avaliação

Indicador Conceito Critério de Análise
1.2. Objetivos do curso 1 Os objetivos do curso, constantes no PPC, não estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional.
2 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados de maneira limitada, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional.
3 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional.
4 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional e características locais e regionais.
5 Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional, características locais e regionais e novas práticas emergentes no campo do conhecimento relacionado ao curso.

RESPONSÁVEIS: Profa. FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.3 Perfil profissional do egresso


Descrição da Avaliação

Indicador Conceito Critério de Análise
1.3. Perfil profissional do egresso 1 O perfil profissional do egresso não consta no PPC.
2 O perfil profissional do egresso consta no PPC, mas não está de acordo com as DCN (quando houver) ou não expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente.
3 O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCN (quando houver) e expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente.
4 O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCN (quando houver), expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e as articula com necessidades locais e regionais.
5 O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCN (quando houver), expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e as articula com necessidades locais e regionais, sendo ampliado em função de novas demandas apresentadas pelo mundo do trabalho.

RESPONSÁVEIS: Profa. FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.4 Estrutura Curricular


Descrição da Avaliação

Indicador Conceito Critério de Análise
1.4. Estrutura curricular 1 A estrutura curricular, constante no PPC, não está implementada, ou não considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica ou a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio).
2 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), mas não evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso).
3 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio) e evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso).
4 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso) e explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação.
5 A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso), explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação e apresenta elementos comprovadamente inovadores.

RESPONSÁVEIS: Prof. FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.5 Conteúdos curriculares

Indicador Conceito Critério de Análise
1.5. Conteúdos curriculares 1 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, não promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso.
2 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, mas não consideram a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais ou o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
3 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
4 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, e diferenciam o curso dentro da área profissional.
5 Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciam o curso dentro da área profissional e induzem o contato com conhecimento recente e inovador.

RESPONSÁVEIS: FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.6 Metodologia

Indicador Conceito Critério de Análise
1.6. Metodologia 1 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), não atende ao desenvolvimento de conteúdos.
2 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, mas não às estratégias de aprendizagem; ou ao contínuo acompanhamento das atividades; ou à acessibilidade metodológica; ou à autonomia do discente.
3 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente.
4 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente, e se coaduna com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma relação teoria-prática.
5 A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente, coaduna-se com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma relação teoria-prática, e é claramente inovadora e embasada em recursos que proporcionam aprendizagens diferenciadas dentro da área.

RESPONSÁVEIS: Coordenação Pedagógica (DÉBORA)

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.7 Estágio curricular supervisionado

Indicador Conceito Critério de Análise
1.7.Estágio curricular supervisionado 1 O estágio curricular supervisionado não está institucionalizado.
2 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado, mas não contempla carga horária adequada; ou orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades; ou coordenação e supervisão; ou existência de convênios.
3 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão e existência de convênios.
4 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios e estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso.
5 O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios, estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso, e interlocução institucionalizada da IES com o(s) ambiente(s) de estágio, gerando insumos para atualização das práticas do estágio.

RESPONSÁVEIS: Prof. MARCELO COUTINHO

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1


1.8 Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da educação básica - NÃO SE APLICA

1.9 Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática - NÃO SE APLICA

1.10 Atividades complementares

Indicador Conceito Critério de Análise
1.10 Atividades complementares 1 As atividades complementares não estão institucionalizadas.
2 As atividades complementares estão institucionalizadas, mas não consideram a carga horária; ou a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento; ou a aderência à formação geral do discente, constante no PPC.
3 As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e a aderência à formação geral do discente, constante no PPC.
4 As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e a aderência à formação geral e específica do discente, constante no PPC.
5 As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento, a aderência à formação geral e específica do discente, constante no PPC, e a existência de mecanismos comprovadamente exitosos ou inovadores na sua regulação, gestão e aproveitamento.

RESPONSÁVEIS: Prof. TIAGO DRUMMOND

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??


Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.11 Trabalho de conclusão de curso (TCC)

Indicador Conceito Critério de Análise
1.11 Trabalho de

conclusão de curso (TCC)

1 O Trabalho de Conclusão de Curso não está institucionalizado.
2 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado, mas não considera carga horária, formas de apresentação, orientação ou coordenação.
3 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
4 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação e a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos.
5 O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação, a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos e a disponibilização dos TCC em repositórios institucionais próprios, acessíveis pela internet.

RESPONSÁVEIS: Prof. MARCELO DOS SANTOS COUTINHO

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.12 Apoio ao discente

Indicador Conceito Critério de Análise
1.12 Apoio ao discente 1 Não há ações de apoio ao discente.
2 O apoio ao discente não contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados ou apoio psicopedagógico.
3 O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, e apoio psicopedagógico.
4 O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, apoio psicopedagógico e participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais.
5 O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, apoio psicopedagógico, participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais e promove outras ações comprovadamente exitosas ou inovadoras.

RESPONSÁVEIS: Coordenação Pedagógica (DÉBORA)

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.13 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa

Indicador Conceito Critério de Análise
1.13 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa 1 A gestão do curso não é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
2 A gestão do curso é realizada considerando apenas a autoavaliação institucional ou o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
3 A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
4 A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica.
5 A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica e existência de processo de autoavaliação periódica do curso.

RESPONSÁVEIS: Prof. JOÃO PAULO CUNHA

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

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Ações 2018-1

1.14 Atividades de tutoria - NÃO SE APLICA

1.15 Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de tutoria - NÃO SE APLICA

1.16 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem

Indicador Conceito Critério de Análise
1.16 Tecnologias de

Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem

1 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso.
2 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira insuficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
3 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira suficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
4 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira muito boa, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
5 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira excelente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.

RESPONSÁVEIS: Coordenação de TI (BRUNO)/ POZAS

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

O campus Itajaí do IFSC disponibiliza aos alunos diversas ferramentas de TIC para emprego no processo ensino-aprendizagem. Estas ferramentas incluem recursos de informática disponíveis localmente no campus, recursos de informática disponíveis via Internet, e uma série de materiais e tutoriais disponíveis online para os alunos.

Os recursos disponíveis aos alunos localmente no campus estão distribuídos principalmente em três ambientes (Laboratório de Informática, Biblioteca, e Laboratórios específicos da área de eletrônica). Estes ambientes podem ser utilizados para realização de atividades extra-classe dos cursos e para a execução de projetos. Em ocasiões específicas, os laboratórios de ensino do campus são disponibilizados aos alunos para realizar atividades extra-classe. Também estão disponíveis para instalação nestes equipamentos qualquer software para o qual o IFSC possui licença, incluindo Matlab/Simulink, QuartusII/Modelsim/Qsim, Autocad e Proteus.

O campus também possui ampla cobertura de rede wi-fi. Estão disponíveis ambientes de estudo na Biblioteca onde os alunos podem utilizar seus computadores portáteis para acessar os recursos dispobilizados via rede no campus. Adicionalmente, o IFSC disponibiliza os serviços da rede eduroam que permite a seus usuários acessar redes wi-fi em outras instituições do Brasil e do mundo quando em viagem.


Uma ferramenta que vem sendo empregada com sucesso no processo de ensino-aprendizagem do curso é o sistema colaborativo de produção e disponibilização de conteúdo baseado na mediawiki. Neste sistema, professores disponibilizam aos alunos materiais de aula, roteiros de experimentos, orientações de estudo, entre outros. O dinamismo oferecido pelo sistema também facilita a colaboração entre docentes durante o planejamento de aulas, permitindo a troca rápida de material e experiências. A mediawiki do campus Itajaí vem passando por constantes atualizações para adicionar funcionalidades e incrementar as possibilidades de disponibilização de conteúdos aos estudantes.

Recentemente está sendo implementado o sistema acadêmico SIGAA, através do qual além do registro de presença e de conceitos, é possível também interagir com os estudantes através da criação de grupos de chat, disponibilização de mídia, disponibilização de conteúdo relativo a aulas, etc.


Ações 2018-1

- Aumentar a conscientização do uso da Wiki; - Buscar ampliar os espaços de acesso extra-classe aos alunos;


1.17 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) - NÃO SE APLICA

1.18 Material didático - NÃO SE APLICA

1.19 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem

Indicador Conceito Critério de Análise
1.19 Procedimentos de

avaliação dos processos de ensino-aprendizagem

1 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, não atendem à concepção do curso definida no PPC.
2 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, mas não permitem o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva ou não resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos discentes.
3 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes.
4 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que garantam sua natureza formativa.
5 Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que garantam sua natureza formativa, sendo adotadas ações concretas para a melhoria da aprendizagem em função das avaliações realizadas.

RESPONSÁVEIS: Prof. ALFEN FERREIRA DE SOUZA JUNIOR /WILSON VALENTE JUNIOR

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:

O PPC do Curso de Engenharia Elétrica define que a avaliação dos alunos será realizada conforme o Regulamento Didático Pedagógico (RDP) em vigor no IFSC. Atualmente o RDP descreve o processo de avaliação nos artigos 161 a 167. O documento oficial do RDP está disponível à todos os alunos no Portal Wiki de Engenharia Elétrica e também pode ser acessado aqui.

Conforme estabelece o RDP, a avaliação dos aspectos qualitativos compreende, o diagnóstico, a orientação e a reorientação do processo de aprendizagem visando à construção dos conhecimentos. Os instrumentos de avaliação são diversificados e deverão constar no plano de ensino da Unidade Curricular(Art.161), estimulando o aluno à: pesquisa, reflexão, iniciativa, criatividade, laboralidade e cidadania. As avaliações podem constar de:

  • I - observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades;
  • II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
  • III - testes e provas escritos, com ou sem consulta;
  • IV - entrevistas e arguições;
  • V - resoluções de exercícios;
  • VI - planejamento ou execução de experimentos ou projetos;
  • VII - relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas;
  • VIII - atividades práticas referentes àquela formação;
  • IX - realização de eventos ou atividades abertas à comunidade;
  • X - autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe;
  • XI - demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.

Conforme destacado no Art. 167 do RDP, o resultado de uma avaliação deve ser registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez), sendo o resultado mínimo para aprovação em um componente curricular o valor 6 (seis). Também é previsto o valor 0 (zero) para quem teve frequência inferior a 75%. O registro parcial das avaliações deve constar no diário do professor, também na forma de 0 a 10. O resultado final da avaliação depende da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e das discussões em conselho de classe final.

Não é especificado nos documentos RDP/PPC a periodicidade e a quantidade das avaliações a serem realizadas durante o semestre letivo, mas esta informação deve constar no planejamento de ensino de cada unidade curricular. Está previsto no RDP que as avaliações sejam devolvidas no prazo máximo de 15 quinze dias (Art 161). Também é prevista a recuperação de estudos com nova avaliação, devendo prevalecer a maior entre as realizadas.

Deve ser observado também que a avaliação será realizada, em cada componente curricular, considerando-se os objetivos/competências propostos no plano de ensino. No artigo 16 do RDP é colocado que “O plano de ensino é o instrumento de planejamento das atividades para o período letivo”. Deverão estar incluídos neste plano os objetivos ou competências, as metodologias e os instrumentos de verificação do aprendizado e a descrição das práticas. No artigo 17 é estabelecido que “o diário de classe é um instrumento de registro das atividades de ensino”, devendo conter número de aulas previstas, o número de aulas ministradas, o registro da frequência do aluno, o registro das avaliações, os recursos didáticos utilizados e os conteúdos desenvolvidos a cada encontro.

Ações 2016

Conforme reunião de área realizada em 28/07/2016, nas dependências do Câmpus Itajaí, os professores do Departamento de Eletroeletrônica entendem que é importante uma padronização das fórmulas para cálculo das médias finais das Unidades Curriculares, principalmente no sentido de garantir que a avaliação dos alunos leve em conta a concepção do curso definida no PPC (quanto a avaliação continuada, de caráter teórico e prático) de modo a consolidar os conhecimentos e habilidades previstas nas ementas, bem como valorizar a atitude dos alunos. A fórmula padronizada deve estar explícita no plano de ensino das Unidades Curriculares, bem como os seus critérios de ponderação. Nesse sentido, a primeira proposta apresentada na ocasião foi a inclusão do seguinte texto nos planos de ensino (quanto aos critérios de avaliação):



Sugestão: Incluir os Seguinte Texto nos Planos de Ensino para Padronização da Avaliação no Curso

A sistemática de avaliação considera os conhecimentos adquiridos pelo aluno no decorrer do curso, na escola e na disciplina (conhecimento – saber teórico), as habilidades de colocar em prática o conhecimento adquirido, gerando soluções reais a problemas práticos (habilidade – saber fazer), e os comportamentos que o aluno tem diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolve no seu dia-a-dia (atitude – querer fazer). O conceito final do aluno (apto ou inapto) é obtido a partir da média final (MF) e da frequência em sala-de-aula. A média final (MF) é obtida a partir da média ponderada entre as notas de avaliação continuada (AC) (atividades propostas em sala de aula e lista de exercícios), avaliação prática (AP) (média aritmética das notas de laboratório), e média das provas (MP), conforme a seguinte fórmula:

MF = (AC + AP + 2*MP)/4

Assim, será considerado apto ou aprovado o aluno que obtiver média final >= 6.0 e frequência igual ou superior a ¾ da carga-horária da disciplina. Para os casos em que a MF < 6,0 será realizada uma prova de recuperação, que substituirá a menor nota obtida nas provas regulares.


O texto em questão deve ser genérico, ficando a cargo do professor da UC a definição das atividades que compõe as parciais AC, AP e MP.
Outro ponto que ficou para discussão posterior será a padronização dos critérios para atividades de recuperação. Neste ponto destacam-se as seguintes passagens do RDP:

  • Art. 163. A recuperação de estudos compreenderá a realização de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a aprendizagem (§ 1.: preferencialmente no horário regular de aula).
  • Ao final dos estudos de recuperação o aluno será submetido à avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor, prevalecendo o maior valor entre o obtido na avaliação realizada antes da recuperação e o obtido na avaliação após a recuperação.
  • Art 167. §4.: A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final.
  • Não existe menção à realização de atividade de recuperação que substitua o resultado final (que deve ser composto por um conjunto de avaliações), mas sim a recuperação de estudos e de novas avaliações cujos resultados prevalecem o maior valor entre antes e depois da recuperação.
  • Não existe menção à quantidade de atividades de recuperação ao longo do período letivo (mas preferencialmente no horário regular de aula).
    • obs: As notas de AC (avaliação continuada) podem ser consideradas atividades de recuperação

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Análise 2018-1

Ações 2018-1

1.20 Número de vagas

Indicador Conceito Critério de Análise
1.20. Número de vagas 1 O número de vagas para o curso não está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos.
2 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos, mas não há comprovação da sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
3 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
4 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
5 O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, e em pesquisas com a comunidade acadêmica, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).


RESPONSÁVEIS: Prof. WILSON VALENTE JUNIOR

NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??

Análise 2018-1

Da Adequação do Número de Vagas:

O Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí foi o primeiro curso de Eng. Elétrica da Região da AMFRI e, conforme descrito no PPC, tem como principal papel minimizar a demanda reprimida no acesso ao ensino superior (que é de apenas 4% da população), bem como aumentar os índices de oferta de ensino público na região (apenas 2,5% da oferta de ensino superior na cidade é publica). Com números tão críticos, abertura do curso tem recebido uma procura considerável em seu processo de ingresso, que é monitorado semestralmente pela coordenação do curso visando a adequação do número de vagas à capacidade limite de infraestrutura física e adequação de corpo docente ao que o curso se propõe:

Semestre Seleção Turno Vagas Inscritos Candidato X Vaga Matrículas
2015/2 Vestibular Vesp. 40 330 8,25 40
2016/1 Vestibular/SISU Vesp. 40 264 6,60 40
2016/2 Vestibular Vesp. 40 250 6,25 40
2017/1 ENEM/SISU Vesp. 40 442 11,05 40
2017/2 ENEM/SISU Vesp. 40 862 21,55 39
2018/1 SISU Vesp. 40 528 13,20 40

Da Adequação da Infraestrutura Física:

De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 41, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2014 - Regulamento Didático Pedagógico – RDP – do IFSC [1], em seu Art. 6º, §5º "As turmas deverão ser compostas por 40 (quarenta) alunos, otimizando os espaços físicos e a oferta de vagas, casos excepcionais deverão ser justificados no PPC". A área total de infraestrutura disponibilizada para o Curso de Engenharia Elétrica é de 1.059,7 m², divididas em 4 salas multimídea de 57,2 m² (área total de 228,8 m²), 2 laboratórios de informática (área total de 127,1 m²), 1 sala de desenho (69,87 m²), 11 laboratórios de Eng. Elétrica (com área total de 506,8 m²), 1 laboratório de física (69,9 m²), 1 laboratório de química (57,2 m²), para uma oferta total de 400 vagas disponíveis. Cada laboratório dispõe de um conjunto específico de equipamentos dedicado às suas finalidades e objetivos, de modo a permitir o desenvolvimento das 59 Unidades Curriculares previstas no Curso.

No caso do Curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí, são oferecidas 40 vagas semestrais para ingresso na 1ª fase do Curso. Conforme definido no PPC, as quatro primeiras fases ficam alocadas em salas de aula multimídia para aulas teóricas e em laboratórios especializados para as aulas práticas. As demais turmas do Curso ficam alocadas em laboratórios especializados que possuem configuração didática mista, de modo a permitir ao docente a alternância entre teoria e prática durante a aula.

Nas aulas de laboratórios as turmas são normalmente divididas em turma A e B, de modo que o número de alunos nas turmas seja adequado a dimensão do laboratório e à capacidade de alunos. No documento do PPC do Curso, a seção de Infraestrutura descreve os dados técnicos e as dimensões de cada laboratório utilizado no curso. Na maioria das turmas, busca-se uma divisão de alunos que permita aos alunos trabalhar individualmente no computador ou no máximo em duplas.

Em síntese, os alunos do Curso de Engenharia Elétrica ocupam regularmente os seguintes espaços:

  • Sala de aula multimídea 1, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 1)
  • Sala de aula multimídea 2, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 2)
  • Sala de aula multimídea 3, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 3)
  • Sala de aula multimídea 4, cada uma com área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 40 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,43 m²/aluno; (Turma 4)
  • Laboratório de Circuitos Elétricos (LabCEL), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 5A)
  • Laboratório de Eletrônica (LabELETRO), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 5B)
  • Laboratório de Instalações Elétricas (LabINE), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 24 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,38 m²/aluno; (Turma 6A)
  • Laboratório de Maquinas Elétricas (LabMAQ), possui área total de 57,2 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 2,86 m²/aluno; (Turma 6B)
  • Laboratório de Automação Industrial (LabAI), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno.; (Turma 7A)
  • Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado (LabMAG), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 7B)
  • Laboratório de Microprocessadores (LabMIC), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 8A)
  • Laboratório de Sistemas de Comunicação (LabCOM), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 8B)
  • Laboratório de Sistemas de Potência (LabSPOT), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 9A)
  • Laboratório de Eletrônica de Potência (LabEP), possui área total de 34,6 m² e capacidade nominal de 20 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,73 m²/aluno; (Turma 9B)
  • Laboratório de Projetos (LabPROJ), possui área total de 69,8 m² e capacidade nominal de 36 alunos, correspondente a uma área per capita de 1,94 m²/aluno.

Para desenvolvimento de pesquisas e elaboração dos trabalhos de conclusão de curso (TCC), os alunos disponibilizam de uma ampla biblioteca, com 380 m², com sala de apoio audiovisual, ambiente de pesquisa individual, acesso a bibliografia e periódicos. (Turma 10)


Da Adequação da Dimensão do Corpo Docente:

Em relação ao número de professores, busca-se no planejamento de distribuição das disciplinas atribuir no máximo 3 disciplinas de cunho técnico/tecnológico para cada docente do Curso, visando assim garantir uma excelente qualidade no ensino. O QUADRO RESUMO DOS DOCENTES DO CURSO, pagina XXX do PPC do curso apresenta a distribuição dos professores titulares para cada disciplina.

É importante ressaltar que no IFSC a carga de atividades em sala de aula é regulamentada conforme a Resolução Nº 23/2014/Consup de 09 de Julho de 2014 (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/consup_resolucao23_2014_atividades%20docentes_ifsc.pdf) que estabelece que: Art. 16. "Os docentes do IFSC, independente de seu regime de trabalho, deverão exercer no mínimo 8 (oito) horas semanais de aulas e máximo 18h", possibilitando que o professor desenvolva outras atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e representação e também de capacitação e qualificação.

A adequação de quantitativo docente segue a planilha contida na POCV do Câmpus Itajaí e está alinhada ao PDI do IFSC. Conforme destaca o referido documento, onde consta a CH total prevista para implantação do Curso de Eng. Elétrica em suas diversas áreas de conhecimento, foram contratados professores para composição do quadro efetivo do Curso nas seguintes áreas/código de vaga:

Área de Eng. Elétrica:

  • PEL - Projetos Elétricos
  • EME - Eletromagnetismo e Máquinas Elétricas;
  • ELG - Eletrônica Geral;
  • SIC - Sistemas de Controle;
  • PSD - Processamento Digital de Sinais;
  • SIP - Sistemas de Potência;
  • ELP - Eletrônica de Potência;
  • COE - Compatibilidade Eletromagnética;
  • RST - Redes e Sistemas de Telecomunicaçõe;
  • AUI - Automação Industrial;

Área Propedêutica:

  • MTM - Matemática;
  • FSC - Física;
  • PTG - Português;
  • QMC - Química;
  • ADM- Administração;

Área de Eng. Mecânica:

  • - Materiais;
  • - Ciências Térmicas;

Área de Recursos Naturais:

  • RN- Recursos Naturais


Ações 2018-1

Da Adequação da Infraestrutura Física:


Da Adequação da Infraestrutura Física:



1.21 Integração com as redes públicas de ensino - NÃO SE APLICA

1.22 Integração do curso com o sistema local e regional de saúde (SUS) - NÃO SE APLICA

1.23 Atividades práticas de ensino para áreas da saúde - NÃO SE APLICA

1.24 Atividades práticas de ensino para licenciaturas - NÃO SE APLICA