Difference between revisions of "EEL ITJ DIMENSÃO 1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA"
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|Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. | |Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. | ||
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'''RESPONSÁVEIS:''' Prof. Jefferson | '''RESPONSÁVEIS:''' Prof. Jefferson | ||
Revision as of 02:10, 12 August 2016
Dimensão 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Fontes de Consulta: 1) Plano de Desenvolvimento Institucional; 2) Projeto Pedagógico do Curso; 3) Relatório de Autoavaliação Institucional; 4) Políticas Institucionais, Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver; 5) Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, quando couber; 6) Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC.
Contexto Educacional (1.1)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.1. Contexto educacional 1 Quando o PPC não contempla as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 2 Quando o PPC contempla, de maneira insuficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 3 Quando o PPC contempla, de maneira suficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 4 Quando o PPC contempla muito bem as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 5 Quando o PPC contempla, de maneira excelente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. RESPONSÁVEIS: Prof. Valente
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4
Análise 2016
O PPC apresenta no capítulo 2 uma justificativa para a proposição do curso de Engenharia Elétrica no IFSC - Câmpus Itajaí - e uma análise de demanda que têm sido utilizada pelo como referência para a abertura de outros cursos da Rede IFSC (ver parecer CEPE da avaliação de abertura).
No portal wiki da Engenharia Elétrica existe um link de acesso a atividades complementares que enumeram várias atividades propostas no Câmpus Itajaí: http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5esPode-se encontrar neste link o PPC versão 20145-2 e a primeira versão de 2011.
Ações 2016
- Articular o PPC com os Materiais do Projeto Wiki.
- Buscar dados atualizados
- Ênfase nos tópicos relacionados aos aspectos culturais, sociais e econômicos (log de atividades complementares)
Políticas institucionais no âmbito do curso (1.2)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.2. Políticas institucionais no âmbito do curso 1 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI não estão previstas/implantadas no âmbito do curso. 2 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, no âmbito do curso. 3 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, no âmbito do curso. 4 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão muito bem previstas/implantadas no âmbito do curso. 5 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira excelente, no âmbito do curso. RESPONSÁVEIS: Prof. Douglas
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Objetivos do curso (1.3)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.3. Objetivos do curso 1 Quando os objetivos do curso não apresentam coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 2 Quando os objetivos do curso apresentam insuficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 3 Quando os objetivos do curso apresentam suficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 4 Quando os objetivos do curso apresentam muito boa coerência,em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 5 Quando os objetivos do curso apresentam excelente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. RESPONSÁVEIS: Profa. Karoliny
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Perfil profissional do egresso (1.4)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.4. Perfil profissional do egresso 1 Quando o perfil profissional não expressa competências do egresso. 2 Quando o perfil profissional expressa, de maneira insuficiente, as competências do egresso . 3 Quando o perfil profissional expressa, de maneira suficiente, as competências do egresso. 4 Quando o perfil profissional expressa, muito bem, as competências do egresso. 5 Quando o perfil profissional expressa, de maneira excelente, as competências do egresso. RESPONSÁVEIS: Prof. Fernanda
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Estrutura curricular (1.5)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.5. Estrutura curricular 1 Quando a estrutura curricular prevista/implantada não contempla, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas),articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. 2 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática, e nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. 3 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade,acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
4 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, muito bem, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. 5 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal,compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. RESPONSÁVEIS: Professores do NDE
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Conteúdos curriculares (1.6)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.6. Conteúdos curriculares 1 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados não possibilitam o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos referentes às relações étnico-raciais, direitos humanos, políticas ambientais, bem como acessibilidade.
2 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira insuficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 3 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira suficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 4 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, muito bem, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 5 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira excelente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. RESPONSÁVEIS: Prof. Alfen
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Metodologia (1.7)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.7.Metodologia 1 Quando as atividades pedagógicas não apresentam coerência com a metodologia prevista/implantada. 2 Quando as atividades pedagógicas apresentam insuficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 3 Quando as atividades pedagógicas apresentam suficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 4 Quando as atividades pedagógicas apresentam muito boa coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 5 Quando as atividades pedagógicas apresentam excelente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. RESPONSÁVEIS: Prof. Mathias
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Estágio curricular (1.8)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.8.Estágio curricular supervisionado
1 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado. 2 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 3 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 4 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 5 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. RESPONSÁVEIS: Prof. Jefferson
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Atividades complementares (1.12)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.12 Atividades complementares 1 Quando as atividades complementares previstas/implantadas não estão regulamentadas/institucionalizadas.
2 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
3 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
4 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão muito bem regulamentadas/institucionalizadas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
5 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
RESPONSÁVEIS: Prof. Tiago Drummond
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Trabalho de conclusão de curso (TCC) (1.13)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.13 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
1 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
2 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
3 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
4 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
5 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
RESPONSÁVEIS: Prof. Sérgio / André
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Apoio ao discente (1.14)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.14 Apoio ao discente 1 Quando não existe programa de apoio ao discente previsto ou implantado. 2 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira insuficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
3 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
4 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla muito bem os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
5 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira excelente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
RESPONSÁVEIS: Coordenação Pedagógica (Débora e Michelle)NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Avaliação Saul
Ações
- 1) Elaborar documento registrando quantidade de alunos atendidos por auxílios financeiros, bolsas de trabalho
- 2) Elaborar documento indicando quantidade de monitorias do curso
- 3) Indicar (como não sei) que o campus conta com atendimento psicológico, médio e dentário e pedagógico.
- pegar informação com o núcleo pedagógico quanto alunos da engenharia atendidos com recursos financeiros
- temos alguém do núcleo pedagógico acompanhando a engenharia?
- temos centro acadêmico, representação estudantil e incentivo a realização de intercâmbios. Para os intercâmbios, além da divulgação dos editais temos os cursos extracurriculares de inglês
- atendimento psicopedagógico temos uma psicóloga na escola, é isso que é verificado podíamos avançar com informações sobre acomodação para quem vem de fora.
- Que programas de apoio extraclasse, psicopedagógico, e atividades de nivelamento e extracurriculares estão previstas/implantadas no curso ? Creio que não existam.
- Exemplo: não temos disciplinas optativas, nem cursos de nivelamento, nem tratamento especial para alunos com formação deficiente no início do curso.
Análise 2016
O estudante do curso de Engenharia de Telecomunicações do IFSC está inserido no câmpus São José, que tem na sua estrutura uma coordenadoria pedagógica. O setor atua com um conjunto de diferentes profissionais com o objetivo de buscar melhorias nos processos educativos do câmpus. Dessa forma, atende e assessora professores, estudantes e familiares. Além dos serviços técnicos pedagógicos, também disponibiliza os serviços de psicologia e assistência estudantil.
A coordenadoria pedagógica é composta por pedagogas, assistentes sociais e psicóloga. Nessa coordenadoria há uma pedagoga que acompanha, exclusivamente, os dois cursos superiores da área de telecomunicações do câmpus.
O trabalho pedagógico junto aos discentes tem ocorrido na perspectiva de orientá-los e mostrá-los a importância de assumirem compromisso com o curso, da necessidade de desenvolverem atitudes responsáveis e autônomas e de encararem e superarem desafios.
Na recepção aos estudantes, assim que chegam à instituição, é feita a apresentação da coordenadoria pedagógica e logo no início do semstre são feitas, pelo menos, duas inserções da pedagoga em sala de aula para a realização de trabalhos com eles. O primeiro trabalho tem a ver com orientação acadêmica. A segunda inserção visa à integração da turna. As duas ações têm como objetivos a permanência e êxito estudantil. No decorrer do semestre são feitos o acompanhamento de faltas e desempenho acadêmico dos alunos, que vão sendo atendidos de acordo com as necessidades apresentadas.
Atenta às dificuldades sócio interacionais e dificuldades de aprendizagem, as intervenções pedagógicas se dão de maneira a buscar um ambiente estimulante e instigador para que os estudantes aprendam, internalizem os conceitos e produzam conheciementos de forma significativa e prazerosa.
Junto a essa coordenadoria está o setor de saúde que conta com 1 médico, 2 dentistas e 1 técnico de enfermagem, que prestam atendimento aos estudantes, em nível ambulatorial. Na estrutura do câmpus há uma academia de musculação disponibilizada gratuitamente aos servidores e estudantes, nos três turnos. A academia atende com uma equipe de estagiários de Educação Física coordenada por um professor.O nosso estudante tem a sua disposição o atendimento paralelo. Todos os professores disponibilizam um horário semanal para atender aos alunos que tenham dúvidas ou dificuldades sobre as aulas e ainda curso de Formação Inicial e Continuada de Cáculo, a fim de que possam se desenvolver melhor nas disciplinas que tenham o cáculo e a matemática básica como pré-requistos essenciais. (verificar o curso e veja se é isso, por gentileza)
Eles podem participar de projetos de pesquisa e de extensão comunitária e receber uma bolsa-auxílio mensal. Também é possível fazer intercâmbios com instituições de outros estados ou países. Para os intercâmbios, além da divulgação dos editais temos os cursos extracurriculares de inglês. Em particular. Em relação ao número de alunos que entraram em 8 fases de de implementação (256) do curso, um total de 13 de alunos realizaram ou estão realizando intercâmbio através do programa Ciências Sem Fronteiras, PROPICIE (programa do IFSC) e do BRAFITEC. Este número equivale a 5% dos alunos do curso. O destino destes alunos foi:
2013-2
- 2 alunas na Universität Kaiserslautern - Alemanha (CSF)
2014-1
- 1 aluna na Univeristy of Nevada - Reno - USA (CSF)
2014-2 -1
- 1 aluno na University of Essex - UK (CSF)
- 1 aluno na University of Debrecen - Hungria; (CSF)
- 1 aluno na University of California at Santa Barbara (CSF)
- 1 aluna no MIAMI DADE COLLEGE - MDC (CSF)
- 1 aluno no Conestoga College Institute of Technology and Advanced Learning - Canadá (CSF)
- 1 aluno no Tennessee Tech University - USA (CSF)
2015-2
- 1 aluno na University of California at Santa Barbara; (CSF)
- 1 aluno em Bilbao - Espanha (PROPICIE)
- 1 aluno na HAMK University - Finlândia (PROPICIE)
- 1 aluno na Catholique University Lille (BRAFITEC)
Os estudantes encontram apoio e incentivo para a participação no centro acadêmico, entidade de representação estudantil, de livre organização. É um importante espaço de participação e formação política. O CA vem organizando eventos interessantes. Já foram organizadas duas viagens com apoio do IFSC: (i)6º Fórum Internacional de Software Livre - Porto Alegre e (ii) XII Conferência Latino-Americana de Software Livre - Foz do Iguaçu. O CA também se mobilizou para realizar a doação de sangue solidária com os alunos da engenharia em 2015. Todos anos o CA também promove edições dos Jogos Sedentários, através de jogos eletrônicos interativos.
O IFSC implementou, a partir de 2010, a Política de Assistência Estudantil que constitui-se num conjunto de ações voltadas ao atendimento das necessidades dos estudantes, de maneira a proporcionar condições de acesso e permanência com êxito no seu percurso formativo. Para tal, a instituição desenvolve diversas ações/programas dirigidos a todos os estudantes matriculados nos cursos presenciais. Aos estudantes em situação de vulnerabilidade social oferece um Programa específico (PAEVS), que caracteriza-se na oferta de auxílios, na forma de benefício financeiro, destinados ao pagamento de despesas básicas como alimentação, transporte e moradia. No curso de Engenharia de Telecomunicações temos o seguinte quadro de atendimentos realizados desde seu início :
O IFSC implementou, a partir de 2010, a Política de Assistência Estudantil que constitui-se num conjunto de ações voltadas ao atendimento das necessidades dos estudantes, de maneira a proporcionar condições de acesso e permanência com êxito no seu percurso formativo. Para tal, a instituição desenvolve diversas ações/programas dirigidos a todos os estudantes matriculados nos cursos presenciais.
Aos estudantes em situação de vulnerabilidade social oferece um Programa específico (PAEVS), que caracteriza-se na oferta de auxílios, na forma de benefício financeiro, destinados ao pagamento de despesas básicas como alimentação, transporte e moradia.
No curso de Engenharia de Telecomunicações temos o seguinte quadro de atendimentos realizados desde seu início :
- Ano PAEVS (auxílio financeiro) Bolsa de Estágio Interno
2012 06 02 2013 14 06 2014 34 06 2015 36 02Ações 2016
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso (1.15)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.15 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
1 Quando não há ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras) no âmbito do curso.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira insuficiente.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira suficiente.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão muito bem previstas/implantadas.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira excelente.
RESPONSÁVEIS: Prof. Marcelo
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
Dois principais processos de avaliação podem ser identificados no contexto do curso:
- a avaliação institucional realizada a partir da CPA realizado anualmente. O CPA disponibiliza seus relatórios de avaliação no site do sistema (http://www.ifsc.edu.br/menu-cpa-relatorios);
- a avaliação interna promovida pela Coordenação/NDE.
A avaliação institucional é de ordem geral e se for examinado seus relatórios é possível identificar avaliações de alunos em relação ao PPC e outras questões associadas ao curso. Entretanto, não está sendo separado as pesquisas por curso, o que complexo o seu uso nas questões associadas ao mesmo. Por outro lado, é possível ter uma boa visão de questões gerais associadas ao funcionamento do câmpus como um todo, passando pela biblioteca e lanchonete. Estas questões são encaminhadas pela direção do câmpus.
A avaliação interna permite maior riqueza de informações. Duas abordagens vem sendo seguidas: (i) uma avaliação geral anual e (ii) avaliações pontuais em reuniões com professores e eventualmente com alunos. Uma ampla avaliação geral foi realizada no final de 2014 na Mostra de Ciência e Tecnologia que ocorreu no câmpus. Detalhes desta avaliação pode ser vista no link (http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Avalia%C3%A7%C3%A3o_do_Curso_na_MCC_-_2014). O evento físico foi precedido por uma avaliação online onde se capturou várias informações úteis para melhoria do curso. Um dos pontos discutidos foi a questão da flexibilização do currículo através da oferta de disciplinas optativas. Este ponto vem sendo encaminhado pelo NDE através da elaboração de uma nova proposta de matriz curricular. Este estudo foi momentaneamente pausado dado que teve-se que esperar por definições adicionais do tipo como implementar os 10% de extensão no currículo (PNE). Alguns professores também acharam prematuro uma mudança curricu7lar antes de se ter uma primeira turma formada.
Outro ponto que pode ser observado nos relatos são vários pontos de acerto em termos de ementa e conteúdo programático. Algumas pequenas alterações foram encaminhadas (do tipo ordem de assunto a ser ministrado).
Outra abordagem avaliativa vem sendo as reuniões pedagógicas e reuniões de grupos de disciplinas. Nas reuniões pedagógicas tem-se seguido uma abordagem de apresentação de disciplinas com comentários e intervenções dos demais professores. É uma forma do corpo docente se apropriar do PPC do curso e contribuir par melhorias do mesmo. Mais recentemente, a coordenação em conjunto com o suporte pedagógico vem programando uma série de oficinas formativas em termos de planejamento de ensino, implementação e avaliação de aulas.
Ações 2016
Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem (1.17)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.17 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem
1 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso. 2 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira insuficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 3 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira suficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 4 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira muito boa, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 5 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira excelente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. RESPONSÁVEIS: Coordenação de TI (Bruno e David)
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
O campus São José do IFSC disponibiliza aos alunos diversas ferramentas de TIC para emprego no processo ensino-aprendizagem. Estas ferramentas incluem recursos de informática disponíveis localmente no campus, recursos de informática disponíveis via Internet, e uma série de materiais e tutoriais disponíveis online para os alunos. O campus São José possui uma moderna rede de computadores conectada à Internet com enlace de 1 Gbps com o ponto de presença da RNP em SC (PoP-SC).
Os recursos disponíveis aos alunos localmente no campus estão distribuídos principalmente em três ambientes (Laboratório de Alunos, Biblioteca, e Laboratório de Iniciação Científica), totalizando 22 computadores com acesso à Internet. Estes ambientes podem ser utilizados para realização de atividades extra-classe dos cursos e para a execução de projetos. Em ocasiões específicas, os laboratórios de ensino do campus são disponibilizados aos alunos para realizar atividades extra-classe. Os computadores disponíveis localmente contam com instalação de sistemas Linux e Windows. Também estão disponíveis para instalação nestes equipamentos qualquer software para o qual o IFSC possui licença, incluindo Matlab/Simulink, QuartusII/Modelsim/Qsim, Multisim, Ultiboard, Autocad e Proteus.
O campus também possui ampla cobertura de rede wi-fi. Estão disponíveis ambientes de estudo na Biblioteca onde os alunos podem utilizar seus computadores portáteis para acessar os recursos dispobilizados via rede no campus. Adicionalmente, o IFSC disponibiliza os serviços da rede eduroam que permite a seus usuários acessar redes wi-fi em outras instituições do Brasil e do mundo quando em viagem.
Os alunos do campus São José têm acesso a recursos de informática via Internet através do Sistema IFSC-CLOUD, que é um sistema de computação na nuvem implantado e mantido dentro do campus São José. O sistema possibilita a construção dinâmica de máquinas virtuais, às quais os alunos recebem direito a acesso remoto. Atualmente, existem máquinas virtuais exclusivas para execução remota dos software Matlab/Simulink, QuartusII/Modelsim/Qsim e Multisim. Os alunos também possuem, nestas máquinas remotas, um local onde podem manter seus documentos e projetos disponíveis online. Outra ferramenta disponível através do IFSC-CLOUD é o ambiente ShareLaTeX, que é utilizado por alunos e professores para desenvolver colaborativamente textos, incluindo relatórios de disciplinas, de projetos e monografias.
Uma ferramenta que vem sendo empregada com sucesso no processo de ensino-aprendizagem do curso é o sistema colaborativo de produção e disponibilização de conteúdo baseado na mediawiki. Neste sistema, professores disponibilizam aos alunos materiais de aula, roteiros de experimentos, orientações de estudo, entre outros. O dinamismo oferecido pelo sistema também facilita a colaboração entre docentes durante o planejamento de aulas, permitindo a troca rápida de material e experiências. Em diversas situações, os alunos têm utilizado o sistema para relatar o andamento de projetos ou trabalhos que estão executando.
Ações 2016
- Elaboração da Página de TICs
Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem (1.20)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.20 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
1 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem não atendem à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
2 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira insuficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
3 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
4 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, muito bem, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
5 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira excelente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
RESPONSÁVEIS: Prof. Valente
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4 ou 5
Análise 2016
O RDP em vigor no IFSC descreve o processo de avaliação nos artigos 161 a 167. O arquivo do RDP está no Portal WIki de Engenharia Elétrica: clique aqui. O PPC coloca que a avaliação deve ser realizada conforme a RDP. Os instrumentos avaliativos são diversificados e devem contar do plano de ensino (Art.161). Eles podem ser:
- I - observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades;
- II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
- III - testes e provas escritos, com ou sem consulta;
- IV - entrevistas e arguições; V - resoluções de exercícios;
- VI - planejamento ou execução de experimentos ou projetos;
- VII - relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas;
- VIII - atividades práticas referentes àquela formação;
- IX - realização de eventos ou atividades abertas à comunidade;
- X - autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe;
- XI - demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.
O resultado de uma avaliação (Art.166) é registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez), sendo o resultado mínimo para aprovação em um componente curricular o valor 6. Também é previsto o valor 0 (zero) para quem teve frequência inferior a 75%. O registro parcial das avaliações deve constar do diário do professor também na forma de 0 a 10. O resultado final da avaliação depende da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões em conselho de classe final.
Não é especificado nos documentos RDP/PPC a periodicidade e a quantidade das avaliações a serem realizadas, mas consta no planejamento de ensino de cada unidade curricular. Está previsto na RDP que as avaliações sejam devolvidas no prazo máximo de 15 quinze dias (Art 161). Também é prevista a recuperação de estudos com nova avaliação, devendo prevalecer a maior entre as realizadas.
Deve ser observado também que a avaliação será realizada, em cada componente curricular, considerando os objetivos/competências propostos no plano de ensino. No artigo 16 da RDP é colocado que “O plano de ensino é o instrumento de planejamento das atividades para o período letivo”. Deverão estar incluídos neste plano os objetivos ou competências, as metodologias e os instrumentos de verificação do aprendizado e a descrição das práticas. No artigo 17 é estabelecido que “o diário de classe é um instrumento de registro das atividades de ensino”, devendo conter número de aulas previstas, o número de aulas ministradas, o registro da frequência do aluno, o registro das avaliações, os recursos didáticos utilizados e os conteúdos desenvolvidos a cada encontro.
Ações 2016
Conforme reunião de área realizada em 28/07/2016, nas dependências do Câmpus Itajaí, os professores da área entendem que é necessário uma padronização das fórmulas para cálculo das médias finais das Unidades Curriculares, principalmente no sentido de garantir que a avaliação dos alunos leve em conta a concepção do curso definida no PPC (quanto a avaliação continuada e avaliação prática, primando pela análise dos conhecimentos, habilidades e atitude). A fórmula padronizada deve estar explícita no plano de ensino das Unidades Curriculares, bem como os seus critérios de ponderação. Nesse sentido, a primeira proposta apresentada na ocasião foi a inclusão do seguinte texto nos planos de ensino (quanto aos critérios de avaliação):
Sugestão: Incluir os Seguinte Texto nos Planos de Ensino para Padronização da Avaliação no Curso
A sistemática de avaliação considera os conhecimentos adquiridos pelo aluno no decorrer do curso, na escola e na disciplina (conhecimento – saber teórico), as habilidades de colocar em prática o conhecimento adquirido, gerando soluções reais a problemas práticos (habilidade – saber fazer), e os comportamentos que o aluno tem diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolve no seu dia-a-dia (atitude – querer fazer). O conceito final do aluno (apto ou inapto) é obtido a partir da média final (MF) e da frequência em sala-de-aula. A média final (MF) é obtida a partir da média ponderada entre as notas de avaliação continuada (AC) (atividades propostas em sala de aula e lista de exercícios), avaliação prática (AP) (média aritmética das notas de laboratório), e média das provas (MP), conforme a seguinte fórmula:
MF = (AC + AP + 2*MP)/4
Assim, será considerado apto ou aprovado o aluno que obtiver média final >= 6.0 e frequência igual ou superior a ¾ da carga-horária da disciplina. Para os casos em que a MF < 6,0 será realizada uma prova de recuperação, que substituirá a menor nota obtida nas provas regulares.
O texto em questão deve ser genérico, ficando a cargo do professor da UC a definição das atividades que compõe as parciais AC, AP e MP.
- Outro ponto que ficou para discussão posterior será a padronização dos critérios para atividades de recuperação.
Número de vagas
Indicador Conceito Critério de Análise 1.21. Número de vagas 1 Quando o número de vagas previstas/implantadas não corresponde à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 2 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira insuficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 3 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 4 Quando o número de vagas previstas/implantadas atende muito bem à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 5 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira excelente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
RESPONSÁVEIS: Prof. ValenteNOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 41, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2014 - Regulamento Didático Pedagógico – RDP – do IFSC (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/resolucao41comRDPeGLOSSARIO.pdf), no seu Art. 6º, §5º "As turmas deverão ser compostas por 40 (quarenta) alunos, otimizando os espaços físicos e a oferta de vagas, casos excepcionais deverão ser justificados no PPC". No caso do curso de engenharia de telecomunicações são oferecidas apenas 32 vagas semestrais para ingresso na 1ª fase do curso, em função do tamanho das salas de aula do campus e também em função da disponibilidade de laboratórios e equipamentos. No campus de São José as 14 salas de aula tem uma dimensão de 9,35m x 6,00m correspondendo a uma área de 56,1 m², resultando em uma área per capita de 1,75 m²/aluno. Nas aulas de laboratórios as turmas são normalmente divididas em turma A e B, de modo que o número de alunos nas turmas seja adequado a dimensão do laboratório e capacidade de alunos. No documento do PPC do curso, estão relatados os dados de cada laboratório utilizado no curso (https://www.dropbox.com/s/cg0iqagwnswbojo/PPC-v5b-versaoCEPE-2015-2.pdf). Na maioria das turmas, busca-se uma divisão de alunos que permita aos alunos trabalhar individualmente no computador ou no máximo em duplas.
O curso de Engenharia de Telecomunicações dispõe de treze laboratórios didáticos especializados para desenvolver os 57 componentes curriculares com carga horária de aulas práticas. Dentre estes laboratórios didáticos estão oito laboratórios especializados em disciplinas da área de Telecomunicações, dois laboratórios especializados nas áreas de Física e Química, e dois laboratórios didáticos da área de CAD. Cada laboratório dispõe de conjunto de equipamentos específicos às suas finalidades. Para facilitar o planejamento da alocação dos laboratórios, as disciplinas são classificadas em blocos temáticos:
- Bloco A – Básicos: necessitam apenas de recursos básicos de informática, isto é, apenas computadores com aplicativos específicos instalados;
- Bloco B – Básicos Específicos: necessitam de recursos específicos de laboratório para o desenvolvimento do curso;
- Bloco C – Eletro-Eletrônica: necessitam de bancadas de eletrônica para desenvolvimento do curso;
- Bloco D – Redes: necessitam, além de equipamentos básicos de informática, de infraestrutura de rede para o desenvolvimento do curso;
- Bloco E – Sistemas: necessitam de ambiente de desenvolvimento de sistemas incluindo recursos adicionais de software aplicativos e outros periféricos para o desenvolvimento do curso;
- Bloco F – RF: necessitam de recursos específicos de infraestrutura de cabeamento ou radiotransmissão para o desenvolvimento do curso.
É importante ressaltar que todas as salas de aula e laboratórios utilizados no curso de Engenharia de Telecomunicações são compartilhados com os outros cursos do campus, conforme pode-se constatar no quadro de horários dos espaços físicos: http://tele.sj.ifsc.edu.br/arquivos/públicos/Horarios-salas.pdf, principalmente com os cursos técnicos da área de telecomunicações.
Em relação ao número de professores, busca-se no planejamento de distribuição das disciplinas atribuir no máximo 3 disciplinas de cunho técnico/tecnológico para cada docente do curso, visando assim garantir uma excelente qualidade no ensino. O QUADRO RESUMO DOS DOCENTES DO CURSO, pagina 102 do PPC do curso ((https://www.dropbox.com/s/cg0iqagwnswbojo/PPC-v5b-versaoCEPE-2015-2.pdf)) mostra as disciplinas que podem ser atribuidas a cada docente. É importante notar que algumas disciplinas temos mais de um docente habilitado para lecioná-la. Por outro lado é fundamental ressaltar que no IFSC a carga de atividades em sala de aula é limitada ao máximo de 18 horas, possibilitando que o professor desenvolva outras atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e representação e também de capacitação e qualificação. A RESOLUÇÃO Nº 23/2014/Consup de 09 de Julho de 2014 (http://cs.ifsc.edu.br/portal/files/Consup2014/consup_resolucao23_2014_atividades%20docentes_ifsc.pdf) estabelece que: Art. 16. "Os docentes do IFSC, independente de seu regime de trabalho, deverão exercer no mínimo 8 (oito) horas semanais de aulas e máximo 18h".
Ações 2016