Difference between revisions of "EEL ITJ DIMENSÃO 1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA"
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Revision as of 05:14, 12 August 2016
Dimensão 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Fontes de Consulta: 1) Plano de Desenvolvimento Institucional; 2) Projeto Pedagógico do Curso; 3) Relatório de Autoavaliação Institucional; 4) Políticas Institucionais, Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver; 5) Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, quando couber; 6) Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC.
Contexto Educacional (1.1)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.1. Contexto educacional 1 Quando o PPC não contempla as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 2 Quando o PPC contempla, de maneira insuficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 3 Quando o PPC contempla, de maneira suficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 4 Quando o PPC contempla muito bem as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. 5 Quando o PPC contempla, de maneira excelente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental. RESPONSÁVEIS: Prof. Valente
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4 ou 5
Análise 2016
O PPC apresenta no capítulo 2 uma justificativa para a proposição do curso de Engenharia Elétrica no IFSC - Câmpus Itajaí - e uma análise de demanda que têm sido utilizada pelo como referência para a abertura de outros cursos da Rede IFSC (ver parecer CEPE da avaliação de abertura).
No portal wiki da Engenharia Elétrica existe um link de acesso a atividades complementares que enumeram várias atividades propostas no Câmpus Itajaí: http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/Curso_de_Engenharia_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5esPode-se encontrar neste link o PPC versão 20145-2 e a primeira versão de 2011.
Ações 2016
- Articular o PPC com os Materiais do Projeto Wiki.
- Buscar dados atualizados
- Ênfase nos tópicos relacionados aos aspectos culturais, sociais e econômicos (log de atividades complementares)
Políticas institucionais no âmbito do curso (1.2)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.2. Políticas institucionais no âmbito do curso 1 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI não estão previstas/implantadas no âmbito do curso. 2 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, no âmbito do curso. 3 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, no âmbito do curso. 4 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão muito bem previstas/implantadas no âmbito do curso. 5 Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira excelente, no âmbito do curso. RESPONSÁVEIS: Prof. Douglas
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016
Objetivos do curso (1.3)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.3. Objetivos do curso 1 Quando os objetivos do curso não apresentam coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 2 Quando os objetivos do curso apresentam insuficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 3 Quando os objetivos do curso apresentam suficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 4 Quando os objetivos do curso apresentam muito boa coerência,em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. 5 Quando os objetivos do curso apresentam excelente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. RESPONSÁVEIS: Profa. Karoliny
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO:
Análise 2016
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Ações 2016
Perfil profissional do egresso (1.4)
Descrição da Avaliação
Indicador Conceito Critério de Análise 1.4. Perfil profissional do egresso 1 Quando o perfil profissional não expressa competências do egresso. 2 Quando o perfil profissional expressa, de maneira insuficiente, as competências do egresso . 3 Quando o perfil profissional expressa, de maneira suficiente, as competências do egresso. 4 Quando o perfil profissional expressa, muito bem, as competências do egresso. 5 Quando o perfil profissional expressa, de maneira excelente, as competências do egresso. RESPONSÁVEIS: Prof. Fernanda
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Estrutura curricular (1.5)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.5. Estrutura curricular 1 Quando a estrutura curricular prevista/implantada não contempla, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas),articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. 2 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática, e nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. 3 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade,acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
4 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, muito bem, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. 5 Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal,compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade. RESPONSÁVEIS: Professores do NDE
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Conteúdos curriculares (1.6)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.6. Conteúdos curriculares 1 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados não possibilitam o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos referentes às relações étnico-raciais, direitos humanos, políticas ambientais, bem como acessibilidade.
2 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira insuficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 3 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira suficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 4 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, muito bem, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 5 Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira excelente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. RESPONSÁVEIS: Prof. Alfen
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Metodologia (1.7)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.7.Metodologia 1 Quando as atividades pedagógicas não apresentam coerência com a metodologia prevista/implantada. 2 Quando as atividades pedagógicas apresentam insuficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 3 Quando as atividades pedagógicas apresentam suficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 4 Quando as atividades pedagógicas apresentam muito boa coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. 5 Quando as atividades pedagógicas apresentam excelente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal. RESPONSÁVEIS: Prof. Mathias
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Estágio curricular (1.8)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.8.Estágio curricular supervisionado
1 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado. 2 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 3 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 4 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 5 Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. RESPONSÁVEIS: Prof. Jefferson
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Atividades complementares (1.12)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.12 Atividades complementares 1 Quando as atividades complementares previstas/implantadas não estão regulamentadas/institucionalizadas.
2 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
3 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
4 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão muito bem regulamentadas/institucionalizadas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
5 Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
RESPONSÁVEIS: Prof. Tiago Drummond
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Trabalho de conclusão de curso (TCC) (1.13)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.13 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
1 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
2 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
3 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
4 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
5 Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
RESPONSÁVEIS: Prof. Sérgio / André
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Apoio ao discente (1.14)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.14 Apoio ao discente 1 Quando não existe programa de apoio ao discente previsto ou implantado. 2 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira insuficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
3 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
4 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla muito bem os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
5 Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira excelente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
RESPONSÁVEIS: Coordenação Pedagógica (Débora e Michelle)
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso (1.15)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.15 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
1 Quando não há ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras) no âmbito do curso.
2 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira insuficiente.
3 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira suficiente.
4 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão muito bem previstas/implantadas.
5 Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira excelente.
RESPONSÁVEIS: Prof. Marcelo
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem (1.17)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.17 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensino aprendizagem
1 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso. 2 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira insuficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 3 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira suficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 4 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira muito boa, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 5 Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira excelente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. RESPONSÁVEIS: Coordenação de TI (Bruno e David)
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
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Ações 2016
- Elaboração da Página de TICs
Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem (1.20)
Indicador Conceito Critério de Análise 1.20 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
1 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem não atendem à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
2 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira insuficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
3 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
4 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, muito bem, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
5 Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira excelente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
RESPONSÁVEIS: Prof. Valente
NOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: 4 ou 5
Análise 2016
O PPC do Curso de Engenharia Elétrica define que a avaliação dos alunos será realizada conforme o Regulamento Didático Pedagógico (RDP) em vigor no IFSC. Atualmente o RDP descreve o processo de avaliação nos artigos 161 a 167. O documento oficial do RDP está disponível à todos os alunos no Portal Wiki de Engenharia Elétrica e também pode ser acessado aqui.
Conforme estabelece o RDP, a avaliação dos aspectos qualitativos compreende, o diagnóstico, a orientação e a reorientação do processo de aprendizagem visando à construção dos conhecimentos. Os instrumentos de avaliação são diversificados e deverão constar no plano de ensino da Unidade Curricular(Art.161), estimulando o aluno à: pesquisa, reflexão, iniciativa, criatividade, laboralidade e cidadania. As avaliações podem constar de:
- I - observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades;
- II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
- III - testes e provas escritos, com ou sem consulta;
- IV - entrevistas e arguições; V - resoluções de exercícios;
- VI - planejamento ou execução de experimentos ou projetos;
- VII - relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas;
- VIII - atividades práticas referentes àquela formação;
- IX - realização de eventos ou atividades abertas à comunidade;
- X - autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe;
- XI - demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.
Conforme destacado no Art. 167 do RDP, o resultado de uma avaliação deve ser registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez), sendo o resultado mínimo para aprovação em um componente curricular o valor 6 (seis). Também é previsto o valor 0 (zero) para quem teve frequência inferior a 75%. O registro parcial das avaliações deve constar no diário do professor, também na forma de 0 a 10. O resultado final da avaliação depende da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e das discussões em conselho de classe final.
Não é especificado nos documentos RDP/PPC a periodicidade e a quantidade das avaliações a serem realizadas durante o semestre letivo, mas esta informação deve constar no planejamento de ensino de cada unidade curricular. Está previsto no RDP que as avaliações sejam devolvidas no prazo máximo de 15 quinze dias (Art 161). Também é prevista a recuperação de estudos com nova avaliação, devendo prevalecer a maior entre as realizadas.
Deve ser observado também que a avaliação será realizada, em cada componente curricular, considerando-se os objetivos/competências propostos no plano de ensino. No artigo 16 do RDP é colocado que “O plano de ensino é o instrumento de planejamento das atividades para o período letivo”. Deverão estar incluídos neste plano os objetivos ou competências, as metodologias e os instrumentos de verificação do aprendizado e a descrição das práticas. No artigo 17 é estabelecido que “o diário de classe é um instrumento de registro das atividades de ensino”, devendo conter número de aulas previstas, o número de aulas ministradas, o registro da frequência do aluno, o registro das avaliações, os recursos didáticos utilizados e os conteúdos desenvolvidos a cada encontro.
Ações 2016
Conforme reunião de área realizada em 28/07/2016, nas dependências do Câmpus Itajaí, os professores do Departamento de Eletroeletrônica entendem que é importante uma padronização das fórmulas para cálculo das médias finais das Unidades Curriculares, principalmente no sentido de garantir que a avaliação dos alunos leve em conta a concepção do curso definida no PPC (quanto a avaliação continuada, de caráter teórico e prático) de modo a consolidar os conhecimentos e habilidades previstas nas ementas, bem como valorizar a atitude dos alunos. A fórmula padronizada deve estar explícita no plano de ensino das Unidades Curriculares, bem como os seus critérios de ponderação. Nesse sentido, a primeira proposta apresentada na ocasião foi a inclusão do seguinte texto nos planos de ensino (quanto aos critérios de avaliação):
Sugestão: Incluir os Seguinte Texto nos Planos de Ensino para Padronização da Avaliação no Curso
A sistemática de avaliação considera os conhecimentos adquiridos pelo aluno no decorrer do curso, na escola e na disciplina (conhecimento – saber teórico), as habilidades de colocar em prática o conhecimento adquirido, gerando soluções reais a problemas práticos (habilidade – saber fazer), e os comportamentos que o aluno tem diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolve no seu dia-a-dia (atitude – querer fazer). O conceito final do aluno (apto ou inapto) é obtido a partir da média final (MF) e da frequência em sala-de-aula. A média final (MF) é obtida a partir da média ponderada entre as notas de avaliação continuada (AC) (atividades propostas em sala de aula e lista de exercícios), avaliação prática (AP) (média aritmética das notas de laboratório), e média das provas (MP), conforme a seguinte fórmula:
MF = (AC + AP + 2*MP)/4
Assim, será considerado apto ou aprovado o aluno que obtiver média final >= 6.0 e frequência igual ou superior a ¾ da carga-horária da disciplina. Para os casos em que a MF < 6,0 será realizada uma prova de recuperação, que substituirá a menor nota obtida nas provas regulares.
O texto em questão deve ser genérico, ficando a cargo do professor da UC a definição das atividades que compõe as parciais AC, AP e MP.
Outro ponto que ficou para discussão posterior será a padronização dos critérios para atividades de recuperação. Neste ponto destacam-se as seguintes passagens do RDP:
- Art. 163. A recuperação de estudos compreenderá a realização de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a aprendizagem (§ 1.: preferencialmente no horário regular de aula).
- Ao final dos estudos de recuperação o aluno será submetido à avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor, prevalecendo o maior valor entre o obtido na avaliação realizada antes da recuperação e o obtido na avaliação após a recuperação.
- Art 167. §4.: A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final.
- Não existe menção à realização de atividade de recuperação que substitua o resultado final (que deve ser composto por um conjunto de avaliações), mas sim a recuperação de estudos e de novas avaliações cujos resultados prevalecem o maior valor entre antes e depois da recuperação.
- Não existe menção à quantidade de atividades de recuperação ao longo do período letivo (mas preferencialmente no horário regular de aula).
- obs: As notas de AC (avaliação continuada) podem ser consideradas atividades de recuperação
Número de vagas
Indicador Conceito Critério de Análise 1.21. Número de vagas 1 Quando o número de vagas previstas/implantadas não corresponde à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 2 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira insuficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 3 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 4 Quando o número de vagas previstas/implantadas atende muito bem à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. 5 Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira excelente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
RESPONSÁVEIS: Prof. ValenteNOTA ESTIMADA PARA O QUESITO: ??
Análise 2016
VEJA O EXEMPLO DO TEXTO DE ANÁLISE ABAIXO NA MARCAÇÃO DE COMENTÀRIO
Ações 2016